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CRUZAUM - Cartilha nº 19
Inserido por: Itauna
Em: 05-23-2014 @ 09:35 am
 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D´AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

 

Cartilha nº 19

 

EMANACIONISMO CRÍSTICO

 

 

É sabido por quase todos os estudiosos, leitores e a opinião pública do mundo inteiro e, dito nas outras obras produzidas pelos mais credenciados escritores, desde os mais remotos antepassados, esta informação “antes de Cristo” e “depois de Cristo”; essa informação não é verdadeira. Não se pode confundir o significado real da Emanação de Cristo e o nascimento de Jesus, o filho de Maria e de José. Um e o outro são posições constitucionais distintas. Nunca houve nem haverá jamais qualquer uma gênese que tenha a anterioridade da Emanação Crística. Isto pode parecer complicado, mas é uma verdade. Foi o Senhor Jesus quem nasceu e nele e com ele ocorreu, posteriormente, manou originalmente o eflúvio de Cristo imanente. Origina-se daí toda base da doutrina única do Cristianismo de Cristo, isto é, o Imanentismo de todos os deuses, anjos ou orixás imediatamente inferiores, bem assim a criação dos demais seres aquáticos, minerais, vegetais, animais e hominais. Eis aí está a descrição gnóstica das manifestações dos seres vivos, ou sejam, de todos os espíritos, que estão atrelados à Emanação de Deus, o Altíssimo.

Quanto a Umbanda é, por definição única, a Manifestação do Espírito, Verdadeiro ser vivo, para a prática de atos de misericórdia, de caridade, de solidariedade e de ações ditosas. Na verdade, a Umbanda nunca jamais nasceu antes de Cristo porque ela não é anterior ao emanacionismo Crístico, não obstante ser, basicamente, a doutrina gnóstica que o verdadeiro ser vivo transmite, de alguma certa forma de vida, a criação dos deuses ou anjos, dos animais, dos seres humanos etc., por Emanação de Deus, o Senhor Altíssimo.

Uma certeza irrefutável: no Brasil, quem proclamou a anunciação da Umbanda genuinamente brasileira foi o ser vivo, chamado pelos brasileiros autênticos Caboclo das Sete Encruzilhadas. Esse Caboclo das Sete Encruzilhadas quem é? É um nativo da mais remota povoação dos aborígines da raça ameríndia primeva, originário da Primeira Raça-raiz vermelha primitivista.

DADOS FORNECIDOS PELA GEOLOGIA E PELA

RELATIVA DISTRIBUIÇÃO DE ANIMAIS E

PLANTAS EXISTENTES E JÁ EXTINTOS.

 

A História do desenvolvimento da Humanidade do globo terrestre mostra-nos que a distribuição de terra e água em sua superfície global planetária esteve, está e continuadamente estará sempre de coisas mundanas. Em conseqüência de tais mudanças geológicas da crosta terrestre, ocorreram elevações e depressões de todo o solo em toda parte, às vezes mais fortemente acentuadas num lugar, às vezes em outro. Embora ocorram de modo tão lento que, no decurso de milênios, o litoral venha à tona ou afunde apenas alguns centímetros, ou mesmo apenas alguns milímetros, ainda assim seus efeitos são enormes no decurso de longos períodos intemporais. E longos períodos de tempo – imensuravelmente longos – é o que não falta registrar na história do desenvolvimento da sociedade humana do globo terrestre. Durante o decorrer de muitos milhões de anos atrás, desde que a existência orgânica passou a ser criada no planeta, a terra e a água, de acordo com o que reproduzimos na obra anteriormente escrita por nós ao referimo-nos aos dois cientistas Heráclito e Rudolf Steiner sobre os elementos da natureza, têm lutado perpetuamente pela preservação da supremacia. Continentes e ilhas submergiram no mar e novas terras vieram à tona, após submergir quase toda civilização da raça vermelha, nas priscas eras do período Terciário do Cenozóico, onde, em meio a primatas e antropóides, eclode a Primeira humanidade. E foi no Brasil que se deu o surgimento dessa primeira humanidade, no continente sulamericano, mais precisamente no planalto central brasileiro. Porém, não foi somente aí que os povos originalmente através do tronco tupy se fixaram. Surgiram e secaram outros lagos e mares, lentamente, e novas depressões de água apareceram devido ao afundamento do solo habitado por povos da raça ameríndia. Penínsulas como, por exemplo, a Ibérica tornaram-se ilhas em virtude da submersão dos estreitos istmos que se ligavam ao continente. Por causa da considerável elevação renovadora do leito do mar, as novas ilhas de um imenso arquipélago tornaram-se os picos de uma contínua cadeia de montanhas.

Diante desta exposição incontestável, com os povos indígenas foi trazida A UMBANDA PRIMEVA DE VOLTA PARA O TERRITÓRIO BRASILEIRO, onde, também vieram os remotos antepassados negros de nações africanas, a partir da histórica descoberta do Brasil colônia. E os povos negros são originalmente saídos da Terceira Raça-raiz, a Lemuriana.

Desse modo, o Mediterrâneo foi, numa determinada época, um mar interior, quando, em um certo local do estreito de Gibraltar, um istmo ligava o continente de nações africanas à Espanha. É certo afirmar que os remotos antepassados negros feitos escravos no Brasil colônia trouxeram  com eles as práticas e os costumes ritualísticos de cunho fetichista e o culto primitivo aos seus “orisás” e não orixás. Então promoviam, sempre de maneira clandestina, o culto de seus “orisás”, mas não aos orixás de Umbanda genuinamente deste país. Quanto a dizer alguém que a Umbanda -  a Religião típica dos brasileiros autênticos – quem a trouxe foram os negros antepassados feito escravos pelos estrangeiros que invadiram o território brasileiro, é uma inverdade.

A Inglaterra, mesmo durante a história oficial mais recente da Terra, quando o ser humano já existia, esteve diversas vezes ligada ao continente europeu e dele separada, mas distribuídos os muitos ingleses em vários territórios alheios. E até mesmo a Europa cujos os habitantes constituem-se de descendência judaica e a América do Norte estiveram diretamente ligadas. Antigamente, o mar do Sul formava um grande Pacífico, e as inúmeras ilhotas que hoje se encontram espalhadas por esse oceano era simplesmente os picos mais elevados das montanhas que atravessam esse continente.  O oceano Índico formava um continente que se estendia desde o arquipélago de Sonda, ao longo da costa meridional da Ásia, até a costa leste da África.

