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CRUZAUM - Cartilha nº 18
Inserido por: Itauna
Em: 05-23-2014 @ 08:13 am
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D´AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

 

Cartilha nº 18

 

OS TRAFICANTES DA PALAVRA DE DEUS

 

“Milenarmente, os pensamentos teológicos são imaginações simbólicas de todas as personalidades, ou ídolos ou figuras as mais expressivas da Humanidade. O budismo ou hinduismo, o islamismo, judaísmo, protestantismo ou catolicismo são posicionamentos humanos da teologia intemporais, ou sejam, de todas as ocorrências históricas. O Cristianismo do Cristo Redivivo é realidade eterna; o pensamento dos deuses ou orixás imemoriais são seres vivos”. (Aumbhandan)

Por quê persiste, ainda hoje, a discriminação religiosa, social ou política – a responsável por todo o aumento da violência e criminalidade -, provocada pelos marginais de qualquer desta natureza. Tomemos a defesa unicamente do verdadeiro ser vivo, e em respeitosa veneração ao Cristo Redivivo e a todos os arquétipos das mais remotas ancestralidades, seus fiéis aliados, chamados seres viventes. O que esses marginais desejam é cada vez mais aumentar suas receitas orçamentárias, e sob o pretexto de um evangelismo “de araque”. Para isso, então, invadem os ambientes restritos de outras organizações institucionais em várias solenidades festivas, desejosos em atingir alguns simpatizantes. São todos traficantes negociadores da palavra do Ser Supremo. Atualmente, tais atos delituosos estão acontecendo nos Estados de São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e outros.

Essa mesma prática de natureza religiosa ou política sempre aconteceu no território brasileiro desde a descoberta histórica, quando as mesmas instituições internacionais invasoras visavam a dizimação da milenar cultura da raça ameríndia e o genocídio total dos povos indígenas; como não bastasse os invasores criminosos de guerra trouxeram os remotos antepassados negros de nações africanas e os tornaram seus escravos, que também sofreram igualmente o pior extermínio quase total.

Os verdadeiros brasileiros autênticos deveriam conhecer a verdadeira  História Geral do Brasil, a que muitos escritores jamais pretenderam trazer para o conhecimento da opinião pública, ou porque não sabiam de tais ocorrências provocadas por aquelas personalidades estrangeiras, que vieram e se apropriaram de quase todo o patrimônio institucionalmente histórico e artístico nacional. Encontra-se, atualmente, sob o controle dos descendentes daqueles antepassados estrangeiros, e o pretexto estaria na “hereditariedade”. Muitos manifestam-se como tais! Então não se acabará já com essa praga chamada discriminação religiosa. Haverá por longo prazo as disputas entre os rivais religiosos. Fazem supor que a cada uma dentre as competições, os torcedores almejam a maior renda obtida sob o pretexto do dízimo obrigatório, para os cofres da “agência de informações religiosas” espalhada no território nacional.

Causa-nos estranheza ver seres humanos, dentre os três grupos étnicos da população brasileira, ou seja a miscigenação entre eles: o mameluco que resultou da violência sexual do branco ao indígena, o mulato resultante do branco a pessoa de cor negra e o cafuzo (índio e negro). Isso mostra a opinião pública todo o nefando modelo de vida religiosa, social e política desde o período colonial, o imperialista até os nossos tempos atuais. O quê explica ver hoje muitos negros e negras atrelados a mesma ideologia do protestantismo cujos os estrangeiros antepassados trouxeram para a implantação do modelo econômico desigual, favorecendo a formação de uma atual sociedade com muitas desigualdades e antagonismos? Já naquele período colonial aquelas lideranças religiosas promoviam “panfletos evangélicos”, cerceavam as consciências dos índios e dos negros de nações africanas, e nos discursos a garantiam a sociedade ruralista a “salvação” dos homens ou das mulheres. Esta era uma prática dos habilidosos  invasores infiltrados no território brasileiro!!! Com ela conseguiam unicamente toda a riqueza deste solo pátrio e o patrimônio histórico e artístico nacional. Mas os índios e negros que conseguiram? Nada! Nem mesmo toda cultura milenar de direito inviolável. Não se trata de contos lendários. Tem anterioridade e genealogia simbólica e descrita a partir de Adão e Eva – a representação figurativa do conteúdo da Bíblia.

Isto posto de uma maneira incontestável, preliminarmente, considerado que há, entre a porção ofendida, isto é, os fiéis umbandistas e a massa religiosa das várias seitas protestantes, isto é, a parte perseguidora, um confronto sistemático de conhecimentos humanos, convém aqui reproduzirmos uma sentença originária da Divindade, no Antigo Testamento, livro do profeta Isaías, capítulo LVI, pondo fim a todas as diatribes das lideranças protestantes: “Eis aqui o que diz o Senhor Deus: Guardai aquilo de direito, e praticai unicamente justiça, porque atrelada está a minha salvação Onipresente para vir, e a minha justiça para se manifestar. Bem-aventurado aquele que assim procede, e o filho do homem, que lança mão disso, que guarda o sábado para que o não profane, que guarda as suas mãos para não obrar mal nenhum. E nunca ataque o filho do estrangeiro, aquele que se une ao mesmo Senhor Deus, proferindo: - O meu Senhor com uma divisão é quem me separa do seu povo; e não diga o eunuco: Eis que eu sou visto como uma árvore seca infrutífera. Porque eis aqui o que assegura o mesmo Senhor Altíssimo a todos os eunucos: - Os que guardam os meus sábados, escolhem aquilo que me ofertam de modo a agradar-me, e abraçam a minha aliança igualmente, DAR-LHES-EI  MORADA NA MINHA CASA E DENTRO DAS MINHAS MURALHAS INTRANSPONÍVEIS UM MEMORIAL E UMA IDENTIFICAÇÃO MELHOR DO QUE LHES DERAM OS FILHOS E FILHAS DA TERRA; um nome originalmente eterno, que nunca se apagará.

