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CRUZAUM - Cartilha nº 17
Inserido por: Itauna
Em: 05-23-2014 @ 02:31 am
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D´AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

 

Cartilha nº 17

 

A RESERVADA HISTÓRICA DESDE A RAÇA PRIMEVA

 

 

Baseando-se em dados arqueológicos investigativos da antiguidade, o primeiro mapeamento que representava a superfície do globo terrestre há cerca de mais de um milhão de anos, quando a raça atlante alcançou o estágio último de seu apogeu e muitos milênios antes da compilação do conteúdo da Bíblia e da ocorrência da primeira grande submersão planetária, aproximadamente 800.000 anos atrás. O próprio  continente da Atlântida, como se pode  observar, há registro em filmagem oficial (ver na Discovery CHANNEL, Vídeo, “A Cidade Perdida de Atlântida”, direção e roteiro: Sarah Merris), estendia-se desde um ponto situado alguns graus a leste da Islândia até mais ou menos o local onde hoje fica o Rio de Janeiro, na América do Sul. Abrangia o Texas e o golfo do México, os estados do Sul e do Leste da América, inclusive o Labrador, ele estendia-se através do oceano até as ilhas européias – Escócia e Irlanda e uma pequena porção do norte da Inglaterra, formando um de seus promontórios -, enquanto suas regiões Equatoriais abrangiam toda a região territorial, chamado Brasil hoje. Evidentemente, naquela avançadíssima civilização já se manifestara o verdadeiro ser vivo – o Espírito sobre a terra. Eis aí damos prova que, em virtude de sua definição, comprova-se de maneira insofismável A FILOSOFIA MÍSTICO-RACIONAL DE UMA UMBANDA INTEGRAL, e expandia-se em toda a extensão do oceano, alcançando a Costa do Ouro, até o continente  de nações africanas.

Os       fragmentos dispersos de que, finalmente, se formavam os continentes da América, da Europa e da África, bem como os vestígios do ainda muito mais antiqüíssimo e outrora extenso CONTINENTE DA LEMÚRIA, também podem ser vistos nesse mapeamento geográfico. Os vestígios do ainda mais remoto continente hiperbóreo, que FOI HABITADO PELA QUARTA RAÇA-RAIZ, também são visíveis e, tal como a Lemúria primitiva, em cor azulada.

Como se pode observar, face a este relato nosso, baseado em dados arqueológicos investigativos pelo segundo mapa existente (ver a obra “Atlântida e Lemúria – Continentes Desaparecidos”, de W. Scott-Eliot, páginas 82 a 89), a catástrofe  de 800.000 anos atrás provocou enormes alterações na configuração terrestre de todo o globo. O grande continente está na atualidade despojado de suas regiões setentrionais, e sua porção remanescente encontra-se mais dilacerada ainda. O continente americano, agora em fase de crescimento, foi separado de seu continente materno, conseqüentemente da raça-mãe, por uma falha, a Atlântida, e esta já não abrange as terras ora existentes, mas ocupa a maior porção da depressão atlântica, desde mais ou menos 50 graus de latitude norte até uns poucos graus ao sul do Equador.

Os assentamentos e elevações da superfície terrestre em outras partes do globo também foram consideráveis – as ilhas Britânicas, por exemplo, agora fazem parte de uma imensa ilha, que também abrange a península escandinava, o norte da França, todos os mares intermediários e alguns mares circundantes. Pode-se constatar que as extensões dos vestígios da Lemúria sofreram mutilações ainda maiores, enquanto a América, a Europa e a África tiveram seus territórios acrescidos.

O terceiro mapeamento mostra-nos os efeitos da catástrofe ocorrida há mais ou menos 200.000 anos atrás. Com exceção das fendas nos continentes atlante e americano e a submersão do Egito antigo, pode-se observar como os assentamentos e as elevações da superfície terrestre nessa época foram relativamente insignificante; na verdade, o fato de esta catástrofe nunca ter sido considerada como uma das maiores transparece no trecho acima “transcrito do livro sagrado dos guatemaltecos – onde apenas três grandes catástrofes são mencionadas. Contudo, a ilha escandinava aparece, agora, unida ao continente. A Atlântida encontra-se agora dividida territorialmente, formando duas ilhas, chamadas pelos nomes de Ruta e Daitya.

O caráter extraordinário da convulsão natural que ocorreu há cerca de 80.000 anos fica evidenciado pelo quarto mapa. Daitya, a menor e mais meridional das ilhas, já se desfez quase totalmente, ao passo que, as de Ruta, apenas resta uma ilhota, Posseidones. Este mapa foi compilado há cerca de 75.000 anos e, sem dúvida, representa razoavelmente a superfície terrestre do globo, desde esse período até a submersão definitiva de Posseidones, em 9.564 a.C., embora, durante esse período, devam ter acontecido pequenas alterações. Notar-se-á que os contornos da superfície terrestre começaram, então, a assumir, aproximadamente, a mesma aparência que possuem hoje, embora as ilhas Britânicas ainda estivessem unidas ao continente europeu, o mar Báltico não existisse e o deserto do Saara formasse uma parte do fundo do oceano.

Quando qualquer um esotérico autêntico que precisa abordar a formação de uma raça-raiz é indispensável alguma referência à temática bastante mística acerca dos Manus, soberanos seres vivos administradores da humanidade. No Relatório nº 26 proveniente do Grande Orienta Judaico-Londrino, a direção maçônica relata uma referência ao trabalho realizado por esses Seres sublimes, que abrange não só o planejamento dos tipos de todo o “Manuantara” como também supervisiona a formação e educação de cada raça-raiz, sucessivamente.