 

O CULTO AOS ESPÍRITOS DOS ANCESTRAIS

E A FENOMENOLOGIA DO SINCRETISMO

 

Neste trabalho nos propomos abordar não a origem propriamente dita do Homem. Esta cabe à cosmogonia desvendar a inicial. Mas a história oficial pegou o homem desde o momento da sua aparição sobre a Terra e, sem se inquietar com o seu princípio ontológico primitivo, procurava encontrar os princípios da sociabilidade, da religiosidade que o levava a aproximar-se dos seus semelhantes, e abandonar  o anterior estado de isolamento e ignorância a que a natureza parece tê-lo reduzido, quase não o distinguindo, pela forma de vida, de vários outros animais-irracionais. Queremos dizer, então, qual o PRINCÍPIO DIVINO QUE A PROVIDÊNCIA implantou em seu seio e mostraremos por quais circunstâncias necessárias, que dependem do Destino. esse terceiro princípio de perfectibilidade reage, a maneira como ele se desenvolve e que recursos admiráveis ele recebe de si mesmo, quando o homem que ele instrui, dia-a-dia, pode utilizar sua vontade para adoçar cada vez mais, pela cultura de seu espírito localizado dentro da forma de vida e habitado sobre a terra, o que seu destino tem de rigoroso e selvagem, entre a povoação tribal, a fim de conduzir sua civilização e sua felicidade ao mais elevado grau de perfeição que elas irão alcançar um dia no futuro.

Nosso olhar estando fixado através daquela escuridão dos milênios, nesse momento em que a raça branca, ou seja, quarta raça-raiz surgiu no mundo. Nesse tempo em que ela iniciou, ainda era frágil, selvagem, também, sem preceito algum, sem arte, sem qualquer cultura, privada de lembranças ou recordações e por demais desprovida de conhecimento e entendimento para conceber sequer uma esperança.

A povoação branca habitava as vizinhanças do pólo boreal, onde se  originou. Ora, os povos negros, ou seja, a terceira-raiz, em virtude da antiguidade, dominava então a Terra e detinha o cetro da Ciência e do Poder; possuía todo o continente de nações africanas e a maior porção considerável da Ásia, onde escravizara e oprimia a raça amarela – a quarta raça-raiz.

Mas ainda existiam muitos sobreviventes remanescente daquela primeira raça vermelha, originalmente, da raça ameríndia sulamericana, isolados, enfraquecidos obscuramente nos cumes das mais elevadas regiões montanhosas da América. Sobreviviam à horrível grande catástrofe que os atingira, outrora, quando a avançadíssima civilização atlante esteve em seu apogeu e antes da ocorrência da primeira grande submersão, cerca de 800.000 anos atrás. O próprio continente da Atlântida estendia-se desde o ponto situado alguns graus a leste da Islândia até mais ou menos o local onde hoje fica o Rio de Janeiro, na América do Sul (ver o livro intitulado “História Filosófica do Gênero Humano”, 1a edição em português, Ano de 1989, página 41 autoria de A. Fabre d´Olivet, tradução Edmond Jorge; e livro de W. Scott-Elliot, “Atlântida e Lemúria – Continentes Desaparecidos”, tradução Rubens Rusche, página 29).

No culto aos Espíritos dos Orixás Ancestrais, salta aos olhos de algumas pessoas que os nomes preferidos e da escolha dessas entidades vivas não são todos de origem específica africana ou todos de origem específica aborígine. Além do mais, durante os ritos solenes da religião Umbanda, nas manifestações de efeitos físicos, são lembradas muitas formas arquetípicas, dentre as muitas figuras expressivas católicas originalmente de ascendência romana. A própria palavra orixá (isto é, do brasileirismo vulgar) também nunca fez parte de nenhum dialeto de nações africanas antigas. Até o som fonético xá não é comum a língua dos negros trazidos e foram feitos escravos dos invasores criminosos de guerra no Brasil. A pronúncia africana é sà e não xá. Dessa mesma forma redacional africana pronuncia-se Òrìsàlá e não Orixalá (ver a obra  da respeitável Doutora em Etnologia Juana Elbein dos Santos, “Os Nágô e a Morte”, editora VOZES, 9a edição, Ano de 1998, páginas 76-77). No culto de nações africanas da antiguidade Òrìsàlá representa coletiva e simbolicamente o poder ancestral masculino. Logo, faz-nos saber que a crença dos afrodescendentes ou afro-brasileiros sofreu toda influência dos povos aborígines e de outros atrelados ao culto dos orixás da Umbanda Integral, conservada toda miscigenação no seio das várias povoações tribais dos aborígines da raça ameríndia primeiramente, dos negros de matrizes africanas, com algumas variações, de uma para outra nação européia. O Brasil é, na verdade, um país ame-afro-luso-americano. (Americano, evidentemente, por sua situação geográfica e sua população originalmente indígena); lusitano, por ter sido colonizado pelos judeus e portugueses; africano, não só porque a nação umbandista é formada pela sofrida povoação dos indígenas e negros feitos escravos do trabalho obrigatório que os invasores impuseram-lhes como também porque eles constituem historicamente o elemento da vida social, religiosa ou política do modelo econômico implantado no território brasileiro.

A prova inequívoca de que existe a doutrinação básica do movimento de entronização da Umbanda Integral, diferentemente dos respeitáveis conceitos e trabalho práticos, entre o culto dedicados as almas viventes dos remotos ancestrais antepassados do sistema D´Aumbhandan e o culto dos descendentes de matrizes africanas dedicado ao Senhor Olorum e como conseqüência aos orisàs africanos, é que: a Umbanda determina aos seus fiéis aliados umbandistas que prestem o serviço devocional ritualístico ou litúrgico a Personalidade Suprema do Senhor Jesus Cristo, Luz do Mundo e Detentor último em todo o Campo de atuação sideral de Oxalá – o Representante coletivo e simbolicamente do Poder Trino Ancestral Masculino no Universo Astral Superior. O Candomblé determina aos seus fiéis aliados candomblecistas que prestem o serviço devocional ritualístico ou litúrgico ao Senhor Olorum ou Zambi conscientes dos troncos e ramificações da mesma Árvore proeminente entre todas as outras conhecidas dos africanos as quais representam os Ancestrais Masculinos de nações africanas.

Diversas lideranças dizem que existem várias explicações para uma coisa só. Pesquisaram várias lendas autênticas sobre os orixás, às vezes uma contrariando a outra. E isso ocorre porque são vários os povos naquelas regiões africanas e cada uma povoação tem a sua crença.