A todos os estrangeiros, que se atrelam a Mim, para Me servirem com devoção, e para amarem o seu Senhor, Criador Supremo, sendo deste modo servos devotados seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a minha aliança eterna, TAMBÉM OS PERMITIREI SER LEVADO AO MEU SANTUÁRIO NO SANTO MONTE, e os alegrarei na minha Casa de oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos NO MEU ALTAR, PORQUE A MINHA CASA É CHAMADA CASA TEMPLÁRIA DE ORAÇÃO PARA TODOS OS POVOS HABITADOS SOBRE A TERRA. (Isaías, capítulo LVI, versículos 1 a 7)

Diante desta exposição irrefutável, é injustificável qualquer uma investida odienta dos chamados bispos, pastores ou padres nas várias solenidades festivas sob o pretexto do trabalho de “evangelização”, e infiltrados nos redutos alheios. Mostramos que não têm nenhum respeito perante a palavra de Deus por intermédio dos profetas seus servos quanto mais a Constituição Brasileira, que diz: É inviolável a liberdade de Consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias. Ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política salvo, se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta a recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei.

Ficamos a imaginar o que seria no futuro essa gang protestante do “mercado paralelo”, mediante as negociações escusas, pretender a soberania governista do país. Seria o caos social, político e religioso!

O que é preciso deixar muito claro para a multidão dos povos atuais que, qualquer texto de natureza da Divindade imemorial escrito hoje, seja de que período e cultura milenar for, teve por base a Tradição primeva oral (quer dizer o sistema D´Aumbhandan) ou escrita incipiente da Sabedoria primordial do ser vivo de todos os tempos. Nesse período a língua primeiramente muda ou, posteriormente, falada era a devanagárica ou vatan. Séculos depois, foram sendo sucessivamente traduzidos para outras línguas conhecidas: o tupi-guarani, o sânscrito, o aramaico, o cuneiforme, o siríaco, o árabe, o hebraico, o armênio, o grego, o latim etc., etc., etc.

A ortodoxia radical achava que outros textos e alguns milagres eram “exagero” e “risíveis”, outros aceitáveis. Nos círculos religiosos e intelectuais, baseados nessa mesma idéia tola, muitos outros ficaram definitivamente fora, como o famoso livro de Enoch, o livro da  Ascensão de Isaías e outros.

O fanatismo não lhes permitiu enxergar a permanente realidade. A interpretação ao pé da letra que mata lhes cegou duma vez. Como veio acontecendo com alguns outros textos incluídos nas compilações atuais, mas os originais evaporaram da existência terrestre; deles apenas porções dos seus fragmentos recolhidos, servindo basicamente para as mais antigas fontes redacionais e tradutórias. A razão mais freqüentemente conhecida pelos historiadores foi a sua incineração provocada por lideranças religiosas intolerantes, fanáticos, inconseqüentes e criminosos dos primeiros séculos. Eram traficantes do ensino da palavra do Senhor Altíssimo empenhados em não permitir o acesso em muitos manuscritos do que classificam de bruxarias ou heresias. Felizmente, uma boa porção deles pôde salvar-se desse ataque de traficantes do ensino sob Deus graças às traduções autênticas. Até o “Águia de Haia” foi co-autor dessa intolerância, durante a implantação do modelo da política imperialista infiltrada no território brasileiro, com a queima do melhor acervo original da cultura milenar yorubana dos negros feitos escravos dos invasores estrangeiros.

Qual foi o critério usado para essa classificação hedionda? Que bruxaria ou milagre poderia ser mais “exagerado”, nesse particular, do que a referência no livro de Tobias, capítulo XII, versículo 15, assegurando: “Eu sou o anjo Rafael, um dos sete espíritos que assistimos diante do Senhor Altíssimo”. Que heresia poderia existir, nesse caso, do que consta neste outro livro Primeiro Reis, capítulo IX, versículo 9-10 – tradução antiga –, dizendo: “Antigamente em Israel todo o que ia consultar a Deus dizia assim: Vinde, e vamos ao vidente. Porque esse que hoje se chama profeta, era realmente o que chamamos então vidente. E o rei Saul respondeu ao seu criado: - Dizes muito bem, anda, vamos consultá-lo. E foram à cidade, onde morava o homem de Deus”. Algum corifeu protestante se atreveria dizendo que isso é “exagero” ou “risível”?

Diante deste manifesto alertando a comunidade negra, mestiça ou mulata, que, em uma determinada ocasião, após a obtenção do desenvolvimento espiritual em algum dos templos de Umbanda, tendo feito desse mesmo trabalho ritual um meio de ganho fácil, descambaram e foram as lideranças em busca de uma remuneração mensal, sob o pretexto de um outro trabalho de “evangelização”, nos diversos Estados-membros da nação umbandista, chamada Brasil. Maldizem dos espíritos! Espírito é Deus (ver o que está dito no Evangelho João, capítulo IV, versículo 24).

