Olá Visitante! Junte-se a nós! ou Entre para inserir uma História Militar.
[ Anuncie Já | Fórum | Blogs | Bate-Papo | Ajuda | Proposta ]
 
Página PrincipalPortal Militar Escute hinos e canções militares na Rádio do PortalHinos Fórum do Portal MilitarFórum Blogs Hospedados no PortalBlogs Converse no chat com militaresBate-Papo Videos do YoutubeVideo ArtigosArtigos AgendaAgenda Hotel de TrânsitoHotel Deixe um mensagem para todos do portal.!Fonoclama EntrarEntrar! Junte-se a nós!Junte-se a nós!
  Ir para Página Principal do Portal Militar
 
   
 
[ Todos as Histórias | Todos os Colaboradores | Os últimos 20 Colaboradores ativos ]

[ Dúvidas | Política de Publicação | Busca avançada ]

Usuários Colaboradores podem enviar Histórias Militares ou relacionadas, além de poder comentar as Histórias enviadas por outros usuários!
© Todos os direitos reservados aos seus autores. Esta material não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização de seus autores. As opiniões expressas ou insinuadas nesta revista pertencem aos seus respectivos autores e não representam, necessariamente, as do Portal Militar.com.br ou de quaisquer outros órgãos ou departamentos do governo brasileiro.
 

 
CRUZAUM - Cartilha nº 20 - Continuação
Inserido por: Itauna
Em: 05-23-2014 @ 10:26 am
 

 

Essa concepção idealista de vida dos fiéis umbandistas é base doutrinária indestrutível do sistema Aumbhandan. Apesar das divergências de consciência e de crença alheias, todas as outras crenças são arrastadas e precisam concordar com a Umbanda Integral em afirmar que o Ser Incognoscível, Deus Supremo, insufla uma alma, entidade viva à carne inanimada e inerte e que esta partícula antimaterial é o ser vivo, o princípio ativo que move todo ser e o mantém com vida. Sempre que a alma se evola, só morre o invólucro corpóreo, um cadáver que se decompõe e putrefaz. A vida é uma manifestação da divindade, e eis porque o fundador da química baseada em experiências de laboratório não pôde penetrar em sua essência e muito menos aprender a dirigi-la sem permissão do Ser Incognoscível, Criador Supremo. Esta é a conclusão fundamental sobre a vida e sobre o Espiritualismo científico de Deus e, fora desta realidade, seria impossível qualquer ciência, religião, filosofia, magia e arte.

Mas os materialistas perdidos abordam essa questão de maneira inteiramente teórica e diversa. Por exemplo, em 1779, o cientista francês Lavoisier observou que a massa total das substâncias que participam de uma reação química não se modifica. Nas reações ela permanece sempre a mesma, apesar de as substâncias se transformarem. Daí adiante a comunidade científica passou transmitir que a vida, como todo o mundo, é de natureza material e que não há necessidade de apelar para nenhum princípio espiritual ativo ou sobrehumano para explicá-la. “A vida não seria mais que uma forma particular de existência da matéria, forma de existência cuja origem e destruição obedeceriam a leis determinadas”. (Isto é uma teoria falsa!) A prática, a experiência objetiva e a observação da natureza da vida constituem o caminho verdadeiro que nos leva de volta a origem.

Toda a história oficial relativa a vida – a Biologia – nos demonstra quão teórico é, para o estudo da natureza viva, o caminho materialista da comunidade científica atual. A Biologia histórica é uma cadeia ininterrupta de teorias divergentes que pretende que a vida é inteiramente cognoscível, como fala o ditado: “Ver para crer”, e em oposição o Idealismo da Ciência de Deus. Entretanto, durante séculos afora, permaneceu um problema ao qual não se pudera dar solução comprovada de imediato, constituindo, por essa razão do ponto de vista materialista, refúgio para toda sorte de especulações mentais. Esse problema é, ainda hoje, o da origem da vida.

A súbita aparição de seres vivos no mundo material sempre foi encarada nos livros santos do Egito, da Índia e da Babilônia como uma das manifestações dos mesmos, segundo a vontade dos deuses ou dos demônios dentro das espécies de vida criadas. Todas elas concordavam  em afirmar que o Ser Incognoscível insuflou uma alma viva à carne inanimada e inerte e que esta parcela eterna da divindade é o vivo, o que move o ser e o mantém com vida.

Diante desta exposição inequívoca, a geração espontânea dos seres vivos era, segundo o bispo Basílio de Cesaréia, que viveu em meados do século IV, de uma época muito anterior a do cientista francês Lavoisier; assegurava o bispo Basílio, em suas prédicas sobre a criação do mundo material em “seis dias”, baseado no conteúdo bíblico, que a terra (elemento sólido) gerara, segundo um poder místico sob Deus, as diversas ervas, raízes e árvores, bem como as lagostas, insetos, rãs, serpentes, ratos, aves, enguias, etc.. “Esta Vontade divina – dizia Basílio – continua a agir atualmente com toda a força”.

Para Santo Agostinho, contemporâneo de Basílio, a geração espontânea dos seres vivos constitui manifestação da onipresença divina, insuflados no interior do corpo material então inerte, por invisíveis sementes atômicas. Desse modo, Santo Agostinho estabeleceu a plena correspondência teórica da geração com os dogmas do catolicismo.

"A SOLUÇÃO PARA OS PROBLEMAS DA UMBANDA ESTÁ NO FIEL UMBANDISTA"

 


Última alteração em 05-23-2014 @ 10:26 am

[ Envie esta História para um amigo! ]

 
Comentar
Comentar
Veja mais
Veja mais
Perfil do usuário colaborador
Perfil do usuário colaborador
Envie uma Mensagem Privada
Envie uma Mensagem Privada