O seguinte trecho refere-se a esse plano: “Também há os Manus, cujo dever consiste em atuar de modo semelhante em cada raiz de cada  planeta do Círculo do Zodíaco, o Manu-Semente, planejando o aperfeiçoamento do tipo que sucessiva raça-raiz inaugura, e o Manu-Raiz, realmente ENCARNANDO ENTRE A NOVA RAÇA NA QUALIDADE DE GUIA E MESTRE ESPIRITUAL, a fim de dirigir o desenvolvimento e garantir o aperfeiçoamento”.

Foi, naturalmente, de uma das sub-raças da terceira-raiz, que habitava a povoação tribal do continente conhecido pelo nome de Lemúria, e que se efetuou a segregação destinada a produzir a quarta raça-raiz.

A fim de acompanhar as principais etapas do processo histórico dessa quarta raça, através dos quatro períodos representados pelos quatro mapas, convindo dividir o assunto nos seguintes tópicos:

1.   Origem e localização territorial das diferentes sub-raças.

2.   As instituições políticas que, respectivamente, elas desenvolveram.

3.   Suas migrações para outras regiões do mundo.

4.   As artes e ciências desenvolvidas.

5.   Os usos e costumes adotados.

6.   O desenvolvimento e o declínio de idéias religiosas

 

Em primeiro lugar, portanto, vejamos uma lista dos nomes das diferentes sub-raças:

 

(1) Ramoahal,

(2) Tlavatli,

(3) Tolteca,

(4) Turaniana primitiva,

(5) Semita original,

(6) Acadiana,

(7) Mongólica.

 

Torna-se conveniente uma explicação acerca do princípio pelo qual esse nomes são escolhidos. Nos casos em que os etnólogos atuais descobriram vestígios de uma dessas sub-raças, ou mesmo identificado pequena parte de uma delas, o nome que lhes deram é utilizado a bem da clareza; contudo, no caso das duas primeiras sub-raças (da quarta raça-raiz), dificilmente foram deixados quaisquer vestígios para que a comunidade científica deles se apoderasse e, desse modo, foram adotados os nomes pelos quais elas mesmas se designavam.

O período representado pelo mapeamento nº 1 mostra como era a superfície terrestre do globo há cerca de um milhão de anos, mas  a “raça ramoahal” surgiu há quatro ou cinco milhões de anos habitando a Terra, no período em que grandes porções de vasto continente meridional da Lemúria ainda existiam, enquanto o continente da Atlântida não havia assumido sua civilização as dimensões que, finalmente, atingiria. Foi num contraforte desta terra lemuriana que a raça ramoahal nasceu. Pode-se localizá-lo, aproximadamente, a 7 graus de latitude norte e 5 graus de longitude oeste, e uma consulta a qualquer atlas moderno mostrará que sua localização coincide  com a atual costa de Achanti. Era uma região territorial quente e chuvosa., habitada por enormes animais antediluvianos, que viviam em pântanos juncosos e florestas úmidas. Os fósseis dessas plantas atualmente são encontrados nas jazidas de carvão.

Os ramoahals eram uma raça morena – sendo sua pele da cor do mogno. Sua altura, naqueles tempos remotos, era de, aproximadamente, 3 metros a 3,5 metros – na verdade; uma raça de gigantes – mas, ao longo dos séculos, sua estatura foi gradualmente diminuindo, tal como se deu com todas as outras raças; e, mais tarde, vamos encontrá-los reduzidos á estatura do “homem de Furfooz”.

Por fim, migraram para as costas meridionais da Atlântida, onde travaram contínuos combates com as sexta e sétima sub-raças dos lemurianos, que então habitavam essa região. Em seguida, uma grande parte da tribo mudou-se para a região norte, ENQUANTO O RESTANTE ESTABELECEU-SE NO LOCAL E UNIU-SE AOS ABORÍGINES LEMURIANOS NEGROS. Como conseqüência, não restou, neste período o período alusivo o primeiro mapa -, nenhuma linhagem pura no sul e, como veremos, foi dessas raças morenas, que habitavam as regiões equatoriais e o extremo sul do continente, que os conquistadores toltecas subseqüentemente se abasteciam de escravos. Contudo, o restante da raça alcançou os promontórios de extremo nordeste, contíguos à Islândia, e, vivendo nessa região por incontáveis gerações; foi aos poucos assumindo uma coloração mais clara, até que, no final do período do primeiro mapa já mencionado, deparamo-nos com um povo razoavelmente louro. Posteriormente, SEUS DESCENDENTES TORNARAM-SE SÚDITOS, AO MENOS NOMINALMENTE, DOS REIS SEMITAS.

A região de origem dos tlavatli – a segunda sub-raça -, foi uma ilha ao largo da costa ocidental da Atlântida. Dali os tlavatli se espalharam pela Atlântida propriamente dita, sobretudo através do centro do continente, deslocando-se, contudo, gradualmente para o norte, em direção à faixa litorânea, voltada para o promontório da Groenlândia. Fisicamente, constituíam uma raça robusta e resistente, de COR VERMELHO-ACASTANHADA, mas não tão altos quanto aos ramoahals, a quem  impeliram mais ainda para o norte. Sempre foram uma povoação tribal amante das montanhas, e seus principais povoados situavam-se nas regiões montanhosas do interior.