Esses povos são por exemplo os jejes, os marrins, os fons, os fulas, os congos, os iorubás... Muitos falam que Olorum, em vez de viver no céu, também vive junto aos habitantes da terra. Na cidade de Ifé, na Nigéria, existe um lugar chamado Orum Oba Odó, onde existe uma caverna sem fundo. Segundo os mais antigos, é ali o caminho mais curto para os conduzir ao Além, isto é, o Orum sideral, um lugar imediatamente superior a existência terrestre, onde sobrevivem os orixás ancestrais e as almas imortais, chamados “eguns” pelos africanos.

Mas, em virtude das anteriores prerrogativas e precedência sobre todas as coisas existentes, Umbanda é a Nascente última de todas as espécies ou formas de vida criadas no planeta Terra, atreladas à Emanação  de Cristo que, segundo a pronuncia brasileira, chamamos Orixalá. Desta forma veio o conceito doutrinário da providencial Evolução divina, cuja porção iniciatória oferecemos aqui agora a opinião pública: Da Espécie de vida criada ao Cristo Cósmico ou Orixalá Cósmico; mas deixemos para um mais apurado estudo iniciático no recinto interno da Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil, a melhor pesquisa investigativa do evangelismo, quando estaremos sabendo da outra porção aos iniciados estudiosos: Do Cristo Cósmico ao Senhor Jesus histórico dotado dos 3 (três) Poderes: da ressurreição, o de possuir os corpos e o dom de profecia (ver e decifra isto no livro do profeta Oséas, capítulo VI: 1 e 2).

Eis aí está descrita a manifestação dos espíritos, isto é, dos seres vivos para a prática de misericórdia, e não de holocausto, e a Ciência de Deus, mais do que os sacrifícios (ver o livro de Oséas, capítulo VI, versículo 6). Evidentemente, esta Ciência de Deus chamamos Umbanda. Damos assim a prova inequívoca de que 99% (noventa e nove por cento das lideranças protestantes ainda não sabem a interpretação verdadeira do conteúdo da Bíblia. Estão ludibriando a boa fé da multidão fanática ou ignorante. Um dia no futuro retornarão aos templos específicos de Umbanda, onde permanecerão para sempre no trabalho de Evangelização real. Disso ninguém pode duvidar!!!

Na Umbanda Integral, segundo os textos compilados inseridos no conteúdo da Bíblia, além da porção científica, filosófica, magista, religiosa e de arte, os conceitos básicos da mediunidade orgânica, por meio da manifestação das entidades vivas, os atributos fundamentais e tacitamente conhecidos à boa parcela na doutrina espírita elaborada pelo francês admirável Allan Kardec, se aprimora ainda mais o Conhecimento primordial. Temos nela, melhor definidamente, todo o aspecto de manifestação do ser vivo, pela personificação imaginável simbolicamente, pelo ritual litúrgico, mítico, pela mística, enfim, pela magia e o emprego dos elementos da natureza, a Religião da Natureza real.

 

A ALMA ESSA DESCONHECIDA

 

Damos aqui hoje a melhor explicação inequívoca em relação a existência da alma essa desconhecida, porque a multidão política, ou religiosa ou científica diz crer que o corpo humano tem uma alma. Ela deixa o corpo no momento da morte deste. Disto ninguém tem dúvida. Porém, de onde ela surge? Eis aí o problema!

Reproduzimos mais uma vez a conclusão dos mais sábios da antiguidade, que asseguraram: “Com o elemento fogo-princípio, a matéria torna-se alma. Portanto, existe alma no fogo, existe fogo na alma, que unem-se à Imanência de Cristo. O fogo-princípio é, pois, a Porta estreita pela qual se penetra do exterior no interior de todas as coisas. Quando se olha um objeto que queima, vêem-se duas coisas com o fogo-princípio: a fumaça e a luz. A luz nasce do fogo, mas pode-se vê-la? Crê-se, e isto não é verdade.

Cientificamente, a alma vem da Providência divina, Criadora, Controladora e ao mesmo tempo Desagregadora. Mas na Natureza não se perde nada. Tudo se transforma por inteiro. Essencialmente, Tu És Aquilo!!!

Sem dúvida, a alma se faz onipresente no coração de todo organismo vivo, seja do homem, do mineral, do animal, do vegetal, atrelado à Imanência de Cristo; ela é a fonte última de todas as energias circulantes que agrega ou mantêm a projeção da forma corpórea... A energia vital da alma difunde-se por todo o organismo e, graças a este fenômeno se reconhece a consciência de cada um indivíduo, na existência atual. Esses momentos proféticos são focos luminosos e podem destruir as idéias pequenas.

Uma vez que a descoberta da consciência distribui a energia da alma por todo o organismo do ser humano, a “pessoa desconhecida anteriormente (isto é, a alma), sente-se os males físicos, as dores, os “transes psíquicos ou mediúnicos” e os prazeres em conexão direta, entre as partes componentes do organismo.

Ora, partimos desta realidade inequívoca, não se aceita uma qualquer pessoa sensitiva inconsciente totalmente. Isto não é verdade. Admite-se até que haja aquela pessoa que mediunicamente seja “semiconsciente”, como foram quase todos os melhores profetas mostrados no conteúdo da Bíblia. Existem os totalmente conscientes.

Na comunidade internacionalmente científica existem alguns profissionais liberais debatendo sobre a existência da alma; pois preocupa-os o fato de não poder vê-la, não poder encontrá-la. “Se existe um princípio  de vitalidade ou vida, qual é ele?”

O mais problemático é que, geograficamente, “a alma imortal” não existe, num lugar específico. Ela vivifica em toda a parte e todavia em nenhuma parte dentro do corpo”.

Como qualquer um ser humano comum muitos crêem que ela existe, e acham que, chegado o momento de desvendar “o mistério sobre este assunto, são levados a admitir, perplexos, tendo que concluir: a alma realmente refugia-se em nós, seres viventes habitados no globo terrestre. E a questão central é saber: onde ela está, e de onde a alma vem, baseando-se em conceitos científicos já comprovados?

Hoje em dia, no momento em que toda a comunidade de medicina e bioquímica mostram-se mundialmente atentos, em pesquisas laboratoriais investigando o advento do genoma para o bem estar físico, torna-se mais vital o conhecimento sobre a alma e a morte, uma vez que estamos na atual era dos transplantes de coração e de outros órgãos do corpo humano. É preocupante os casos em que também os doadores estão inevitavelmente morrendo. Já foi constatado que, no momento em que o paciente está em coma, não responde a estímulos de qualquer espécie. Definição amplamente aceita a respeito da morte.

