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CRUZAUM - Cartilha 21
Inserido por: Itauna
Em: 05-23-2014 @ 11:30 am
 

 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D´AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

 

Cartilha nº 21

 

NÃO SE PODE IGNORAR O ÓBVIO

 

A larga exposição revivida do sistema D´Aumbhandan quando não se imaginava mais ser possível alguém da sociedade humana atual repensar o problema da origem da vida, isto é, o princípio espiritual ativo, após ter passado os tempos imemoriais, foi permitida por ordem suprema vir a ser anunciado este vocábulo primevo Aumbhandan que, na essência, define “a vida em nós”, ou melhor dizendo “Deus Em Nós”. Isto ocorreu graças a interveniência do Universo antimaterial, o consentimento do Senhor Jesus Cristo, que Deus lhe deu para tornar conhecido aos povos na atualidade, mais uma vez; o movimento sistêmico de entronização, religioso ou político, e que ele mesmo, enviando-o por meio do seu eleito espírito que chamar-se-á Caboclo das Sete Encruzilhadas, transmitiu pela boca e voz ao médium vidente  Zélio Fernandino de Moraes.

Não se conhecia nem existia outro sistema filosófico, ou pensador erudito ou alguém que não lhe tenha dedicado a mais séria atenção nesse sentido. Esse problema recebeu resoluções diversas errôneas, conforme os séculos afora, as épocas segundo o grau da civilização, e sempre foi e continua sendo motivo de discussão violenta, perseguição de natureza científica ou religiosa, entre dois campos de atuação filosóficos aparentemente opostos: o idealismo e o materialismo teórico darwinista e muitos outros da mesma comunidade científica que o sucederam.

“Pois o Senhor Deus não faz nada, sem ter transmitido antes o  Seu segredo aos profetas seus servos”. (Ver no Antigo Testamento, livro de Amós, capítulo III, versículo 7). Faz-nos supor que muitos intelectuais eleitos ao prêmio Nobel relutam ou não toleram à aceitação da Providência expressa de Deus.

Esse marco histórico vivificado ao longo das priscas eras milenares e vindo de alguém daquelas avançadíssimas civilizações das sub-raças raízes ameríndias ou aborígines da América do Sul, de extrema concisão, veio sendo desenvolvido posteriormente por numerosos comentários da opinião pública, formulou o conceito de base do sistema Aumbhandan, ao mesmo tempo, chamado manifestação popular de Umbanda típica do Brasil para o mundo. Isto não é teoria; isso é um fato histórico incontestável. Desta forma, é chegado o momento previsível do apogeu visando a entronização deste movimento mundial.

Vejam aqueles que tiverem olhos de ver!

Para uma resposta ou um alerta antecipadamente e em resumo a todo questionamento, formulado que está a presente exposição sistêmica, asseguramos que, essencialmente, Aumbhandan pode ser definido assim: “Deus é quem vive nos seres humanos” ou simplesmente “Deus localizado em Nós”. Ora, não se pode ignorar o óbvio! (ver no Antigo Testamento, livro de Salmos, capítulo LXXXII, versículo 6; capítulo LXXXXVI, versículo 5; e no Novo Testamento, Evangelho segundo João, capítulo X, versículo 34).

Releva notar que esse ser vivo não “inventou” o vocábulo Aumbhandan, apenas tornou a apresentá-lo primeiramente no Brasil aos fiéis umbandistas, e em uma certa ocasião quando haviam os poderes constituídos do Brasil imperial decidido pela oficialização da independência das sociedades secretas no território brasileiro trazidas pelos invasores estrangeiros de diversos países e, por isso, ao mesmo tempo, ensejando, como conseqüência, também a independência do Brasil. Do contrário, não encontravam uma outra operação estratégica para proceder o propósito de independência. Os membros maçons do Grande Oriente da França participavam diretamente para este objetivo no país.

Anos depois, alguns outros emissários da França achegavam-se ao Brasil imperial, provavelmente, em setembro de 1865, uma outra promissora doutrina espírita kardecista, podendo ser definida assim: É uma ciência experimental e, ao mesmo tempo, filosófica, que compreende todas as conseqüências morais decorrentes dessas relações”.