A seguir, temos a terceira sub-raça, que constituiu um desenvolvimento notável. Governou todo o continente da Atlântida por alguns milhares de anos, com grandes recursos materiais e muito brilho. Na verdade, esta terceira sub-raça dos toltecas era de tal maneira dominante e dotada de muita vitalidade, que as uniões com as sub-raças vizinhas não conseguiram alterar-lhe o tipo, que sempre permaneceu tolteca em sua essência; e, centenas de milhares de anos mais tarde, encontramos uma de suas remotas linhagens governando, aristocrática e magnificamente, no Peru e México, muitos antes que seus degenerados descendentes fossem conquistados pelas mais ferozes tribos Aztecas do norte da América.

Essa raça dos aztecas TAMBÉM TINHA UMA PELE VERMELHO-ACASTANHADA, embora fosse bem mais vermelha, ou mais acobreada, que a dos tlavatli. A estatura dos aztecas também era elevada, medindo em torno de 2,5 metros durante o período de seu domínio absoluto; contudo, assim como ocorreu com os povos tribais de todas as raças, a estatura dos toltecas foi sofrendo uma redução, até atingir o tamanho médio de hoje em dia. O tipo foi um aperfeiçoamento das duas sub-raças anteriores, possuindo uma feição séria, bastante acentuada, bem parecida com a dos antigos gregos. Seu território finalmente ampliou-se por todo o continente, incluindo a maior porção da costa ocidental, e fizeram sua grande capital, na parte oriental, onde os imperadores toltecas estenderam seu domínio a quase todas as nações tribais.

ESSAS TRÊS PRIMEIRAS SUB-RAÇAS SÃO AS MAIS CONHECIDAS COMO AS RAÇAS VERMELHAS E, entre elas e as quatro seguintes, NÃO HOUVE, A PRINCÍPIO MUITA MISTURA DE SANGUE. Essas quatro, embora diferindo consideravelmente entre si, são chamadas de “raças amarelas”, e esta cor pode caracterizar de maneira apropriada a “tez dos turanianos” e  “mongólicos”, MAS OS SEMITAS E ACADIANOS SÃO POVOS DA RAÇA BRANCA.

A “turaniana”, ou quarta sub-raça, ORIGINOU-SE NO LADO ORIENTAL DO CONTINENTE, ao sul da região montanhosa habitada pela tribo tlavatli. Desde sua origem, os “turanianos” eram colonizados e muitos deles migraram para as terras situadas a leste da Atlântida. Eles nunca foram uma raça completamente dominante no seu continente de origem, embora algumas de suas tribos e linhagens tenham se tornado razoavelmente poderosas. As grandes regiões centrais do continente, situadas a oeste e ao sul da região montanhosa dos povos tlavatlis,  constituíam seu habitat especial embora não exclusivo, pois repartiam essas terras com os povos tribais toltecas.

Quanto o semitismo original, ou seja A QUINTA SUB-RAÇA DAS TRIBOS HEBRAICAS EM GERAL, os etnólogos atuais têm estado um tanto confusos, como de fato é extremamente natural que estejam, considerando os dados por demais insuficientes que possuem para se orientar. Essa quinta sub-raça surgiu na região montanhosa que formava a mais meridional das duas penínsulas nordésteas, as quais, na realidade, correspondem, atualmente, à Escócia, à Irlanda e a alguns dos mares adjacentes. Nessa menos atraente porção geográfica antiga do grande continente a quinta sub-raça se desenvolveu e floresceu, mantendo-se durante séculos afora independente dos agressivos sulistas, até que, aos poucos em comunidades independentes; dessa maneira começaram a se espalhar no mundo e a colonizar compulsoriamente muitas outras regiões territoriais das Américas. EIS ESTÁ descrita COMPROVADAMENTE A ORIGINALIDADE DA DESCOBERTA DO TERRITÓRIO CHAMADO BRASIL ATUAL DESDE O ANO 1.500 EM DIANTE, tendo a participação efetiva das comunidades maçônicas aliadas ao imperialismo da península Espanhola e Portuguesa até os dias atuais.

É preciso recordar que, na época em que os povos semitas subiram ao poder, muitas centenas de milhares de anos haviam transcorrido e o período desse mapa nº 2 (ver a obra do ocultista W. Scott Elliot, “Atlântida e Lemúria – Continentes Desaparecidos”, página 83). Eram uma raça tribal errante, turbulenta e descontente com tudo alheio,  SEMPRE EM GUERRA COM TODOS OS OUTROS POVOS DE NAÇÕES VIZINHAS, sobretudo com o império cada vez mais amplo dos acadianos. (Diante desta exposição, estava predita que, em uma determinada ocasião, ocorreria o pior genocídio dos descendentes da raça ameríndia sul americana, sob o pretexto da descoberta do território dos indígenas, especialmente, no Brasil). Evidentemente, É DA COMPETÊNCIA DOS FIÉIS UMBANDISTAS DESTA NAÇÃO BRASILEIRA, REPETIDAS VEZES, PROMOVER PUBLICAMENTE A MAIS INTELIGENTE DIVULGAÇÃO DESTA MATÉRIA, a reservada história desde a raça primeva – a raça-mãe da humanidade. Só a Umbanda Integral pode fazer!!!

 

AS EXPERIÊNCIAS POLÍTICAS E SOCIAIS

DAS SUB-RAÇAS DOS POVOS TRIBAIS.

 

 

Instituições Políticas. – Numa pesquisa investigativa nossa em resumo como este feito seria de alguma forma redacional impossível descrever por inteiro, como cada uma das sub-raças existentes nas priscas eras se dividiu, posteriormente, em nações ou civilizações, cada qual com seu tipo e características distintos. Tudo o que se pode tentar uma reconstituição aqui é esboçar, em linhas gerais, a variedade de instituições incipientes de natureza políticas que se sucederam ao longo das grandes épocas da raça em tela.