Ao que um cirurgião notável diz: “Certamente existem casos em que acontece de você estar presente no momento exato em que a pessoa passa do estado vivo para a morte, ALGUMAS MUDANÇAS MISTERIOSAS OCORREM. Uma das mais notáveis é a súbita falta de vida ou brilho nos olhos. Eles tornam-se opacos e literalmente sem vida. É difícil documentar o que você observa. De fato, não creio que isto possa ser documentado de maneira adequada”. Dr. Wilfred G. Bigelow, diretor da unidade de cirurgia cardiovascular no Hospital Geral de Toronto).

O princípio ativo é a alma realmente, e a alma transmigra de um corpo para um outro na hora de morrer. O corpo que ela adquire pode ser diferente, mas o “eu consciente” permanece o mesmo. Todos nós podemos observar isto mesmo durante nossa própria existência atual aqui na terra. Transmigra-se da primeira infância à meninice, da meninice à juventude, da juventude à idade adulta. Desta mesma forma como acontece aqui na terra é como ocorre no céu – a morada de atuação espiritual. Todavia durante todo tempo, 24 horas ininterruptas, a cada existência, o “eu consciente”, a alma, permanece o mesmo. “Eu Sou Aquilo, evidentemente!!! Este corpo é matéria, mas o verdadeiro “eu consciente” é que dizemos espiritual. Portanto, corpo, alma e espírito são três aspectos em um Homem plenamente manifestado. Quando uma alma, entre muitos milhões de outras habitadas sobre a terra, já alcançou este avanço de natureza divino ou espiritual, ela é auto-realizada a partir desta existência atual. Conviver tendo esta compreensão é tudo. Eu e o meu Criador Supremo somos um em Cristo e com o Cristo, em respeitosa glorificação à Umbanda. É verdade, nenhum de nós é este corpo!

É esta a iniciação evolutiva ao sacerdócio dos umbandistas conscientes de Cristo, Oxalá. “Cada um fiel umbandista é a garantia do outro fiel umbandista”. (Sacerdote Aumbhandan).

 

O PODER DE MUDAR PARA OUTROS CORPOS

 

Releva notar que “o ego natural não gosta de morrer”. Daí o medo da  morte. Mas, se eu o submeto, por exemplo, a um transe hipnótico, na forma da lei, e o especialista analisa (uma experiência no estado imediatamente anterior à morte), provavelmente, chegarei cruzar o limiar da morte para encontrar uma realidade muito surpreendente e diferente. Sim, é uma realidade diferente. E esta experiência é como a de alguém doente que recobra sua saúde. Neste sentido, não é a pessoa que está morta, mas sim o corpo. O corpo funciona por causa da força viva, a alma, que se ocupa dentro dele. Sempre que esta força viva deixa o corpo, diz-se que o corpo volta ao estado de cadáver. Na verdade, ele sempre esteve morto. A força viva é o agente importante; sua presença, apenas faz o corpo parecer estar vivo. E “vivo” ou “morto” o corpo humano nada mais é que um aglomerado de matéria morta.

Devemos importar-nos somente com o princípio ativo – este princípio que proporciona ao corpo morto mover-se – o que chamamos alma.

Qualquer pessoa pode doravante observar que o corpo está mudando e se movendo devido à presença do princípio ativo, a alma. Na ausência deste princípio ativo, o corpo nem muda, nem se move. Assim, tem que haver a alma localizada dentro do corpo que o faça mover-se. Não é muito difícil conceber esta realidade. E por quê as lideranças religiosas ou políticas não querem saber disto? Umas perderão a cobrança dos dízimos outras perderiam a cobrança dos impostos escorchantes.

Enquanto este princípio ativo permanece dentro do corpo, o corpo reage e parece ser ele que é o vivente. Por exemplo, todos nós temos o poder de falar. Se eu peço que um de meus instruendos venha aqui agora, ele virá. Mas caso o princípio ativo deixa este seu veículo corpóreo, posso chamá-lo por muitos anos, que ele não virá; pois o “eu consciente” já se ocupou de um outro veículo corpóreo. Isto é fácil de entender!

Mas como a população pode obter esta sabedoria original tornando-se consciente da alma, princípio ativo em nós, sendo esta uma experiência direta e não simplesmente com uma conclusão intelectual? Ora, basta que compreenda isto: o corpo vivo e o corpo morto são diferentes. Logo que souber esta realidade terá outra compreensão melhor da filosofia de vida. Essencialmente, Aumbhandan quer dizer “Deus Em Nós”. Eis aí se descreve a prova inequívoca da manifestação da alma ou espírito para a prática de misericórdia ou de caridade irrestrita. Quando o princípio ativo não se faz presente, se diz que o corpo está morto, e não está sabendo, até prova em contrário. Assim, o verdadeiro “eu” e o princípio ativo são idênticos.

Todas as pessoas, em última análise de si mesmas, sabem que não são o corpo. Esta descoberta, não obstante seja surpreendentemente maravilhosa, impedirá que muitos milhões de religiosos ou políticos permaneçam no fanatismo das várias seitas de perdição. Os corifeus protestantes perderão uma porção considerável das arrecadações financeiras. As contas bancárias que exibem no vídeo nas televisões sofrerão uma queda vertiginosa nos depósitos feitos dos seguidores as lideranças religiosas. Quem viver verá isto acontecer! Pode-se enganar todo o povo parte do tempo. Pode-se enganar parte do povo todo tempo. Mas não se pode enganar todo o povo todo tempo. (A. Lincoln). Essas pessoas religiosas sabem, no fundo, que são ludibriadas pelos corifeus protestantes.

No Brasil, desde a descoberta deste território abençoado por Deus, ainda hoje, quase ninguém compreende este princípio ativo, a alma, que dá toda beleza e vida ao corpo. Os invasores dos vários países estrangeiros os que já mencionamos anteriormente, além de violarem a liberdade do pensamento, de crença e de consciência dos nativos naturais, por meio do uso da violência e da criminalidade sem precedentes, impuseram os seus preceitos dos homens, baseados no conteúdo do Antigo Testamento da Bíblia aos povos indígenas e negros trazidos de nações africanas e feitos escravos dos criminosos de guerra. Então quase ninguém poderia entender o princípio ativo. E na hora da morte, ninguém sabia para onde o “eu consciente”, o princípio ativo, a alma, se foi. E querem os descendentes dos antepassados estrangeiros que este mesmo tipo de ignorância prevaleça, em nossos dias atuais, no modelo social, religioso ou político internacionalmente que nos impuseram no Brasil, a nação umbandista.