Sem demora, os intelectuais vinculados às lojas maçônicas, ingressaram no movimento kardecista, importavam os primeiros tablóides revistas “o Reformador”, e outros exemplares do Espiritismo de origem francesa.

Com o passar dos anos, foi subestimado um anterior aspecto de manifestação proposto dos espíritos daqueles remotos ancestres dos povos indígenas e dos negros de matrizes africanas; esses ancentres que tomavam as formas arquetípicas de índios naturais e pretos-velhos dos remotos antepassados de matrizes africanas e que foram trazidos para o território brasileiro, que formavam uma variedade de grupos para a prática de cultos aos seus deuses ancestrais.

A descrição imaginável ou simbólica desses ancestres no mundo espiritual expressa toda a Natureza passando por transformação de um ser vivo elevando-se deste mundo material para um mundo antimaterial, de sua convocação invocatória e de sua sobrevivência após a hora do além-túmulo em diante. Esse “mistério”, graças a um poder místico, constitui o aspecto da manifestação permanente do ser vivo e mais importante do culto da Ancestralidade eterna. A esse respeito vieram os cânticos em cujos pontos trazem à recordação de todo o sofrimento e sacrifício pelos quais foram purificados no após morte. Disso veio o temor daqueles antepassados autores da barbárie e atrocidades cometidas aos quais eram feitos seus escravos. Por isso, tendo contado com o apoio político dessas ocasiões, os intelectuais preferem optar pelo espiritismo originário dos franceses, cautelosos em virtude da cobrança da Lei imutável de repetições analógicas, a saber: “O que é em cima, é ao mesmo tempo com está acontecendo em baixo, perfazendo uma causa única”. (ThohT)

Em uma precipitada decisão odienta, em 1890, assumida pelo ministro das Finanças do Brasil imperial-republicano Dr. Rui Barbosa determinou a destruição pelo fogo de quase todos os documentos e arquivos referentes ao inesquecível tráfico dos escravos indígenas e negros de matrizes africanas os quais foram dizimados pelos criminosos de guerra dessa época. Esses representantes políticos, possivelmente, pressupunham cair no esquecimento das descendências futuras todo o genocídio contra os povos indígenas e negros antepassados. Dessa forma cruenta da descoberta histórica, estaria o governo do país conseguindo evitar o cumprimento infalível das leis da Natureza sob Deus, o Proprietário de tudo? Este é o Juiz último, “sabe livrar o transgressor da tentação aos justos, e reserva apenas os maus para o dia do Juízo” (ver a II Epístola de Pedro, cap. II, 9). “Um dia diante de Deus é como mil anos dos homens, e mil anos como um dia para a sentença sumária”. (cf. II Pedro, cap. III, 8). O que acha-se no dever para crer na palavra de Deus, então acredite!

Essa referência ao tráfico dos escravos sob a falácia de que os escravos não possuem alma e sendo interdita nos recenseamentos oficiais do país posteriormente a discriminação escancarada segundo a cor da pele, carece de apuração ajuizada do Criador Supremo...

Como é conhecido de todos os nacionalistas do Brasil acima de tudo, as culturas milenares africanas foram transferidas para o acervo do povo brasileiro, trazidas pelos negros feitos escravos dos diversos estrangeiros que tomavam as terras alheias de assalto.