É reconhecido por todos que cada sub-raça, bem como cada raça-raiz, está destinada a permanecer, em alguns aspectos das manifestações do verdadeiro ser vivo, num nível imediatamente mais elevado do que aquela que a antecedeu, a natureza cíclica do desenvolvimento deve ser compreendida como UM CONDUTOR DA RAÇA ATUAL À SEMELHANÇA DO HOMEM QUE, TENDO PASSADO PELA INFÂNCIA, MENINICE, JUVENTUDE E ATINGIDO A MATURIDADE, retorna novamente à infância até a velhice.

Ciclo evolutivo significa, necessariamente, máximo progresso, ainda que o retrocesso de sua espiral ascendente pareça fazer da história eminentemente da política ou da religião o melhor Programa ou a mais eficaz Programação não só do desenvolvimento e do avançado progresso material e espiritual do povo e, conseqüentemente, do país, mas também da degradação e da decadência. É inadiável, portanto, prever para melhor prover!!! Deve-se prover para melhor prever!

Portanto, quando se afirma que A PRIMEIRA SUB-RAÇA INICIOU-SE SOB A MAIS PERFEITA PROGRAMAÇÃO E FORMA DE GOVERNO CONCEBÍVEL, deve-se relevar que isso veio acontecendo EM VIRTUDE DAS PRIORITÁRIAS NECESSIDADES A PARTIR DE SUA INFÂNCIA DO QUE DOS MÉRITOS DE SUA MATURIDADE.

Por exemplo, o povo tribal ramoahal eram incapazes de desenvolver uma programação de governo soberano fixo, e tampouco atingiram um nível de civilização sólida tão elevado quanto o alcançado pelas sexta e sétima sub-raças lemurianas; não souberam os ramoahals começar do melhor Programa sistêmico lançando-se nessa região habitada; enquanto isso a povoação tlavatli mostrava bons sinais de avanço principalmente na arte de governar. Suas várias tribos ou nações eram governadas por chefes representantes ou reis conscientes da Providência da Divindade que, geralmente, eram investidos de sua autoridade através da aclamação do povo.

Diante desta exposição inquestionável, os associados a Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil são conhecedores de um melhor Programa Político sob Deus, propõem-se a elaboração de uma proposta partidária para os pretendentes os quais tratarão democraticamente para a implantação de um Poder único do Legislativo; implantação de um Poder único Executivo; um Poder único Mercantilista; e um Poder único trabalhista. São quatro classes ou ordens sociais que devem juntos atuarem ao mesmo tempo sob Deus, em favor de todo o povo brasileiro, no território nacional. Não se permite a acepção das pessoas. Há tantas inteligências quantas são as escalas gradualmente dos avanços espirituais e materiais dos seres humanos conscientes da presença do Ser Onipresente – o Deus Altíssimo. Portanto, na Umbanda Integral dispomos de uma fórmula de natureza política sólida. “Vejam os que tiverem olhos de ver!”

Convém aqui recordar que o mais elevado grau de civilização foi desenvolvido através do programa político e social da povoação dos toltecas sul americanos. Organizaram o mais poderoso regime imperial de todos os povos mais evoluídos da Atlântida e estabeleceram, pela primeira vez, o princípio democraticamente da sucessão hereditária. A princípio dividiram-se em quatro ordens sociais, em vários governos regionais independentes, e implantando nessas regiões os quatro grupos sociais que, geralmente, eram investidos de sua autoridade sob os desígnios da Providência Divina através da aclamação do povo.

Devemos lembrar que a humanidade sempre precisou e ainda necessita ser dotada, em sua grande maioria, de atributos psíquicos e, em uma certa ocasião, sabendo prever pra prover e prover para prever, todos nós e aqueles pretendentes a cargos eletivos – os indivíduos apresentando a melhor desenvoltura social e política sob Deus, poderão estar submetido a todo o aprendizado indispensável e inerente ao âmbito restrito dos colégios ou diretórios específicos para o ensino básico doutrinário, pertencente ao sistema D´Aumbhandan. Nos diversos estágios de iniciação curriculares – entre todos os pretendentes selecionados -, alguns, hão de alcançar o Sacerdócio (isto é, o Poder único para o Legislativo sob Deus). Há necessidade urgente urgentíssima de profundas mudanças em todas as leis atuais do país. Para tal providência o Legislativo atual por inteiro, também precisa de uma modificação de mesma profundidade. Do contrário, a verdadeira independência do país continuará só a promessa gritada desde setembro de 1822 até hoje. Os poderes do Legislativo precisa das inteligências educadas com base em toda Escritura divinamente inspirada sob as Leis imutáveis, através do Conhecimento primordial, e pelos que se capacitaram para bem cuidar. A Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil dispõe em seu quadro associativo dos instrutores capacitados, para este bem definido propósito.

O conhecimento perfeito faz-nos saber de que, na Idade de Ouro daqueles povos de remota raça vermelha, transmitidas aos descendentes da raça ameríndia, e desses aos demais povos tribais dessa avançadíssima civilização dos Toltecas e outros. Dispunham da melhor programação para as experiências sociais, políticas e religiosas, e eminentemente voltadas e visando o bem comum de muitas nações deste planeta. Durante esses períodos, os governantes INICIADOS sob Deus mantiveram-se vinculados sempre à Sagrada Hierarquia do Governo Oculto dos Servidores atuantes no mundo – os Filho do Cristo Solar –, submetidos às imperiosas Leis imutáveis, em harmonia perfeita com seus desígnios superiores.