Lembrem todos os corifeus protestantes da bancada de “evangelização desta outra advertência incontestável. Em relação aos originais do Conhecimento perfeito então desaparecidos, de épocas em épocas ocorre um achado arqueológico (ver isto confirmado na obra do escritor Ivar Lissner, tradução de Oscar Mendes, intitulada “Assim viviam nossos antepassados”, 1o vol., editora Itatiaia Ltda. Ano de 1959, Belo Horizonte, páginas 33 e as seguintes) e vários outros vêm à tona, em desonra do fanatismo religioso que, ainda hoje, impuseram os noviços corifeus em nossos tempos na atualidade. Esteja a opinião pública muito bem alertada e atenta! Não nos basta achar que o conteúdo da Bíblia atual é que nos satisfaz para alcançarmos toda Sabedoria primordial. Há muito mais saber nesses textos originais sob Deus do que à vã filosofia humana dos corifeus travestidos de vestidura branca, estando atrelados nas seitas sectárias diversificadas.

Admitem os fiéis umbandistas que quando o Senhor Jesus nasceu naquele solo palestino antigo, Cristo, a Perfeição Onipresente em tudo, uniu-se à Sabedoria e Espiritualidade tendo descido a sete dimensões visíveis, assumindo em cada uma a forma arquetípica dos anjos de luz que ali habitam vigilantes. Pôde assim manifestar-se camuflado e interpenetrar no corpo de Jesus desde o momento solene em que o precursor João Batista o confirmava no ato batismal sob Deus.

Desse mesmo modo as manifestações das divindades imediatamente subordinadas ao Onipresente, no compartimento restrito de Umbanda típica do Brasil, interagem por meio da mediunidade orgânica dos fiéis umbandistas, uma vez que esses seres vivos da espiritualidade têm descido sucessivamente a sete mundos ou planos visíveis aos videntes.

Ouçam os que tiverem ouvidos de ouvir!

Os corifeus das várias seitas protestantes, exceto alguns pouquíssimos do conhecimento nosso, ouvem dizer em relação os Essênios, citados no Novo Testamento bíblico. Na verdade, era a confraria espiritualista iniciática, onde congregavam os primeiros devotos conscientes de Cristo, chamados “iniciados cristãos”. Como deixarmos de classificar como cristãos autênticos os Essênios, os terapeutas, João Batista, João (o Evangelista), os fiéis nazarenos, Filon – considerado o Platão hebreu, em cuja doutrina se inspiraram os mandatários da Igreja dominante – e muitos outros cristãos fidedignos?

Uma descoberta de um achado arqueológico dos originais desaparecidos nas escavações feitas nas cavernas, no Alto Egito, propiciou na atualidade um melhor e elevado conhecimento dessa confraria iniciática dos Essênios. Foram eles os primeiros precursores a promover com exclusividade a difusão do movimento de entronização do Cristianismo de Cristo que precedeu o nascimento previsível desse que chamamos Jesus, mas em respeitosa reverência.

Acreditavam os esses primeiros cristãos na imortalidade da alma, estando mesmo localizada dentro de cada uma das formas de vida criadas, e na sua transmigração inimaginável. Tinham conhecimento sobre sua descida das esferas etéreas ou astrais, segundo a designação do Ser Controlador Supremo, para localizar-se dentro de um organismo específico durante a sua permanência terrestre entre todos os seres humanos vivos.

Constituíam uma admirável confraria espiritual iniciática bastante distinta e diferenciada e seu contingente nuclear era formado de ascetas que habitavam nas cavernas de Qumran (ver a obra intitulada “Apócrifos – Os proscritos da Bíblia”, compilados por Maria Helena de Oliveira Tricca, ed. 1995, editora Mercuryo, São Paulo, páginas 15-16). Os seus abnegados não freqüentavam a catedral de Jerusalém porque a consideravam “reduto templário da perdição da massa ignara”. E no geral os preceitos dos homens ali eram muito rígidos, antimisericordiosos e bastante inflexíveis (ver no Deuteronômio, capítulos VII, versículo 16; XIV: 22 a 26; XV: 4 a 9).

Por esta razão, então, aparece, repetidas ocasiões, o Cristo como o verdadeiro Ser vivo – a Luz do Mundo –, que permanentemente manifestar-se-á por meio do filho do homem para remir outros tantos seres da mesma luz aprisionados nas trevas, enquanto existirem habitados na terra.

INTENCIONAM INTERDITAR A UMBANDA

 

Tem a Umbanda tipicamente brasileira “poderosos” inimigos, isto é, os militantes das várias seitas ou igrejas protestantes, que promovem o sectarismo no atual modelo religioso ou político, no território nacional. Agem eles visando a interdição, bem como o fechamento das instituições de natureza jurídicas umbandistas, deteriam assim a sua propagação no Brasil. Isto está acontecendo, sendo notável por todas as autoridades dos poderes constituídos vigentes e quase todo o povo do país.

Por esta causa, e se for preciso, estaremos promovendo, no mais breve prazo considerável, UM ATO PÚBLICO DE REPÚDIO A TODA INTOLERÂNCIA COM A UMBANDA INTEGRAL E, CONSEQÜENTEMENTE, COM OS FIÉIS UMBANDISTAS, EM TODO O PAÍS, ANUALMENTE. Amadureceremos este ideal umbandista!

“Cada um fiel umbandista é a garantia do outro fiel umbandista!”