Mas agora, graças a Chama Crística inevitavelmente do sistema Aumbhandan, o povo brasileiro vem sendo informado quais eram esses colonizadores criminosos, além dos portugueses, sem que as autoridades constituídas tomem uma providência judicial junto as Organizações das Nações Unidas – ONU. Provável, não há vontade política nesse sentido, até hoje! “As leis dos homens são regras feitas por pessoas que governam por meio da violência organizada e que, quando não acatadas, podem fazer com que aqueles que se recusam a obedecer-lhes sofram pancadas, a perda da liberdade e até mesmo a morte”. (Leon Tolstoi, “A Escravidão de nosso tempo”). É isso mesmo que vem acontecendo, ainda hoje! No caso dos descendentes judeus, tem acontecido as indenizações dos danos morais e materiais, relacionado ao holocausto durante a Segunda guerra (1939-1945). E os outros, como o Brasil, por exemplo? Ora, o genocídio ocorrido a partir da descoberta histórica em diante contra milhões de brasileiros naturais, houve na própria terra natal. É mais gravíssimo!!! Apropriaram-se os diversos países estrangeiros da maior porção das terras brasileiras e das suas riquezas (ouro, pedras preciosas, riquezas minerais, etc.). Nossas terras férteis são fundamentais para o desenvolvimento de toda a Agricultura. Isto é sabido pelo homem atuante no campo. As nossas terras férteis são fundamentais para a criação de todos os rebanhos do território nacional. E por que não lembrarmos a água potável. Atualmente, a população houve nos meios de comunicação: Devido as guerras freqüentes estão sendo previstas no mundo as escassezes d´águas. Já há rumores de que a Amazônia pode ser subtraída. Um perigo eminente é perdermos a preciosa reserva de quartzo de primeiríssima qualidade do mundo.

A povoação natural dos indígenas não teria todo o direito de defesa daquilo que o Proprietário de tudo, Deus confiou a posse aos nascidos deste território? Sim.

Quer dizer então o espiritismo originário dos franceses terá sido a melhor opção conservadora pela elite bem sucedida, muito mais apreciado com uma doutrina filosófica de fácil manipulação política, “compreendendo” as conseqüências morais decorrentes dessas relações do que esses anteriores cultos aos ancestres da indiada e da negrada de matrizes africanas. Já haviam sido fundados no Brasil vários Terreiros, a saber: no Estado Baiano, o Terreiro de Vera Cruz inaugurado em 1820; o Terreiro de Mocambo inaugurado em 1830; o Terreiro de Encarnação inaugurado por volta de 1840; e o Terreiro de Tuntum cuja fundação data de 1850. Todos conformando uma só egrégora com hierarquias espirituais com os seus ancestres e rituais bem definidos (ver maiores explicações na obra “Os Nàgô e a Morte”, autoria da Dra. Juana Elbein dos Santos – Tese de Doutorado em Etnologia na Universidade de Sorbone, traduzida pela Universidade Federal da Bahia, 9a edição, Ano de 1998, ed. Vozes Ltda.).

Todavia, ocorre que mesmo a ciência espírita experimental e sua doutrina filosófica, não obstante a meritória dedicação do codificador Allan Kardec, seu apreciado esforço deixou fora os reais fundamentos dos elementos da natureza (fogo, água, terra, ar, éter e outros). Por isso, não aborda nada de objetivo a respeito da origem da vida, princípio espiritual ativo, energia espiritual atômica. Desta mesma maneira, a doutrina kardequiana não dá parecer favorável a respeito da tecnologia astrológica cuja Astronomia é sua ciência experimental.

Por aí, portanto, justifica-se a mais abrangente interveniência do sistema Aumbhandan e, ao mesmo tempo, o conseqüente movimento de entronização popular da Umbanda Integral, começado inicialmente em novembro de 1908. Integral em virtude da ocorrência primeira se dá numa Federação Espírita de Niterói. “O homem propõe, mas Deus dispõe”. Hoje, quase todos os centros espíritas do Brasil tem aceitado as manifestações dos seres vivos para a prática de caridade e de misericórdia em nome do Senhor Jesus Cristo. Apenas, os intelectuais espíritas kardecistas estão exercendo uma acirrada oposição, sob o pretexto da originalidade francesa. São os descendentes pela conservação fundamentalista aliados à filosofia dos estrangeiros.

Mas o fogo-princípio ativo está permanentemente atento e localizado no âmago do globo terrestre, nos animais aquáticos, animais terrestres, nos minerais, vegetais e as águas o arrastam. Sim, o fogo está nas pedras.

O germe da vida foi insuflado no elemento fogo onipresente em tudo, no sistema Aumbhandan e em todas as coisas animadas e inanimadas. Isto não é teoria; isso é um fato real. Obviamente, a presença de um poder místico é uma realidade.