Agindo deste modo em todo o país, uma Assembléia Constituinte cujos nomes seus membros Iniciados fidedignos sob Deus são capacitados, saberão combater o bom combate, ser fiéis na fé sob Deus e, no mais breve prazo possível, fazer por onde merecer a coroação da vida eterna.

Nesse tempo, o governo era sempre de justiça social e misericordioso, e não genocídio. Assim agem as mentes imediatamente superiores. Toda arte boa, filosofia, ciência, religião e magia era aculturada e milenarmente cultivada – na verdade, a povoação da indiada repudia a mentira; esses representantes reais que trabalhavam com todo afinco, eram os pioneiros das quatro classes ou quatro ordens sociais voltadas para o bem comum de muitas nações.

 

                                A DEGENERAÇÃO E O DECLÍNIO DA RAÇA

 

 

Mais ou menos 100.000 anos após esta Idade de Ouro, iniciou-se a degeneração e o declínio previsíveis da raça e da civilização. Chegava, com isso, o encerramento de um apogeu promissor e duradouro! Aqueles fiéis até a morte se mostravam tranqüilos e paciente, perante o Juízo final! Muitos governantes tributários, e um grande número de sacerdotes e súditos, deixaram de usar suas faculdades outrora latentes e os poderes de acordo com as leis estipuladas por seus governantes “divinos”, cujos preceitos e conselhos eram agora desrespeitados.

Por que isso? Seus vínculos com a Sagrada Hierarquia Subjetiva se romperam. O engrandecimento pessoal, a obtenção de riqueza ilícita ou licitamento e poder transitório, a humilhação e ruína de seus inimigos tornam-se, cada vez mais, o alvo para o qual seus poderes ocultos estiveram dirigidos: desse modo, afastados de seu emprego lícito e utilizado para a obtenção de todos os tipos de propósitos egoístas e malévolos, inevitavelmente esses poderes conduziram ao que devemos chamar de bruxaria. Isto posto, preliminarmente, considerado que há, entre aquelas atividades intencionais dos seres vivos durante a prisca era longínqua da Idade de Ouro e as atividades intencionais dos seres vivos na atualidade igualitária, o mesmo dever eterno de compromisso assumido a saber: todos são deuses  tendo habitados sobre a terra e com os igualitários direitos e os deveres  constitutivos á luz da Legislação sob Deus, nunca desejar a outros seres vivos aquilo tudo que quer para si e etc.. Acordam, por unanimidade de juramento ou promessa, todos os seres descidos em muitas regiões terrestres do globo: dar provimento a sentença interposta, na forma das Leis imutáveis, pelo VERDADEIRO SER SUPREMO CONTROLADOR DE TUDO, Senhor Altíssimo.

Envolta como esta exposição está pelo extremo odioso, cuja associação desse imperialismo veio gradualmente  produzida, durante séculos afora repletos de ilusão, superstição e ignorância, pela credulidade, por um lado, e pela impostura, por outro, consideremos por um momento seu significado real e as terríveis conseqüências que sua prática sempre acaba trazendo ao mundo.

São duas as resultantes: em parte por suas faculdades psíquicas, que ainda não tinham se extinguido nas profundezas da materialidade, para a qual a raça em seguida decaiu em um outro estágio, e em parte por seus conhecimentos científicos, OBTIDOS DURANTE ESSE APOGEU DA CIVILIZAÇÃO ATLANTE, os membros tribais mais intelectuais e vigorosos da raça foram aos poucos alcançando uma compreensão cada vez maior acerca da atuação das imutáveis leis da Natureza, bem como um controle cada vez maior de algumas de suas forças ocultas. A PROFANAÇÃO DESSE SABER PRIMORDIAL E SEU EMPREGO PARA FINS EGOÍSTAS É O QUE CONSTITUI A BRUXARIA. É verdade “não se dá pérola a porcos”, são palavras do Altíssimo!

As terríveis conseqüências de tal profanação também estão suficientemente exemplificadas pelas horríveis que se desencadearam sobre a raça e sua civilização. A partir do momento em que a magia negra da povoação atlante foi posta em prática, ela estava destinada a se propagar em círculos cada vez mais amplos. Assim, uma vez tendo-se afastado o Guia Espiritual Supremo, o princípio kármico da civilização, que era o quarto, atingiu naturalmente se zênite da dimensão esférica do Universo durante a quarta raça-raiz, afirmando-se cada vez mais na Humanidade. A luxúria, a brutalidade e a ferocidade foram aumentando, e a natureza animal-racional do homem foi assumindo seu aspecto de manifestação mais abjeto.

Desde os primórdios, o que dividiu a raça atlante em duas facções opositoras foi uma questão moral, e o que já havia começado na época dos ramoahals acentuou-se terrivelmente na era tolteca. (A realidade da Batalha do Armadegon profética é travada repetidas vezes em cada Idade Planetária da história mundial.)

Havendo deixado de se submeter ao sábio Governo dos Imperadores Iniciados, seguidores os quais preferiram e optaram pelo caminho da magia negra sublevaram-se e elegeram um imperador rival que, depois de muitas lutas e conflitos, pelejou contra o Imperador e conhecedor da magia branca expulsando-o de sua capital, chamada a “Cidade dos Portais Dourados”, e o invasor assumiu o trono.