Mas o processo de auto-realização é uma seqüência de experiências interiores. Aqui no Brasil, desde a descoberta histórica pelos estrangeiros, a nação umbandista tem passado por estas experiências, às vezes, amargas. Quase toda a sociedade brasileira está muito interessada no conhecimento do corpo e, quando se mostra vivo, toda gente cuida dele de diferentes maneiras. Quando ele está morto, as pessoas erigem os retratos de recordação, as estátuas, ou os bustos ou monumentos sobre ele. Ora, isto é “consciência corpórea”, e não consciência do princípio ativo, a alma. Faz-nos supor que para essas pessoas a entidade viva, que é a alma imortal, não merece delas valor algum.

As pessoas estão precisando desta melhor experiência de superar seus velhos hábitos corpóreos usuais. E se elas puderem dar fim dessas obsoletas experiências corpóreas, subitamente compreenderão que UM PRINCÍPIO ATIVO COMPLETAMENTE DIFERENTE ESTÁ OPERANDO DENTRO DELAS. Tornar-se-ão conscientes da “vida interior”. E elas não terão medo da morte do corpo. O homem ou a mulher ao saber que é uma alma imortal que compreende Deus, aprendeu a não temer nada, nem mesmo a morte.

 

A UMBANDA QUER A INCLUSÃO DO ESTUDO DA

ALMA NO ENSINO RELIGIOSO NACIONAL

 

Não possuímos, hoje, uma programação social, religiosa ou política eficiente relativa ao  estudo da alma essa desconhecida, no ensino público ou particular a nível nacional. A Umbanda genuinamente brasileira dispõe desta programação, esperando vê-la inserida no ensino religioso, no território nacional. Cumpre agora o ministério da Educação Nacional conhecer e, sendo possível, apresentar a presente programação, promover um projeto de lei federal, no mais curto prazo possível, a fim de que a Câmara dos Deputados e o Congresso Nacional elevem à instância maior, isto é, o Governo Brasileiro para sancionar mais esta lei federal em 2004 adiante.

A comunidade científica e tecnológica baseia-se, ainda hoje, em uma teoria que não é verdadeira; a idéia falsa de que a vida nasce da matéria. Não se pode mais permitir que esta teoria errônea não seja desmascarada já. A vida não vem da matéria. A matéria é gerada da vida. Isto não é teoria; isso é a realidade.

Todos os seus cálculos e conclusões estão errados a este respeito, e toda a sociedade brasileira sofre por causa dessa aberração. Só a partir do instante em que essas modernas teorias científicas, “evangélicas” ou filosóficas erradas forem corrigidas, os brasileiros tornar-se-ão felizes, sobretudo, os estudiosos em geral. Assim é que nós, fiéis umbandistas, temos que desafiar essas modernas teorias e derrotar suas idéias falsas. Caso contrário, eles desencaminharão toda a juventude brasileira e toda a sociedade, apoiados nas outras informações internacionais inconsistentes.

Asseguramos que a matéria se transforma em 6 (seis) fases: nascimento, crescimento, agregação ou manutenção, produção de sub-produtos, degeneração ou desagregação e morte corpórea. Mas a vida dentro da matéria, a alma espiritual, esta é eterna; ela não passa por nenhuma das seis fases de transformação.

A vida parece para o comum dos homens desenvolver-se e retroceder ou decair, mas na realidade ela simplesmente é uma estagiária em cada uma dessas transformações corpóreas até que a forma criada não possa mais ser mantida e morre. Então o corpo morre e a alma essa desconhecida ocupa-se em um novo corpo material. Este saber é primordial!

Estamos certos de que esta sabedoria primordial ainda não faz parte do ensino público ou particular brasileiro, nos 500 anos da descoberta histórica do país pelos  estrangeiros. Mas a partir de agora para sempre queremos ver este estudo da alma nos três graus de escolaridade do Brasil acima de tudo.

É por causa desta energia espiritual atômica que os corpos humanos funcionam. Acaso esta realidade é tão difícil para o entendimento dos estudantes e dos professores brasileiros?

A medida da alma ocupada dentro do corpo é de uma décima milésima parte da ponta de um cabelo. É muito pequenina! Suponhamos que alguém, como o Golias do episódio bíblico, se julgue um gigante, valente e forte. Só acredita no seu corpanzil. Por que ele se mostrava valentão e forte? Porque dentro dele existia uma pequena semente espiritual, mas esse gigante ignorava. Foi vencido por um seu desafiante, que o enfrentou, e consciente do pequeno princípio ativo espiritual. Esse vencedor era Davi. Então assim que a centelha espiritual se vai, o corpo morre, e sua força e vigor tornam-se vazios.

Ora, se os cientistas modernos acham que a matéria é a causa verdadeira e origem da vida, por quê, ainda hoje, não ressuscitam ao menos uma personalidade famosa, injetando-lhe elementos químicos? Mas isso não conseguem porque são incapazes de realizar. Só, mediante os recursos da Ciência de Deus, o Cientista último, Jesus teve o Poder para fazê-lo.

Alguém pode perguntar: “Quantos antigos profetas o Supremo Deus enviou para a humanidade, e qual foi o detentor do Poder da Ressurreição? Não se sabe com certeza. Apenas temos a informação daquilo que pesquisamos e está mencionado no Alcorão, livro santo dos seguidores do Islamismo, onde diz que o Deus dos povos do Oriente enviou um mensageiro ou mais que um para cada povo. Isso é devido ao fato de que um dos princípios de Deus é que Ele nunca convocará um novo para prestar contas, a menos que tenha deixado bem claro para esse novo o que deve e o que não deve fazer. E no livro santo menciona o nome de 25 profetas conhecidos do povo e indica que houveram outros que não foram mencionados para o profeta Mohammad. Entre esses 25 profetas incluíram Noé, o homem da Arca, Abraão, Moisés, Jesus e Mohammad. Esses os consideram os cinco maiores entre os mensageiros de Deus na atualidade. Chamam-nos de “Os Profetas Inflexíveis”. Mas só um é o Detentor do Poder da Ressurreição, o Senhor Jesus Cristo, o primeiro Poder.