“Todos os seres espirituais vivificados para sempre conquistam, mediante os seus méritos individuais perante o Criador Supremo suas hierarquias divinas através da emanação do calor ardente e aquecimento próprio”. (Aumbhandan) Por isso se sentem sob as críticas ou ameaças quando algum mortal da gênese humana externa a pretensão de igualá-los pelo esforço pessoal, e se apressam em destinar sedutoras ninfas ou outras tentações fogosas para distraí-los de sua ascese, uma fonte inesgotável de poder, em si mesma neutra, podendo fazer uso abusivo como de qualquer outro poder.

Nesse sentido, aquele que irradia a energia gerada pela prática intensa do gozo dos sentidos desenfreados pode tornar-se um ser opressor ao longo da existência terrestre, um aliado a toda sorte do protestantismo, um oposicionista sem precedente, se seu Destino e seus desígnios são egoístas e destruidores; e nesse caso é necessariamente inadiável uma intervenção heróica ou de natureza divina para contê-lo e libertar de todo o apego às coisas terrenas, se esta é também a sua disposição para avançar espiritualmente.

O fogo-princípio é produtor pela fricção de duas extremidades aparentemente opostas: um é descrito como um bastão mantido verticalmente, e uma base horizontal. O giro zodiacal do bastão superior, demanda consideravelmente a onipresença de um poder místico abrasador, chamado a potencialidade do Ser que vivifica o Senhor Ogum, fazendo germinar no ponto zodiacal de fricção a centelha infinitamente pequena que insufla a base, considerada a Mãe-Natureza do mesmo Ser Vivo Ogum. A manifestação do fogo-princípio é portanto o resultado de uma fricção entre as duas forças vivas aparentemente opostas, comparada ao ato de procriação.

Eis aí descrevemos aquilo que pode representar um ato sacrificial da gênese humana, onde o Altar original é a Deusa-Mãe-Natureza, o Sacrificador é o Incognoscível Senhor ou Pai de todos os seres vivos descidos ao estado condicionado de “filhos da terra”. Porém, a potencialidade, com a qualidade de cognoscível, isto é, princípio espiritual ativo, um orixá-deus que torna-se manifesto e se eleva pela oferenda de fé contínua. Evidentemente, o sacrifício em suas múltiplas acepções é o que fundamentaliza essas múltiplas civilizações da gênese humana propriamente dita, considerado a Causa das causas, o eixo para a engrenagem do Universo por inteiro, o núcleo vital convergente a partir do qual tudo se ordena, por um influxo do Hálito do Todo-atrativo: “Verifica-se que o sacrifício é a emanação do centro umbilical do mundo material”. (Aumbhandan)

Essa descrição simbólica é aplicada igualmente aquilo que torna-se ardente, tem por conotação a idéia de emanação de calor associada a esforço físico, resultando a produtividade do fogo interior, por um esforço concentrado, uma fricção que implica a relutância da natureza específica de cada uma individualização com seus impulsos, mediante a similaridade dos quatro fundamentais elementos da natureza, sua dispersão, suas hesitações, até mesmo suas atividades falíveis.

Lamenta-se o fato da doutrina espírita não ter abordado nada a respeito dos elementos da natureza mostrados através da tecnologia astrológica. Por isso, a filosofia kardequiana não chega alcançar o Conhecimento primordial. Mas se o fizesse teríamos permanecido no campo de atividade dos kardecistas, e com eles, apesar da relutância para com o simbolismo geral. Chegam provocar manifestações internas contrárias a onipresença de Ramatis e as suas obras inigualáveis. Já fui questionado por tomar a defesa de igualdade entre um e outro.

 

A DIALÉTICA DO ESPIRITISMO DO BRASIL

 

Nós, os nacionalistas fiéis, formamos neste país um imenso contingente composto de milhões de pessoas patriotas, na qualidade de defensores do Espiritismo do Brasil Coração do mundo acima de tudo, sob a mesma Sagrada hierarquia dos seres vivos dos remotos antepassados ancestrais do Espiritualismo científico de Deus sacrificados por uma causa única.

A nação umbandista é a única onde o amálgama do atavismo racial, a conformar uma espécie de boa herança psicossomática, que eterniza como energia espiritual atômica latente nos cromossomos portadores duma mesma característica hereditária dos nossos mais remotos antepassados aborígines ou negros africanos sacrificados como os nativos do território nacional, sem grandes restrições.