Eis aí descrevemos a solução final, ou seja o meio de os intolerantes perderem a peleja mais prontamente; pois essa violência ou desenfreada ação ordinária delituosa é a argumentação dos que se manifestam sem razão alguma. Se a Umbanda fosse uma quimera, ela sofreria sua desaparição por si mesma nestes 106 anos de anunciação no Brasil, sem que precise nenhum dos corifeus protestantes se dar o trabalho de “evangelização” de a destruir. Então se a perseguem é porque a temem: só as coisas reais ou sérias infundem temor. Se é uma realidade está, como têm dito os fiéis umbandistas, na Natureza, no Universo; e as Leis imutáveis não se revogam com alguma penada da igreja ou seita de perdição.

Se toda manifestação do verdadeiro ser vivo, isto é, Espírito fosse privilégio de um único ser humano, eliminando-se este, sem dúvida, colocar-se-ia fim às manifestações dos espíritos no mundo inteiro. Infelizmente para todos seus inimigos – adversários religiosos ou políticos –, tais manifestações não são mistérios para nenhum ser vivo. Nada possuem de secreto, de oculto; tudo se manifesta à luz meridiana; estão ao alcance da sociedade humana atual e SE PRODUZEM NA CATEDRAL, IGREJA, NO PALÁCIO COMO NA CHOUPANA. É verdade!!!

Podem pretender a proibição de seu exercício publicamente; mas nós já sabemos que não é precisamente em público que tais manifestações dos espíritos, verdadeiros seres vivos, se produzem, e sim na intimidade do ambiente templário atrelado a Natureza. No púlpito das seitas, são espetáculos risíveis.

Pode cada uma pessoa ser médium de efeito físico visível ao comum dos seres vivos ou se algum dotado dos mais diversificados dons espirituais latentes. E quem poderá proibir a família no interior do lar doméstico, se a pessoa no silêncio de seu compartimento ou gabinete, o prisioneiro entre suas grades, manter estreita conexão direta travando comunicação com os espíritos habitados, sim, na Casa do Senhor Deus e dentro das suas muralhas intransponíveis, tendo uma identidade nominativa, e que não é comparada a que lhes deram os filhos da terra (ver o livro do profeta Isaías, capítulo LVI, versículos 1 a 7), apesar de as formas etéreas ou astrais?

Admitamos, entretanto, que um parlamentar representante do povo fosse bastante poderoso para a impedir em um Estado-membro da República. Impedi-la-ia em algum Estado, em alguma parte do mundo, já que não há um único país ou uma única nação em todo o mundo em que não se encontrem médiuns?

Por outra parte, a Umbanda Integral não depende da sociedade humana atual. É obra de edificação indestrutível dos Espíritos, que nunca os poderosos podem exterminá-los, como fizeram sofrer os milhões de índios naturais da raça ameríndia, os aborígines brasileiros, e outros tantos negros de nações africanas feitos escravos dos invasores criminosos de guerra, sob o pretexto da descoberta histórica do país, nem ser queimados os mesmos espíritos conhecedores de todos os remotos antepassados do Brasil colonial nem podem ser encarcerados.

Consiste na crença individual ou coletiva e não nas instituições jurídicas, que de maneira alguma são imprescindíveis. E mesmo que se chegasse ver a destruição de todos os manuscritos a respeito do Espiritualismo (e nós, fiéis umbandistas, cremos que os há aos muitos milhões no mundo) os Espíritos se antecipariam e ditariam mais e mais outros.

Em resumo: A UMBANDA INTEGRAL É HOJE EM DIA UMA REALIDADE, UM FATO REAL CONSUMADO. Conquistou seu lugar na opinião pública.

 

SEM COMUNIDADE ATUANTE, NÃO HAVERÁ

REPRESENTANTES POLÍTICOS JUSTOS.

 

Os invioláveis direitos e garantias constitucionais são fundamentais. Neste sentido, a obrigação de ter respeito a liberdade de consciência e de crença não é particular aos fiéis umbandistas; antes que alguém exija maiores explicações, entretanto, mostramos em que terreno de atuação nos colocamos, ao tomar a defesa igualitária dos direitos e deveres constitucionais, de acordo com o que determina a Constituição da República Brasileira.

Agindo assim, em 15 de novembro de 2002 / 94o Ano da Anunciação da Umbanda típica do Brasil, a equipe administrativa da Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil destinou o Ofício nº 001/02/CRUZAUM ao Diretor de População e Indicadores Sociais do IBGE, Dr. Luiz Antônio Pinto de Oliveira, e ainda sem obter a resposta merecida desse órgão público – Assunto: Suspeita de discriminação – Providência (Solicita). Mas continuamos atentos!

Devemos manifestar-lhes que não iremos em busca nem pretendemos absolutamente a conversão dos que são adversários às nossas idéias e Ideologia de vida social, religiosa ou política. Se por curiosidade as desejam conhecer, poderão investigá-las nos escritos específicos da Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil acima de tudo em que SE ENCONTRAM EXPOSTOS, onde será fácil estudá-los profundamente. Deste modo, na forma da lei, cada um curioso terá a liberdade de expressar seu repúdio ou a sua aceitação, sem a pretensão de que saia do reduto oposicionista. O trabalho devocional exercido na Umbanda não se rege baseado com a obrigatoriedade de remunerações mensais, em obediência a Consolidação das Leis Trabalhistas vigentes. Temos cada um de nós uma ou outra ocupação profissionalizante através da qual nos contentamos com nossos ganhos oficiais, na qualidade de servidores públicos ou da esfera privada.