No Bhagavad-gita como ele é o Senhor Krishna assegura: “Assim como a alma corporificada passa continuamente, neste corpo, da infância à juventude e à velhice, duma forma semelhante a alma transmigra para outro corpo à hora da morte”. Isso significa que apenas o corpo material da entidade viva, a alma, indestrutível e eterna está sujeito à destruição. O corpo material é perecível, mas o princípio ativo, a entidade viva, dentro do corpo, é eterna.

Uma vez que a comunidade científica se mostra incapacitada, e, por isso, não podem os cientistas na atualidade ver a alma espiritual, eles dizem que sua existência seria duvidosa. Mas a questão não é vê-la, mas sim admitir o óbvio.

Imaginam isso em relação a alma. Mas, e o Ser Supremo, Deus? Primeiramente, precisam inicialmente compreender a alma; ela é um Deus pequeno. Sim, todos nós somos deuses. Se os estudantes e os professores entendem a amostra, então eles podem compreender o Todo-atividade, Onipresente, Controlador de tudo...

Diga-se de passagem, todo conhecimento humano coerente significa que o homem especializado tem que ser capaz de demonstrar sua teoria, e fornecer os elementos químicos adequados, e conforme as seis fases: nascimento, crescimento, manutenção, produção de sub-produtos, degeneração e morte. Eis aí está o extraordinário desafio ao ensino público do país.

A ciência do renascimento chamado equivocadamente reencarnação não é “um sistema de fé”, uma teoria, uma crença religiosa, ou um artifício psicológico para escaparmos do inevitável “fim de uma existência”, a morte, mas, uma realidade cientificamente real, que explica nossas vidas pretéritas e futuras.

O fogo é ao mesmo tempo um elemento da natureza exterior e interior a todos os  homens e a tudo. Com o fogo-princípio, a matéria torna-se alma. Há alma no fogo, há fogo na alma. Ele é, pois, como o Senhor Jesus assegurou: a Porta estreita pela qual a alma vem do exterior para o interior (isto é, vem de fora para ocupar-se do corpo humano), como se estivesse adentrando numa morada temporária, e novamente sai dele... Ela transmigra para outras ocupações noutros corpos, pois a alma é imortal.

Sempre existiu esse gérmen espiritual atômico desde o Sol primitivo, sob a forma de vida de um embrião físico-etérico. Assim começou a existir como um verdadeiro ser vivo, tendo uma projeção corpórea astral sob a forma arquetípica como uma  nuvem do elemento fogo. E foi sobre a Terra atual que o ser humano conquistou a consciência incipiente de seu desenvolvimento do “eu consciente” através de seus órgãos físicos e espirituais.

“Estou convencido de que realmente existe tal coisa como uma nova vida, de que a vida brota da morte, de que as almas dos mortos estão em existência”. (Sócrates)

O calor é a primeira formação do elemento fogo. Por isso o cientista e filósofo Heráclito dizia que o mundo nasceu do elemento fogo. Tinha ele a forma de uma dimensão esférica, cujo raio media a distância do Sol ao Saturno atual.

“A alma nunca morre e o corpo realmente nunca vive. Como pode haver morte se tudo é porção da Divindade”. (Aumbhandan)

A morte significa o fim da alma ou meramente abre a porta estreita a outra vida, a outro mundo, ou a outra dimensão no planeta?

“Assim como vivemos através de milhares de sonhos em nossa vida atual, do mesmo modo nossa vida atual é apenas uma de muitas milhares dessas vidas através das quais entramos em outra vida mais real... e então, retornamos após a morte. Nossa vida, é nada mais que um dos sonhos dessa vida mais real, e assim, ela é interminável, até a última, verdadeira vida – a vida de Deus”. (Leon Tolstoi)

A massa, como sói acontecer, raramente ou nunca, pensa na morte ou o que acontece após a morte. Alguns acham que a morte é o fim de tudo. Outros acreditam em céu e inferno. Outros ainda, sustentam que essa vida é a mesma para sempre, entre as muitas que já vivemos nas muitas existências sobre a terra e que viveremos no futuro. E, pelo menos um terço da população em todos os países, atualmente, cerca de alguns bilhões de pessoas – aceitam a reencarnação como uma realidade  incontestável da vida. Ela baseia-se no princípio ativo único de um “eu consciente”, independente de seu corpo físico – é porção de um sistema de ordem soberanamente superior que governa a transmigração dos seres vivos de uma forma material a outra. Uma vez que a ciência da reencarnação ou do renascimento trata de nossos “eus” mais essenciais, ela é um assunto fundamentalmente principal de relevância para todos os representantes do povo e toda a população do país. Não é “um sistema de fé”, uma teoria, uma crença religiosa, ou um artifício psicológico para escaparmos da morte, mas, uma realidade científica, que melhor explica nossas vidas passadas e futuras. E se alguém terá que compreender esta realidade científica de uma forma perfeita, deve admitir o conceito fundamental de consciência como uma energia distinta e superior à matéria que compõe o corpo físico. Esse princípio apóia-se no exame das singulares capacidades de pensar, sentir e querer dos seres humanos. “A consciência não pode ser descrita adequadamente em termos de fenômenos físicos. Creio que a moda atual de aplicar os axiomas da ciência moderna à vida humana não é apenas um erro completo, mas, também, tem algo de repreensível”. (A. Einstein). Todo o mundo da ciência e da tecnologia modernas baseia-se na idéia falsa de que a vida nasce da matéria. Não podemos permitir que este disparate não seja desafiado. A vida não vem da matéria. A matéria  é gerada do princípio ativo, a alma, energia espiritual atômica, a vida.

São simplesmente especuladores os cientistas novatos que dizem que os componentes químicos são a causa da vida, mas deviam os especuladores ser capazes da demonstração em seus laboratórios que a vida é causada por uma combinação de componentes químicos. De fato, método científico da teoria dos homens significa primeiramente observação, depois hipótese e depois demonstração coerentes. Mas, para infelicidade desses especuladores novatos, não podem demonstrar suas hipóteses. Apenas observam e depois falam o que não devem: “não podem aceitar Deus; que a vida só poderia ser criada bioquimicamente. Então por que não criam a vida? Qual seria o processo criativo? Se a vida tem uma origem bioquímica,e se os biólogos e químicos são tão avançados, por que, então, eles não podem criar em seus laboratórios. Mas a verdadeira pergunta é: “De onde vêm os componentes químicos? Na verdade, os elementos químicos vêm da vida, e isto significa que a vida tem poder místico. Então todos os seus cálculos e resoluções estão errados, e todas as pessoas estão sofrendo por causa disso. Só quando todas essas modernas teorias erradas forem corrigidas, a sociedade humana atual tornar-se-á feliz sob Deus. Assim é que a Cruzada dos Militares Fiéis Umbandistas do Brasil desafia todas as idéias falsas e derrota-as, no mais curto prazo possível.