O Imperador especializado em magia branca, ao ser expulso para o norte, reinstalou-se numa outra cidade fundada originalmente pelos tlavatli, na extremidade meridional da região montanhosa que, nessa época, era sede de um dos reis tributários toltecas. Esse rei recebeu com honras o Imperador magista e colocou a cidade à sua disposição. Havia outros reis tributários que também permaneceram leais ao novo hóspede, mas a maioria transferiu sua vassalagem ao novo Imperador que, passou a reinar na antiga capital das tribos dos tlavatsli. Entretanto, essa lealdade não durou muito tempo. Os reis tributários constantemente reivindicavam sua independência, e contínuas guerras eram travadas em diferentes pontos do império, recorrendo outros opositores largamente à prática de bruxaria  a fim de suplementar os poderes de destruição que os exércitos possuíam. Faz-nos recordar as mesmas práticas à época do desenvolvimento da burguesia durante o século XVIII, derrubada de governos absolutistas mantendo os reis seus privilégios sociais, políticos e APLICAVAM DIVERSOS TRIBUTOS AOS NEGÓCIOS BURGUESES. Todos de diversas facções religiosas, mas praticantes da bruxaria. Favorecia-se o desenvolvimento de idéias ou conhecimentos humanos de liberdade, igualdade, fraternidade, de criação de uma independência e um governo que aparentemente respeitasse seus cidadãos. Foi assim durante a revolução francesa (1789-1799). Enfim, a fuga da família real de Portugal para o Brasil; a formação do partido brasileiro, favorável a independência proposta das sociedades secretas maçônicas, de acordo com a vasta literatura dos brasileiros nativistas autênticos.

Esses confrontos ocorreram cerca de 50.000 antes da primeira grande catástrofe. Então sempre farão parte dos governos e dos representantes dos povos o extermínio dos seres humanos e seres animais, sob o pretexto de independência (ou sejam, liberdade, igualdade, fraternidade). Por isso, sem que lhes interessa a melhor alternativa sob Deus, matam-se uns aos outros, e despreocupados do Juízo final.

Desde essa época em diante, havendo-se afastado aparentemente o Guia Espiritual Supremo, e pondo-se “de atalaia”, com o rigor do princípio kármico de civilização a partir da natureza animal-racional dos seres humanos, da quarta raça-raiz e todas as demais sucessivas raças e sub-raças, dá-se o surgimento da Umbanda Integral e o caráter de verdadeira Humanidade da gênese humana.

Eis aí está a descrição divisória desde a raça atlante em duas facções aparentemente opostas entre si (isto é, masculino e feminino, ou positivo e negativo etc.), a realidade da MANIFESTAÇÃO DOS ESPÍRITOS PARA A PRÁTICA DE CARIDADE. Isto é o que define Umbanda Integral por inteiro. Mas as coisas ficaram de mal a pior, tomando-se como exemplo o advento tradicionalmente através da descrição simbólica entre Adão e Eva, os primeiros seres gerados por ambos, Abel e Caim, por fim, a acirrada oposição descrita a partir desse simbolismo dos seres humanos. Obviamente, os bruxos (homens ou mulheres) passam a usar “seus poderes” de um modo cada vez mais arrojados, e destituídos da presença do Onipresente, Ser Supremo, acham que uma vez tendo-se “afastado” o Guia Espiritual Supremo. Por isso, então, agem de maneira abusiva, e muitos grupos, chamados protestantes, evangélicos atuais ou de alguns outros grupos cada vez maior de multidões de pessoas adquiriram e passaram a praticar essa terrível “magia negra”, e rotulada duma sofisticação religiosa sem precedência.

Veio então desde as priscas eras a horrível punição, na forma das Leis imutáveis do Onipresente, onde já pereceram milhões e milhões de homens e mulheres. Aquela grande “Cidade dos Portais Dourados” tornara-se, nessa ocasião, um perfeito antro de iniqüidade cada vez mais ao estilo de purgatório. As ondas precipitaram-se sobre e exterminaram seres humanos e seres animais sobre a terra e no mar, e o imperador praticante em “magia negra” e toda a sua dinastia caíram e apegaram-se para sempre na dimensão terrestre do globo. Eis aí está descrita o fundamentalismo da catedral do reinado universal dos seres apegados na região terrestre do globo para sempre. E o Imperador especializado em magia branca havendo sido deslocado para o norte e os muitos sacerdotes Iniciados, de todas as partes do globo terrestre, há muito tempo estavam plenamente conscientes daqueles funestos dias que se aproximara, e as muitas migrações, lideradas pelos sacerdotes, que precederam esta catástrofe, bem como das que se deram em outras ocasiões posteriores.

O continente estava, então, bastante danificado, à semelhança do que os invasores criminosos de guerra causaram ao solo brasileiro e a dizimação da maior porção da raça ameríndia há quatro séculos desde a chamada descoberta.

Porém, a porção dessa região outrora submersa de modo algum representava o tanto dilacerado, pois os vagalhões varreram grandes extensões de terra, transformando-as em pântanos abandonados. Regiões inteiras tornaram-se estéreis ou improdutivas, permanecendo desertas e sem plantações por muitas gerações séculos afora. Na realidade, continua sendo o homem um animal-racional predador da Terra!

A população terrestre do globo recebera uma terrível advertência a não menos severa. Levaram-na a sério e, por alguns séculos, a prática de bruxaria satânica foi menos freqüente entre os seres humanos do mundo. Passou-se um longo período de tempo, antes que se estabelecesse um novo governo e uma melhor programação social, política e religiosa eficazes realmente.