Dessa forma, nossa arte do diálogo, aos poucos, fazemos transparente para que ninguém esqueça do sombrio passado, uma dívida a quitar por meio de uma dialética  capaz de definir e distinguir, sem delonga, desde a ocorrência dos extermínios durante as invasões sob o pretexto da descoberta histórica das terras habitadas dos povos indígenas. Assim é o modo de pensarmos as controvérsias de natureza social, religiosa ou política da verdade absoluta.

Compreendemos, então, a realidade permanente com essencial contraditória e em face a transformação material, mesmo relativamente os conceitos nossos de espiritismo do Brasil, que não se pode comparar literalmente com o espiritismo da França, sob o risco de contrariarmos a imutável Lei de Repetição Analógica. As transformações destes dois países e de seus povos são bastante contraditórios. Os franceses sempre vieram exercendo domínio por meio da força contra a povoação dos indígenas do Brasil colonial e parte do período imperial. Isto não podemos deixar cair no esquecimento.

Heráclito de Éfeso (aprox. 540-480 a.C.) afirmava que tudo existe em constante transformação material; que conflito é reinante em todas as coisas existentes. Lia-se também que vida ou morte, juventude ou velhice são realidades que se transformam umas nas outras. Tudo faz-nos supor que faltava a esse célebre filósofo concluir que a vida dentro da forma humana (ou seja, a alma espiritual), é eterna. Ela não está sujeita as mesmas transformações da matéria. Primeiramente, torna-se inevitável que compreendamos a alma imortal. Ela é um Deus pequeno. Sempre que entendemos a amostra, então podemos compreender o Todo-atrativo, Incognoscível.

Nessa perspectiva de vida, o trabalho devocional daqueles ancestres vivos comunicantes, em via a conexão direta, entre os médiuns franceses, não tinham por que seus comunicados ditar  mensagem alusiva o avanço espiritual da população brasileira, sendo feita renovada produção repetidamente, desde os sacrifícios ocorridos durante a descoberta e as atrocidades históricas do território nacional. Considerado como um exemplo a ser seguido a partir daquele período pelos colonizadores como jurisdição de estadia temporária, competiria os outros seres vivos, onde o amálgama racial é notável, no solo pátrio dos remotos ancestres nativistas (ver a obra “Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, do ser vivo “Irmão X”, psicografada pelo inesquecível médium Francisco Cândido Xavier).

Logo é contraditório o espiritismo dos Franceses do espiritismo do Brasil. “As almas estão nos mínimos detalhes e Deus é cobrador dos detalhes”. (Aumbhandan)

Ora, o Brasil tendo sido invadido violentamente pelos estrangeiros dos vários países, com a infiltração das culturas e subculturas cujas etnias são opostas devido a renovada transformação por inteiro, mediante o influxo da Providência Divina, se interpenetram, se chocam as origens e se integram. Porém, não tem sentido ético que se subordine em aceitar os modelos falsificados judeu-euro-americanizados como fontes exclusivas de sabedoria humana. Não sobreviveria ante a análise do Espiritualismo cientifico de Deus como se processa com a identidade segundo a Providência Divina (ver no Antigo Testamento, livro de Isaías, capítulo LVI, versículo 5) mítica em comunidade africana primitiva, por exemplo, em virtude dos sofridos sacrifícios igualmente ao que os povos indígenas sofreram dentro do próprio território nacional. É verdade, representa o passado iniciado de volta ao Criador, Oxalá, o Ser cognoscível consciente de Cristo... Significa a conquista do Caminho do discipulado, fecundo, e, sem dúvida, fascinante.

 

O MITO NÃO SERÁ JAMAIS SUBESTIMADO

 

A íntima aliança firmada entre o ser vivo e aquilo consagrado em nome do Altíssimo, é estabelecida em uma página da cultura imemorial, simbolicamente expressa na superfície territorial específica da própria povoação seja chamada de selvagens, seja taxada de pagãos, escravas ou não.