A Umbanda Integral exerce como finalidade o combate a incredulidade e suas funestas conseqüências, prova de maneira incontestável a sobrevivência da alma ou do espírito e a realidade da vida eterna. Ela destina-se, pois, aos muitos que não crêem em nada ou que duvidam até da Natureza e dos próprios elementos fogo, água, terra e ar akasha. Os que asseguram ter fé religiosa adquirida após receber a pregação das lideranças da sua igreja particular e aos que só esta fé satisfaz, dela pode ser que não precisem. Quem sabe algum dia!!!

O Universo foi produzido pelo fogo e é pelo fogo que ele deve se consumir. Acrescentamos que o elemento fogo não é somente o princípio vivificador, mas também o princípio destruidor.

Eis aí se descreve um texto originalmente da mais antiqüíssima cultura milenar da avançada civilização ameríndia que plenifica e ilumina o sistema Aumbhandan, encontrado séculos depois e formulado de maneira científica pelo maior dos filósofos gregos da Ordem de Iniciação Jônica, Heráclito da província de Éfeso.

Heráclito via, também, no elemento fogo o princípio do Universo visível. Concluiu: “O fogo é o elemento gerador e é de suas transformações, seja quando se rarefaz, seja quando se condensa, que NASCEM TODAS AS COISAS, ESPECIALMENTE, DO PLANETA. O fogo se condensando torna-se vapor; este vapor, tomando consistência, torna-se noutro elemento, água; a água, pelo efeito de nova condensação, torna-se o elemento terra”. Eis o que até aí o cientista e filósofo Heráclito chamava essa espiral de “movimento de alto a baixo”. – Inversamente, o elemento terra, rarefazendo-se, transforma-se em água, da qual vem pouco a pouco todo o restante, por meio de uma evaporação que se opera em sua superfície. Eis aqui, portanto, o “movimento de baixo para cima”.

Nesses dois movimentos, de alto para baixo e de baixo para cima, e nos dois fenômenos, de condensação e de rarefação, RESUME-SE TODA A COSMOGONIA DE NOSSO SISTEMA PLANETÁRIO E TODA SUA PLENITUDE. Pois esses dois fenômenos acompanham juntos, unidos, atrelados a toda descida do Espírito à matéria e a subida decorrente da matéria física-etérea em direção ao Espírito Incognoscível.

Acrescentemos que o cientista e filósofo Heráclito depositou seu livrou extraordinário a respeito de “O FOGO-PRINCÍPIO” no recinto interno do Templo de Diana, em Éfeso, satisfazendo um desejo pessoal em mostrar ao mundo com isso que ele encerrava de maneira honrosa a tese  científica, talvez, mais fascinante da Iniciação última e dos deuses que o inspiraram, isto é, e não somente em virtude da reflexão e da razão, e graças as freqüentes concentrações e o mínimo silêncio. São requisitos indispensáveis a liberdade do pensamento – Tu És Aquilo! Nesse tempo, a filosofia de viva sempre foi e é sobretudo intuitiva e sintética. Tornou-se analítica a partir de Eleatas, e a dialética com Sócrates, Platão e Aristóteles.

Convém, aqui agora, concedendo nossa honra igualitária, reproduzirmos o ensinamento do não menos sábio, do mais clarividente dos teósofos contemporâneos. Ele acrescenta junto da ciência contemporânea a doutrina básica dos quatro elementos da natureza e do Fogo-Princípio, a saber:

“Para melhor compreensão desta tradição primeva de todos os tempos”, assegura Rudolf Steiner, “é preciso considerarmos o fogo em suas ligações com os quatro elementos. O sentido desses quatro elementos não é mais compreendido pela comunidade materialista contemporânea. No sentido eminentemente esotérico, tais elementos da natureza não significam corpos simples e irredutíveis, segundo o conceito da Química Moderna, mas OS  ESTADOS SUCESSIVOS DA MATÉRIA. 1o – A Terra significa o elemento Sólido (neste sentido o gelo é da terra). 2o – A Água significa o estado Líquido (neste sentido o mercúrio e o ferro fundido são da água). O fogo ou o calor é um estado mais sutil e mais fino que o elemento ar. Poder-se-ia  chamá-lo  de  A MATÉRIA RADIANTE (a palavra  é  dos Crookes). 3o – O fogo se distingue dos outros três elementos sobretudo porque ele os penetra e interpenetra todas as coisas, enquanto eles são separados uns dos outros. Outra diferença: Pode-se tocar o sólido, o líquido e o gasoso. Sente-se exteriormente por um certo grau de resistência. Pode-se tocar do mesmo modo um corpo abrasador, todavia o calor se sente também interiormente.

A Sabedoria primordial acentuava isto. O fogo é ao mesmo tempo um elemento exterior e interior ao ser humano e a tudo.

Os sábios já diziam uma realidade: Com o elemento fogo, a matéria torna-se alma viva. Existe alma no fogo, existe fogo na alma.

“O fogo é, pois, porta inicial pela qual se penetra do exterior no interior de todas as coisas existentes. Quando se olha um objeto que queima, vêem-se duas coisas com o fogo iniciativo: a fumaça e a luz. A luz nasce do fogo, mas pode-se  vê-la? Acredita-se, e isto NÃO É VERDADEIRO. Vêem-se objetos sólidos, líquidos ou gasosos iluminados pela luz. Não se vê a luz propriamente dita. A luz física é, portanto, realidade invisível. Indo do fogo à luz, entramos no invisível, no etéreo, no espiritual. O inverso sucede com a fumaça.