Por fim, depararemos um futuro com uma dinastia semita de bruxos dados à prática do satanismo entronizada desde a citada “Cidade dos Portais Dourados”, mas nenhuma autoridade tolteca  destacou-se durante esse período. Havia um número considerável de povoações toltecas, mas pouquíssimo restava de seu puro sangue ameríndio no continente de origem. Ainda assim uma parcela da dinastia tolteca ascendeu ao poder e governou, através de seus reis tributários, a maior porção daquela ilha Ruta anteriormente já mencionada. Os reis tributários dessa dinastia eram devotados à prática de magia negra, pois, é como facilmente qualquer das lideranças entesouram maiores riquezas ou fortunas de qualquer procedência política ou religiosa. É curioso salientar que essa prática satânica tornou-se, durante os milênios, cada vez mais predominante, até culminar nas inevitáveis catástrofes que, em grande medida, purifica toda a região terrestre do globo do mal monstruoso. Mas as lideranças religiosas ou políticas não se dão conta desse lucrativo perigo eminente. Deve-se também ter em mente relevando notar que, até a destruição final, no exemplo dos Posseidones desapareceu um rei tributário – ou ao menos alguém líder de massa e conhecedor da infalível Lei imutável -, governante em alguma parte do continente insular, atuando sob a orientação aos “Prestadores de serviço devocional a Sagrada Hierarquia Angélicas sob Deus; a fim de refrear, onde fosse possível de acontecer, também os bruxos do mal satânico e orientar a pequena minoria que ainda estava disposta a levar uma existência fidedigna e saudável.

Ao que tudo indica, foi a tendência inata da raça turaniana (4a sub-raça) que a levou a desenvolver uma espécie de sistema feudal. Cada chefe era supremo em seu próprio território e o rei era apenas o “primus inter pares”. Eram uma raça violenta e bárbara, bem como brutal e cruel. Os chefes que compunham o conselho de estado ocasionalmente assassinavam o rei tributário, substituindo-se por um deles. Uma grande quantidade de mulheres participavam de suas guerras.

Os turanianos sofriam constantes derrotas nas batalhas travadas com seus vizinhos toltecas, muito mais numerosos; assim, tinham como meta principal o aumento da população. Para tanto promulgaram leis específicas que retiravam de cada homem a responsabilidade de sustentar a família. O Estado cuidava e provia a subsistência das crianças, que eram consideradas propriedade sua. Isso contribuiu, sem dúvida, para o aumento do coeficiente de natalidade entre turanianos, e a cerimônia do casamento passou a ser desprezada. Os laços da vida familiar e o sentimento de amor entre pais e filhos logicamente foram destruídos, o que levou o sistema a um verdadeiro fracasso total, sendo finalmente abandonado. Outras tentativas de encontrar soluções socialistas para problemas econômicos, que até hoje nos afligem, foram experimentadas e abandonadas por essa raça.

Os semitas originais, que eram uma raça belicosa, má, saqueadora e enérgica, sempre teve uma inclinação pela forma patriarcal dominante de governo. Seus colonizadores, que geralmente levavam uma existência nômade, adotaram essa forma de governo de modo quase exclusivo, mas, como já é sabido, desenvolveram um considerável império semítico e invadiram, como sói acontecer, a grande “Cidade dos Portais Dourados”. Entretanto, acabaram sendo obrigados a recuar diante do crescente poder dos acadianos.

Os acadianos afinal, cerca de 100.000 anos atrás, derrotaram o poderio imperial semita. Essa sexta sub-raça era um povo tribal muito obediente às leis. Mercadores e navegantes, viviam em comunidades sedentárias e, naturalmente, criaram uma forma oligárquica de governo.

Finalmente, o povo mongólico foi um aperfeiçoamento de seus vizinhos ancestrais, originários do selvagem tronco turaniano. Nascidos, como eram, nas vastas estepes da Sibéria Oriental, nunca tiveram qualquer contato com o continente-mãe e, sem dúvida por causa de seu ambiente, tornaram-se um povo nômade. Mais psíquicos e mais religiosos do que turanianos, de quem descendiam, a forma de governo para a qual tenderam exigia um suserano que exercesse o poder supremo, não só como governante territorial mal também como sumo sacerdote.

O indígena pele-vermelha típico da América do Sul ou do Norte, é o melhor representante atual da civilização do Toltecas, mas naturalmente não se compara ao indivíduo altamente civilizado dessa mesma raça em seu apogeu.

O Egito deve sempre ser recordado por todos nós, até porque o estudo dessa matéria deve fornecer ao povo brasileiro, principalmente, um importantíssimo esclarecimento a respeito de sua primitiva história rica em seus fundamentos tão atraentes. Embora o primeiro povoamento tribal dessa avançadíssima nação jamais ter sido, no sentido estrito da palavra, um território de colonizadores, foi a raça originalmente dos novos toltecas – a descendência semítica – que, muito posteriormente, deu-se o aliciamento do primeiro grande contingente tribal de emigrantes, destinados a se misturarem com os outros aborígines e exercer domínio junto deles.

Os mestres egípcios ministravam os estudos e asseguravam que a religião sempre foi e continuará ser um meio de aparentemente religar-se o verdadeiro ser vivo sobre a terra ao Todo-Onipresente, ao Criador Supremo. Não é um fim em si mesma, com propósitos e interesses exclusivistas, de qualquer das quatro classes ou ordens sociais, portanto, a instituição religiosa nunca deveria sobrepor-se à religiosidade. Utilizavam-se de acentuados símbolos nos ensinamentos ministrados aos aprendizes ou adeptos (fiéis iniciados) mais instruídos da Confraria Espiritual Iniciática. Evidentemente, essa imensa confraria iniciática o nascimento se deu simbolicamente do útero da imensa Esfinge.