POR QUE NÃO ADMITIR O PODER MÍSTICO?

 

Por exemplo, uma macieira contém muitas maças, e cada maça contém elementos químicos ácido cítrico e outros. Então, de onde vêm esses elementos químicos? Obviamente, eles vêm da vida localizada dentro da macieira. Eis aí está descrita a prova inequívoca de um poder místico. As lideranças científicas, religiosas ou políticas não conhecem nem querem admitir a origem dos elementos químicos. Eles ensaiam sua observação investigativa a partir dos elementos químicos, mas nunca conseguem identificar a origem dos elementos químicos.

Assim como o corpo humano produz muitos elementos químicos, o verdadeiro Ser Supremo produz todos os elementos químicos encontrados na atmosfera planetária, no fogo-princípio, na água, nos seres animais, vegetais, humanos e em toda a terra. E isso chama-se poder místico. A menos que o poder místico do Criador Supremo seja aceito, os preceitos científicos dos homens não dispõem de solução para o problema da origem da vida, a alma essa desconhecida.

Todos nós podemos ver que determinada árvore comum produz muitos elementos químicos; ninguém pode negar isso. Mas como a árvore os produz? Já que os doutores não podem responder a essa pergunta, terão que aceitar admitindo como verdade que a força viva tem poder místico.

Outro bom exemplo, eu não posso explicar como a unha cresce em meu dedo; isso está além da capacidade de meu cérebro. Em outras palavras, a unha cresce por potência incognoscível ou inconcebível. Sem delonga, precisamos aceitar Deus, admitir a existência da alma.

A diferença entre mim e Deus é que embora eu tenha as mesmas potências que Deus, eu só posso produzir uma pequena quantidade de elementos químicos, ao passo que o Supremo Produtor, Deus pode produzir incontáveis quantidades de elementos químicos. Eu posso produzir um pouco d´água sob a forma de suor do corpo, mas Deus pode produzir os mares. A análise de uma gota de água do mar lhe dá a análise qualitativa do mar, e sem erro algum. Analogamente, o “eu consciente”, comum é parte integrante de Deus; de modo que, analisando o “eu consciente” dos seres vivos, começamos a compreender Deus, o Criador Supremo. Em Deus há grande potência mística. A potência mística de Deus (quer  dizer do Espírito) funciona sem demora. Deus disse: “faça-se a criação”, e houve a criação. Consideradas dessa maneira, as funções dos elementos da natureza não são difíceis de serem entendidas.

Nós provamos que a vida tem seu princípio ativo da vida. Aqui está a prova inequívoca: quando o pai gera o filho, o pai está vivo e o filho está vivo. Mas onde está a prova científica de que a vida vem da matéria? Nós provamos que a vida começa da vida, e também podemos provar que a vida original é Cristo Imanente.

Na verdade, os integrantes da comunidade científica não conseguem transmitir melhor explicação a respeito da alma ou da consciência por meio de leis físicas que tratam de tudo o mais dentro de seu campo de visão. Frustrado com essa incapacidade o Dr. Albert  Szent-Gyorgyi, Prêmio Nobel de fisiologia e medicina recentemente lamentou-se, e disse: “Em minha busca do segredo da vida, terminei nos átomos e elétrons, que absolutamente não têm qualquer vida. Em algum lugar do caminho, a vida escorreu através de meus dedos. Assim, em minha velhice, estou reconsiderando”.

Outro reconhecimento nesse mesmo sentido é dado por outro Prêmio Nobel de física Niels Bohr, que ressaltou: “Não podemos, como se sabe, encontrar nada na física ou na química que tenha, mesmo que de uma maneira remota, apoio, na consciência. Todavia, todos nós cientistas sabemos que existe a consciência, simplesmente porque nós mesmos a temos. Por conseguinte, a consciência tem que ser parte da natureza, ou, em termos mais genéricos, da realidade, e isto quer dizer que, completamente à parte das leis físicas, como são enunciadas na teoria quântica, também devemos considerar leis de uma espécie totalmente diferente”.

A matéria em si não tem poder criador. Quando o fogo-princípio a ativa (isto é, a manipula), as coisas materiais são produzidas. Portanto, a matéria em sua forma cruamente virginal é a energia espiritual atômica do Supremo Ser Vivo. Sempre que alguém pense em energia, é natural que eleve o pensamento na fonte última da energia. Quando eu penso em energia elétrica, por exemplo, penso simultaneamente na central última da eletricidade onde ali esta energia é gerada. Pela mesma razão a vida vem da vida suprema. A energia não é auto-suficiente.

Eis aí está descrita a prova inequívoca de que o calor é a forma incipiente que primeiramente se manifesta do fogo-princípio; com o fogo a matéria torna-se alma. Existe alma no fogo, existe fogo na alma. O fogo é, pois, a porta estreita pela qual se penetra do exterior no interior de todas as coisas criadas desde o sistema solar. O gérmen do ser humano existia já no Sol primitivo, sob a forma de um embrião etérico. Desta forma começou a existir como um ser vivo, tendo um corpo astral. Neste sentido, todos nós estamos sob o domínio e controle de UM SER VIVO SUPERIOR, Criador Supremo. Portanto, estamos atrelados à Emanação de Deus.

O elemento fogo, evidentemente, é a fonte de duas energias, a saber: a luz e o calor. Devemos entender que a luz e o calor não têm existência independente quando estão fora do fogo. Sabemos que a luz nasceu do fogo, mas pode-se vê-la? Acredita-se nesta possibilidade, e isto não é verdade. Similarmente, as energias inferior e superior provêm de uma mesma fonte última inesgotável, à qual, especialmente, podemos dar o nome Aumbhandan que, na essência, quer dizer Deus Em Nós. E esta fonte inesgotável de energia tem que, necessariamente, ser um Ser vivo com um completo sentido de tudo. Esse Ser vivo é o Cristo, chamado Orixalá pelos fiéis umbandistas, e cujo seu aspecto de manifestação da Personalidade Suprema é o Senhor Jesus Cristo, chamado Oxalá pelos fiéis umbandistas, Ser vivo Todo-atrativo, Detentor último do Poder da Ressurreição. Evidentemente, Orixalá, ou seja, Cristo é Todo-opulência, o Ser vivo que é o manancial de todas as energias e, conseqüentemente, Criador de todas as coisas.