Quando alguma coisa queima, assistimos à passagem do material para o espiritual, que produz a luz. Mas esta passagem se empana pela opacidade da fumaça. Com a fumaça o fogo insere um elemento espiritual na matéria. Nada nasce isoladamente! Todo progresso se paga por um retrocesso inverso e proporcional. LÁ ONDE SE PRODUZ A LUZ, PRODUZEM-SE TAMBÉM A SOMBRA. O elemento ar nasce do fogo transformado em fumaça; o elemento água, do ar condensado em líquido, e a terra, do líquido solidificado. Sob esta certeza, “o Universo inteiro é de fogo concentrado e de Espírito encantado na matéria”.

Ao que o corifeu protestante retruca: “Creio no discurso feito do púlpito da minha seita ou igreja, atenho-me ao que ela propaga e sinto-me satisfeito com o meu ganho”. E a Umbanda Integral responde-lhe que não cuida de impor-se a ninguém e que não desceu no Brasil com a intenção de forçar convicções social, política ou religiosa.

A liberdade de consciência e de crença é uma conseqüência da liberdade de pensamento. Este é um atributo do ser humano. A Umbanda estaria em contradição com seus princípios de misericórdia, de caridade irrestrita e de tolerância se não os respeitasse. Prescreve, fundamentalmente, que toda crença, quando sincera e não induz a ocasionar prejuízos aos fiéis e ao próximo, mesmo errônea segundo o julgamento alheio, é digna de respeito ainda assim.

Se, por exemplo, uma pessoa teima em acreditar que é o Sol que gira e não a Terra, dir-lhe-emos: “Creia, se lhe agrada, de vez que isso não opõe obstáculos aos movimentos conhecidos da Terra. Mas note que, assim como não procuramos violentar-lhe a consciência, não deve você ou quem quer que seja pretender violentar a consciência de outrem nem violar o domicílio alheio. Cada vez que se transforma uma crença, intimamente inofensiva, em elemento de perseguição, torna-se ela nociva e deve ser combatida publicamente”. Isso corrobora a tese inadiável de promovermos, anualmente, num mês a combinarmos, para a maior manifestação pública de repúdio a toda intolerância com a Umbanda, aos Centros Espíritas homenageando o pioneirismo dos médiuns brasileiros inesquecíveis: Francisco Cândido Xavier e Zélio Fernandino de Moraes, e o Candomblé dos descendentes afro-brasileiros. Este será um movimento de verdadeira entronização do Espiritualismo a ser ordeiramente organizado nos Estado por Estado, em todo o território e numa mesma data. A realização deste evento pacífico sendo muito bem preparado e executado, ano por ano, no país dar-nos-á maior fortalecimento e avanço espiritual, junto aos nossos guias espirituais, os auxiliares invisíveis e o Educador dos educadores, o Senhor Jesus Cristo. Será a Passeata como jamais se pensou que ocorreria em todo o território nacional, e com muita festa! Afinal, somos os mais alegres amigos dos verdadeiros seres vivos, os Espíritos prestadores de serviço devocional ao Senhor Altíssimo.

Eis aí está uma maneira, um melhor desafio para combatermos o bom combate, sendo fiel na fé raciocinante em Deus.

“Duas coisas indicam fraqueza – Calar quando é preciso falar

e falar quando é preciso calar”. (Provérbio Oriental).

Mantivemo-nos calados a 94 anos, período em que homenageamos os aniversariantes supra-citados.

“Nós não podemos esperar conquistar a massa... O que é necessariamente preciso é selecionarmos os simples de coração, dentre uma nova casta de lideranças – as mais instruídas –, ou sejam homens e mulheres que nunca se deixem vencer pelos interesses pecuniários vindos dos oposicionistas – os corifeus das várias agremiações adversárias”. A massa ignara só pede pão e distrações ou divertimentos. A ignorância e o fanatismo são os piores males!

Para o melhor objetivo em alcançarmos o bem definitivo propósito durante as passeatas nos vários logradouros, nos vinte e sete Estados brasileiros, além das muitas faixas com dizeres confeccionados nas jurisdições locais, sempre explorando as fazenda e cores azuis, também, nos seus Estados promovam a propagação de uma enorme Bandeira Branca, retangular, com enormes dizeres: DOMÍNIO DOS ESTADOS UNIDOS SAGRADOS DOS BRASILEIROS, inscrições na cor vermelha (num formato de um arco); ao centro deste estandarte desenhem uma enorme Estrela de 5 (cinco) pontas, e sempre uma ponta do vértice principal apontada para cima, isto é, elevada as mais altas dimensões siderais do Universo celeste. Damos abaixo os modelos, exemplificando a uniformidade a ser seguida nos 27 Estados-membros da República do Brasil:

Este é o mastro que se carregará ano por ano.
 

 

Esforcemo-nos com o bom propósito de projetarmos todo este movimento de melhor entronização de todos os verdadeiros seres vivos, e projetado, mentalmente, construindo-se, no mais curto prazo possível, desde aqui da superfície do solo brasileiro e, reciprocamente, a ser plasmado permanentemente até as mais elevadas superfícies siderais do Universo.