Atribuem-se a qualidade de consagrado a uma coisa animada, um sítio comunitário, uma ocorrência marcante, nada mais é senão estabelecer uma forma de melhor organização do mundo material e de todas as coisas existentes. O organismo mundial é assim codificado, interpretado, transformado a cada seis fases no imenso teatro para a ocupação de todos nós intérpretes das muitas mensagens cujos autores e produtores somos nós mesmos, mas não se torna consagrado em sua totalidade, em virtude dos intervalos cíclicos cobrados pela Providência Suprema. Só será obtida a consagração última daquilo de direito sentido como domínio real significativo de si mesmo.

A sagração última é a categoria em uma escalada sacerdotal, conferida em cada uma das quatro ordens sociais, conforme a cultura Aumbhandan desde os tempos imemoriais, pela qual a Sabedoria transcendente denota sua peculiar interpretação verdadeira do homem-espírito e da existência no mundo material. “A sagração última significará a realidade total”. (Aumbhandan)

Todos os mitos da gênese humana ratificam a transformação do Caos em Cosmo, por meio da palavra, identificados permanentemente todos aqueles seres vivos, chamados pela gênese humana ora orixás, ora caboclos, ora “pretos-velhos” e os outros conhecidos dos fiéis umbandistas (cf. Isaías, capítulo LVI, versículo 5). Decifrar o mito é decifrar-se a si mesmo. Render-se ao mito é ouvir ressoar dentro de si o eco por trás do poder místico desde antigas provações, recordar significações esquecidas temporariamente, e reconhecê-las como manifestações do mesmo mundo experimental na qualidade de humanos. A compreensão começa a realizar-se como síntese entre o que o mito diz e aquilo que desperta em cada um investigador do problema. Esta hermenêutica é constantemente reavaliada por muitos, pois se fundamenta a cada transformação material interiormente do mitológico e, por conseguinte, a percepção da coisa ou do objeto de estudo se transforma  concomitantemente em processo dialético que avança espiritualmente aliado com o conhecimento intemporal.

Ordenar a forma criada por meio do sentido perfeito é transformá-la de maneira cíclica em uma forma a ser projetada visível e significativamente.

Torna-se desnecessário expositar aqui mais parciais explicações de competência histórica das melhores religiões fidedignas ou sobre o que disse a antropologia cultural já elaboradas, a fim de conceituar a origem dos mitos, tais como os orixás e dos ritos; entretanto, apenas tornar público algum fato verificado no território brasileiro de natureza social ou religioso, reconhecidos como fenômenos do espiritismo do Brasil, tendo precedência e antiguidade, se  compararmos com o ocorrido na França naquele território parisiense à época de Kardec.

A compreensão dos variados fenômenos religiosos implica à elucidação funcional do mito e do simbolismo descrito como categorias. O mito testemunha a anunciação histórica do Universo, contraditório, regido por Potencializações hierárquicas designadamente ambíguos, mas cuja vontade é soberana do Espiritualismo científico de Deus. Essa é a realidade da gênese humana que comprovadamente o mito revela.

Da necessidade de sobrevivificar, descobrimos que todo mito, rito, toda imagem, magia, são fenômenos fundamentais associados às seis fases de transformação material, atrelados a figura de expressão da gênese humana.

Em suma, nosso Destino eterno depende destas duas questões básicas, a saber: Examinem atentamente as lideranças sociais ou religiosas: - “se não somos seres vivos, filhos legítimos de outros deuses, que razão teríamos para vir a sê-lo e o que significaria a vã palavra Imortalidade? E se o Cristo não é uma Potência última da Divindade Incognoscível e, ao mesmo tempo, cognoscível em toda a acepção da palavra, como podemos explicar Ele ser a Salvação da Humanidade?” (Aumbhandan). Havendo pensado isso a respeito das duas questões se resolvem por uma visão profética conjunta à mitologia evolutiva do sistema planetário, esclarecida pelos magos e sacerdotes antigos; de um lado pela ciência experimental na atualidade segundo os preceitos da comunidade científica; de outro pelo conhecimento perfeito tendo os abrangentes reflexos da clarividência apurados segundo a tradição primeva que fala por si mesma.