A descoberta  das duas formas de energias limitadas ao ser feita pelos membros da comunidade científica e tecnológica na atualidade marcará apenas o início do progresso da Ciência sob Deus. Por hora eles têm que prosseguir até descobrir a fonte das duas diminutas partículas ou átomos que chamam de material e antimaterial.

E como é que se pode explicar a partícula antimaterial? Isso precisará ser descoberto.

A liderança umbandista foi em busca deste assunto extraordinário, por meio de correspondência, e com um educador qualificado pôde adquirir este ensino da alma essa desconhecida e coloca agora ao inteiro dispor do Governo Brasileiro por meio do ministério da Educação Nacional para o acesso a todos os estudantes e todos os professores do ramo.

Esta partícula antimaterial ocupa-se dentro do corpo material. Este corpo material transforma-se progressivamente da infância à adolescência, da adolescência à juventude e à velhice, após o que a partícula antimaterial deixa o velho corpo e inaproveitável e aceita ocupar-se em um outro novo corpo material.

A presente descrição de um corpo vivo confirma a descoberta científica de que a energia existe em duas formas embrionárias. Quando uma delas, a partícula antimaterial, separa-se do corpo material, este torna-se inútil (cadavérico) para todos os fins. Como tal, não resta dúvida de que a partícula antimaterial é superior à energia material de inferioridade.

Este corpo, frisamos mais uma vez, é destrutível, e como tal é mutável e temporário. O mundo material também o é.  O cientista e filósofo  Heráclito dizia que o mundo material nasceu do fogo; tinha a forma esférica, cujo raio de atuação media a distância desde o Sol ao Saturno atual. Mas a força viva antimaterial é indestrutível, e portanto é permanente. Desse modo, os peritos neste assunto podem distinguir que as diferentes qualidades das partículas material e antimaterial são temporárias e permanentes respectivamente. Cabe, agora, os peritos investigarem as duas formas de matéria até descobrir as qualidades da antimatéria.

Este princípio ativo, isto é, esta partícula antimaterial é explicado como se segue:

“A forma sutilíssima desta partícula ativa vive ocupada dentro dos corpos denso e sutil habitados sobre a terra. Embora os corpos materiais (tanto o grosseiro quanto o sutil) estejam sujeitos à destruição, a centelha antimaterial é eterna. Portanto, devemos voltar todo nosso interesse para este princípio ativo, a alma essa desconhecida”.

Uma certeza inequívoca: a perfeição dos membros da ciência e da tecnologia acontecerá quando os cientistas materiais conseguirem conhecer e aplicar na prática as qualidades do princípio ativo ou partícula antimaterial e conseguirem libertá-la da associação com as partículas materiais impermanentes. Tal liberação marcaria a culminação do progresso científico sob Deus e ao mesmo tempo o avanço da civilização.

“A centelha espiritual atômica, que vem a ser a força vital, a alma essa desconhecida, jamais nasce nem é criada. Existe para sempre. Não tem datas de nascimento, crescimento, manutenção, produção de subprodutos, degeneração nem datas de falecimento. Não é nem repetidamente criada nem repetidamente aniquilada. Existe eternamente, e por isso é a mais velha das velhas, e mesmo assim está sempre atualmente fresca e renovada por inteiro. Apesar da partícula material ser aniquilada, a partícula antimaterial nunca se afeta”.

Também podemos admitir a aplicação deste princípio ao Universo antimaterial, bem como à partícula antimaterial. O Universo antimaterial existe em todas as circunstâncias, mesmo quando o Universo material é aniquilado.

“Nenhum armamento bélico dos cientistas materiais é capaz de despedaçar a partícula antimaterial, tampouco pode o fogo queimá-la. Tampouco pode a água umedece-la, nem pode ser ela murchada, seca, nem evaporar no ar.  A partícula antimaterial é indivisível, não inflamável e insolúvel. Sendo eterna, ela dispõe do poder de penetrar e sair de qualquer espécie de corpos existentes. Uma vez que é invariável por constituição, suas qualidades são sempre fixas. Ela é inexplicável, porque se opõe, em virtude da sua superioridade, a todas as qualidades materiais. O cérebro do homem comum não pode pensar nela. É imutável. Portanto, ninguém deve jamais se lamentar por aquilo que é um princípio antimaterial e eterno. Na verdade, “Tu És Aquilo”.

Isto posto, preliminarmente, considerado que existe, entre este escritor e a sociedade brasileira, um esforço vivo ao melhor aprimoramento em favor do ensino público e particular deste assunto da maior importância, convém aqui reproduzirmos os temas que chamam a atenção de todos os leitores para um largo esclarecimento.

O Agente Universal e a substância de todas as coisas os mais sábios antigos chamam-no Agni, o Fogo-princípio criador, que é unido à Emanação do Supremo Ser Incognoscível. O fogo vulcânico originário e invisível, do qual a fumaça, a chama calorosa e a luz não são senão manifestações exteriores. “Esse agente é, pois, a porta estreita pela qual se penetra do exterior no interior das coisas.

Esse ser vivo Agni como é chamado pelos antigos sábios indianos, é a correspondência fonética da mais primitiva pronúncia “Agum ou Agom”, o que quer dizer Fogo Sagrado (ver o livro intitulado “Umbanda de todos nós”, primeira edição, Ano de 1956, Rio de Janeiro, página 128, impresso na Gráfica Esperanto, situada na rua General Argolo, 230-B, escritor W. W. da Matta e Silva). Desde 1908 em diante, no Brasil, passou a pronunciar-se Ogum, o que significa a Invocação do poder místico, que está atrelado à Emanação de Deus.

Pois, de um lado, o fogo-princípio sagrado do gérmen elementar da matéria, ou seja, a forma material embrionária; de outro é a vestimenta corpórea e, de alguma maneira, a forma de projeção da vida dos seres vivos, princípios ativos, o meio pelo qual passam agir sobre o mundo material. Caminho ardente por onde o Espírito desde do Universo antimaterial ao mundo material; vereda luminosa, por onde a matéria se eleva ao Espírito.

 

"A SOLUÇÃO PARA OS PROBLEMAS DA UMBANDA ESTÁ NO FIEL UMBANDISTA"

 


Última alteração em 05-23-2014 @ 09:35 am

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