“Sempre que dois ou mais verdadeiros seres vivos se aliam imbuídos em um único Espírito de Luz Radiosa, com o mesmo bem definido propósito até alcançar o píncaro transcendental divino de um determinado fim, esta aliança real gerará breve, se respeitada por todos os muitos milhões de aliados, seus poderes sobrehumanos de natureza indestrutíveis”. (Aumbhandan)

Abreviando-se a palavra de ordem inserida no interior do estandarte nosso, constrói-se a seguinte sigla: D E U S  dos Brasileiros.

Vejam os que tiverem olhos de ver!

Com esta sigla – D E U S  dos brasileiros – muitas outras pequenas  bandeirolas podem ser confeccionadas e propagadas durante os percursos em todas as ruas, por ocasião da passeata.

Às faixas alongadas podem ser produzidas outras frases de efeitos acentuados, como: “Estandarte da Concórdia Mundialmente Umbandista”

“Nossa Guerra é contra toda Intolerância Religiosa”!

“Ser Vivo, Conhece-te a ti Mesmo”!

“Quem conosco não se une, Não são dos Nossos”!

“Os Semelhantes são Atraídos por seus Semelhantes”!

“O Brasil é realmente a Nação Umbandista”!

Estando sendo qualquer um fiel umbandista inquirido pelos corifeus adversários nossos sobre a originalidade dos nossos básicos conceitos doutrinários, reconhecidamente no conteúdo da Bíblia, damo-lhes as coerentes explicações sobre os fragmentados textos que os antigos tradutores idôneos já compilaram, como porções dos ensinamentos sob o Deus Supremos que assiste sempre na Confraria dos deuses, Onipresente no meio; nesse Conselho dos deuses imediatamente inferiores julga os mesmos, com a reta Justiça; admoesta-os a fazer justiça ao necessitado e ao órfão, e atentos à razão do humilde e do pobre; tirai o simples e o pobre, livrando o desvalido da mão do pecador religioso ou não. Lembrai-lhes o que Eu já disse: “Vós sois deuses, e todos são essencialmente filhos do Ser Altíssimo, o Excelso (ver isto está dito pelo profeta, no livro dos Salmos, capítulo LXXXII, versículos 1, 3-4 e 6 do conteúdo bíblico). Convém aqui reprisar o que já dissemos do texto, no livro de Isaías, capítulo LVI, versículos 1 a 7 anteriormente mencionado. Mais extraordinário é sabermos disso: “Eu Sou também o que vos falo pelos profetas fidedignos, devotos conscientes de Cristo, e Eu lhes multiplico as visões; e pela mão dos mesmos profetas SOU REPRESENTADO POR TRÁS DE MUITAS DIFERENTES FIGURAS EXPRESSIVAS FAMOSAS (ver no livro de Oséas, capítulo XII, versículo 10). Ele é quem nos dá a existência em dois poderes diários; ao terceiro Ele faz-nos tornar à vida (ressuscita ou renasce), e todos nós vivemos permanentemente na sua Onipresença. Assim entramos compreensivelmente na Ciência de Cristo, e o seguimos com o mesmo retoagir, com o objetivo de nos conhecermos nós mesmos e o Onipresente, Criador Supremo; a sua saída aparelha-se como a do alvorecer, e Ele desce até o interior nosso e se manifesta como a chuva, como a chuva serôdia que banha toda Terra e toda a plenitude do Criador de tudo. Por isso só Eu vos abato por intermédio dos ensinamentos ditos através dos meus profetas; pela palavra dita pela boca dos escolhidos de Deus os anulo duramente, até os mato se preciso; e os meus juízos Eu exerço sempre sobre ti mas sairão com a mesma luz (ver o mesmo livro de Oséas, capítulo VI, versículos 3 e 5). Eu disse: “Vós sois a luz do mundo” (ver no Evangelho segundo Mateus, capítulo V, versículo 14).

Diante desta exposição estarrecedora, os corifeus religiosos das várias seitas de perdição se mostram intolerantes com nossa Umbanda típica do Brasil porque são velhacos. Sabem que o fiel umbandista sabe realmente a interpretação verdadeira do conteúdo da Bíblia, no que diz respeito a porção da admoestação do Deus Supremo a todos os seres humanos na atualidade.

Sempre que pergunta-nos: Qual é a doutrina básica dos fiéis umbandistas? respondemos: Eis aí está compilada no conteúdo da Bíblia.

Eis aí descrevemos a Umbanda Integral que desafia a todos que a não tolera, aos que ainda não se curvaram a sua base de doutrina eminentemente científica, nem aceitam a mediunidade orgânica sob Deus mostrada na compilação do conteúdo da Bíblia pelos antigos tradutores mais coerentes. Não se rendem ante a realidade absoluta da mais nobre evangelização de Umbanda aos fiéis umbandistas do país.

Ao que o próprio Senhor disse por meio do profeta Oséas a saber: “Por isso misericórdia é o que eu quero, e vim implantar no Conselho Soberano de Informações dos Discípulos da Confraria, entre os deuses atuantes, dentre os habitados sobre a terra, e não holocausto, e a Ciência de Deus mais do que os sacrifícios.

Mas vós corifeus transgredis a começar dos exemplificados delitos cometidos através da descrição de Adão, de seu filho Caim e de seus descendentes espalhado no mundo. (Estaríamos nós aqui, ao expositarmos com verdades incontestáveis, cometendo heresia ou bruxaria? Evidentemente, não).