Esse aprendizado, a assimilação dos conhecimentos humanos, sem objetos comparativos exteriores, é processo mental hermético que demora a acontecer na caminhada e a evolução dos seres humanos. Na verdade, o pensamento dos deuses são seres vivos, enquanto o pensamento dos homens são símbolo ou imagens.

O ensino desse estudo da “psique humana” eram e continuam sendo, ainda hoje, bastante explorados, como imagens ou símbolos, OS QUATRO ELEMENTOS DA NATUREZA: a terra, o ar, o fogo-princípio e a água. Neste sentido, descreve-se a importância da Tecnologia Astrológica ofertada aos melhores mestres, sacerdotes ou magos conscientes de Deus. Todas as melhores escolas filosóficas da Antiguidade, especialmente na Grécia, os grandes mestres utilizavam-se de acentuado simbolismo nos melhores ensinamentos originários da Confraria Espiritualista Iniciática, comunicados do Conhecimento perfeito, que eram chegado no âmbito interno da Grande Pirâmide.

Eram tomados por base sólida os quatro elementos e colocados em contraposição aparentemente dualista infalíveis, como forma arquetípica de entendimento compreensível da alma condicionada por intermédio dos seres humanos e como introdução seguida de análises interpretativas ao conteúdo do conhecimento primordial dos Arquétipos da Natureza, ou Elementais.

O elemento terra simboliza o animal-racional, ou seja, o homem incipiente, previsível e “pé no chão”, em comparação com o elemento ar – o homem filosófico -, contemplativo e algo tristonho em virtude da perda momentânea da identidade universal. O elemento fogo, é o significador temático das paixões, prazeres, dos desejos ardentes a todas as horas queimantes, face a exigência de satisfação imediata, em oposição ao elemento água: à serenidade, o domínio de si e a sensibilidade do princípio passivo (ou feminino).

Eis aí está a descrição essencial de todo o fundamento doutrinário de Umbanda Integral, e seu aprofundamento demanda muito estudo interior ou esotérico e tempo para sua assimilação por inteiro. Mostram-se nele a coexistência dos dois princípios irredutíveis e de oposições aparentemente opostas, em toda e qualquer ordem de idéias.

Estivemos militando no ambiente espírita kardecista, durante uma década, na Baixada Fluminense, convivendo lado a lado com alguns mais radicais e ortodoxos, achando-se superiores a todos os outros e com ojeriza por esses ensinamentos de fé raciocinante. Senti-me melancólico em algumas de suas preleções doutrinárias.

Por isso, então, floresceu a melhor Idéia das idéias, a Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil. Nessa ordem devemos expositar todos os conhecimentos humanos intemporais, sem discriminação alguma. Tempos conosco a evidente prova da Manifestação do Verdadeiro Ser Vivo, Espírito, para a prática de Caridade, Fraternidade e  Solidariedade, sempre presentes em todas as paragens  do Universo Cósmico.

Há cerca de 400.000 anos atrás, ocorreu a transferência em um acervo milenar histórico hermeticamente de uma grande confraria Iniciática. A Idade de Ouro dos remotos seres dos antepassados toltecas há muito declinara. A primeira grande catástrofe já acontecera. A degradação moral dos povos primitivos e a conseqüente prática das “magias negras” estavam se tornando mais acentuadas e se disseminavam por toda parte. Fazia-se necessário um ambiente purificado para a confraria Iniciática explorando unicamente a prática de “magia branca”. Portanto o Egito estava isolado e sua população era escassa. Por isso, foi a civilização escolhida do Onipresente, Criador Supremo. A colonização servia, assim, ao seu propósito e, não perturbada por condições adversas, a grande confraria Espiritualista Iniciática realizou seu trabalho de um bem definido propósito por, aproximadamente, 200.000 anos.

Cerca de 210.000 anos atrás, no tempo propício, a grande Confraria Espiritualista Iniciática fundou um império – a “Dinastia Solar Divina” do Egito – e principiou a ensinar aos povos. Daí em diante o primeiro grande grupo de colonizadores vieram trazidos da Atlântida e, em alguma certa ocasião, durante os 10.000 anos que precederam a grande segunda catástrofe, as duas Grandes Pirâmides de Giseh foram construídas, em parte para proporcionar amplas Salas para os ensinamentos iniciáticos e permanentes, mas também para atuar como Casa do Tesouro e Santuário de algum grande talismã de poder durante a submersão, que os Iniciados sabiam ser iminente.

Uma considerável imigração tribal de acadianos ajudou, então, a alterar estilo egípcio. Esta é chamada a Nova Era da Segunda “Dinastia Solar Divina” do Egito – na qual os aprendizes e adeptos Iniciados foram, novamente, os governantes da civilização egípcia.

Diante desta exposição, a opinião pública deve a todo o momento ter o pensamento que “o que é hoje terra seca na superfície do nosso globo foi, certa vez, o fundo do oceano, e o que é hoje o fundo do oceano foi, certa vez, terra seca”. Todo o feito histórico do desenvolvimento do globo terrestre mostra-nos que a distribuição de terra e água em sua superfície habitada está sempre e continuadamente mudando. Em conseqüência das mudanças geológicas da crosta terrestre, ocorreram e continuará a ocorrer elevações e depressões do solo em toda parte, às vezes mais fortemente acentuadas num lugar, às vezes em outro. É tal as recentes tragédias que acabamos de assistir no Afeganistão e no Iraque recentemente.

 

"SÓ A VERDADE LIBERTARÁ"

 


Última alteração em 05-23-2014 @ 02:31 am

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