É verdade, desde aqueles atos delituosos até hoje o Senhor Altíssimo quebrou o Arco de aliança feita com Israel e, conseqüentemente, com todos os intolerantes no vale de Jezrael (ver o livro do profeta Oséas, capítulo I, versículos 5 a 7). E o Senhor disse mais a Oséas: Chama-lhe doravante pelo nome “antimisericordiosa”; eu não mais tornarei a  favorecer espiritualmente toda a comunidade de Israel nem perdoar inteiramente toda a sua descendência, devido a prática de antimisericórdia até mesmo demonstrada com o Senhor Jesus, filho de José e de Maria. Porém da Casa de Judá, descendência do profeta Davi, me compadecerei, e os dessa província os salvarei pelo seu Deus; pois não lhes asseguro que salvo pelo mesmo Arco da promessa feita a todos de Israel, nem pelas operações de guerra, nem pela espada, nem pelos bravos cavalos, nem pelos cavaleiros dos vários contingentes de cavalaria.

Após desmamar aquela que outrora era favorecida, Israel, sua filha que passa chamar-se “semi-misericórdia”, o seu poder concebeu, novamente, ou seja, a terceira vez e outra virgem pariu e deu à luz ao filho varão. Aqui há Sabedoria! Todo o que ler entenda! (Ver o livro e decifra o que está dito pela boca do profeta Oséas, capítulo I, versículo 8). Os fiéis umbandistas já decifraram antes dos corifeus protestantes. Trata-se de Jesus, o filho varão.

Ao que assegura o Senhor a Oséas: Põe-lhe a identificação nominativa de NÃO-MEU-POVO doravante; porque VÓS NÃO MAIS SOIS O MEU POVO ELEITO, E EU NÃO SEREI MAIS VOSSO DEUS MISERICORDIOSO. Garante a palavra do Senhor! (Qual é o novo povo eleito do Senhor Altíssimo? Qual é a Nova Nação preferencialmente eleita? Bem, elevado à Ordem do Dia, “ouviram do Ipiranga as margens plácidas de um povo heróico, sofrido, o brado retumbante, e o Sol da liberdade, em raios fúlgidos, brilhou no céu esta Pátria amada nesse instante, a que chamamos Brasil acima de tudo. Por que não!!!

É verdade, estamos assistindo o cumprimento das predições proféticas, ocorrendo hoje em todos os países, todas as nações e todos os povos no mundo inteiro, sem escapatória de alguns. Todos estão vendo a exatidão das palavras do Deus Altíssimo por intermédio dos seus verdadeiros profetas, devotos fidedignos conscientes de Cristo. Trata-se, evidentemente, da cobrança segundo a promessa feita a todos os mais remotos antepassados de Israel e firmada em um Arco representativo, segundo a confirmação feita no vale de Jezrael.

De resto, abstemo-nos, não obstante, de escutar futilidades ou discutir determinados preceitos ou dogmas dos homens seguidores do judaísmo ou protestantismo, entre toda a camuflagem do específico trabalho de “evangelização” da massa ignara. Só discursam uma mesma pregação: cura “milagrosa” dos males físicos, súplica do perdão, em troca a obrigatoriedade do pagamento dos dízimos e estipulam hoje, o mínimo de 10% (dez por cento) dos ganhos pessoais por inteiros; do que não se deve ocupar a Umbanda edificada nos corações daqueles que a ela se constituem fiéis umbandistas, já que cada um é livre de a julgar por reconhecer os textos originalmente básicos do Conhecimento Perfeito. Nunca os procuramos, porém, com o intuito de lhes destruir a fé pela coação de pessoa alguma.

Todo aquele que nos procura e vem como devoto consciente de Cristo, como fiel devoto o recebemos. O que nos despreza, em paz o deixamos ir. Este é o aconselhamento de cada uma liderança da comunidade desta nação umbandista que jamais cessa de fazê-lo a todos os fiéis a Umbanda em Cristo e com o Cristo. Nunca o líder incentiva os que a si mesmo atribuem a missão de converter a terceiros que almeje a mesma busca em um outro reduto, onde se sinta entre os afins. Diz-lhes sempre: “Vão e semêem no campo único dos incrédulos, onde ali há messes abundantes a recolher, sem a violação da liberdade de pensamento e de consciência”.

A Umbanda Integral não se impõe porque, como já dissemos, respeita a liberdade de crença. Compreende sobretudo, por outro lado, que toda fé imposta é superficial, transitória, e só oferece aparências exteriores da fé conscientemente raciocinante; nunca é a fé fidedigna, de fidelidade a toda prova. Expõe seu princípio último aos olhos de toda gente, de modo que possa cada uma pessoa formar opinião própria, individualmente, e com conhecimento de causa.

Os que o aceitam, leigos ou ateus por razões outras, ou se convertam outros vindos de agremiações diferentes, fazem-no livremente, porque o julgam racionais. De nenhuma maneira, porém, a Umbanda não abriga mentalidade rancorosa contra os que não são do nosso parecer. SE EXISTE UM CONFRONTO ABERTO NOS ESTADOS-MEMBROS INICIADO ENTRE AS SEITAS DE PERDIÇÃO E A UMBANDA OU O CANDOMBLÉ, NÃO FOMOS NÓS QUE O PROVOCAMOS. Disso estamos convencidos.

 

"A SOLUÇÃO PARA OS PROBLEMAS DA UMBANDA ESTÁ NO FIEL UMBANDISTA"

 


Última alteração em 05-23-2014 @ 08:17 am

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