Então a mitologia e magia são doravante complementares, podendo associar-se a todas as coisas animadas e inanimadas, até as biológicas ou mais técnicas. Para lidar com o mito, é preciso ter na mente a lembrança de que ele é necessário ainda, real, vital. Negar isto é promover uma dialética falsa, um trabalho de “evangelização” enganoso, que não irá muito além do sonho sonhado de muitos corifeus.

Não se pode esquecer que o mito propõe um objetivo prático definido, oferece um modelo de comportamento a posteridade e de sobrevivência atual, entre os habitantes sobre a terra e seus ancestres. O mito é sempre alguma resposta, mas de uma forma ambígua.

Desde os tempos imemoriais, a sociedade humana sempre esteve e estará continuadamente informada da existência de uma única Sabedoria primordial, transcendente, eterna, a que tem registrado o Conhecimento perfeito de todas as coisas e de tudo. Na atualidade, este conhecimento parece apenas um minúsculo filete de água deslizando sobre um determinado leito de seixos. Nunca, porém, seca completamente. Este saber de algumas matrizes distintas da que é usada hoje em dia pela ciência experimental. Bill Clinton declarou: “Hoje, nós estamos aprendendo  a linguagem usada por Deus para criar a vida. Estamos passando a ter cada vez mais respeito pela complexidade, beleza e maravilha do mais sagrado dom de Deus” (ver a matéria publicada no Jornal do Brasil, em 27 de junho de 2000, página 12, sobre o Genoma humano).

A intuição é apenas um vislumbre e a primeira etapa. Passou a chamar-se vidência, previsão contemplativa do Divino, comunhão viva com o Ser Incognoscível e com a imortalidade. “Antigamente em Israel todo o que ia consultar a Deus dizia assim: Vinde, e vamos ao vidente. Porque esse que hoje se chama profeta, se chamava então vidente” (ver em Primeiro Reis, capítulo IX, versículo 9). Vem da luz interior que essa porção espiritual ativa aquece no gênero humano numa determinada fase de seu melhor desenvolvimento espiritual e material também. Ela penetra radiosa e procede do Universo astral, que conforma uma espécie de laboratório das forças criadoras, expande-se as diversas esferas imediatamente mais sutis, a origem de todas as coisas animadas nos mundos circundantes. Criptográficas e imperfeitas são as traduções e as formas redacionais devido o estado condicionado dos filhos da terra; as muitas línguas e a arte dos tradutores e redatores nos transmitiram os fragmentos parciais dessa sabedoria, mas cristalina e radiosa é sua permanente Fonte inesgotável, pois este conhecimento transcendente brota, ainda hoje, sob o influxo de um mesmo poder místico dessas Potencialidades inenarráveis criadoras do mundo material.

Os mais sábios da antiguidade não só percebiam a transparência desse poder místico atrelado às Potências hierárquicas, como também contemplavam interiormente outros mais mistérios da criação do Universo material, isto é, os aspectos de manifestação sucessivos que revestiram no Esquema de Cadeias Planetárias do sistema solar milenarmente anterior a formação do globo terrestre. E essas manifestações sucessivas as contemplam nos “fortes clichês” que flutuam na luz astral radiosa pela visão clarividente do ser vivo sobre a terra, e deram os sábios primitivos as diversas identidades aos planetas os mesmos nomes das forças astrocósmicas que os modelaram.

Eis aí por que os planetas conhecidos da sociedade humana se tornaram Deuses assumidos na mitologia desde os tempos imemoriais. A comunidade astronômica (séculos XVI-XVII), os Copérnicos, os Galileus, os Keplers e outras celebridades da Astronomia científica, formuladores das Leis da mecânica celeste, descobriram para todos nós todas as profundezas do espaço e sua tecnologia astrológica inclusive. Possuímos desses estudos astrológicos uma idéia ainda estreita do muito daqueles mais antigos magos da Caldéia e dos sacerdotes extraordinários do Egito antigo. E terá essa sabedoria encontrado a justificativa da palavra de Deus? Evidentemente sim. Está alicerçada no Antigo Testamento, livro do profeta Ezequiel que assegura ter avistado uma imensa nuvem que envolvia o elemento fogo, e à esfera (quer dizer a circunferência zodiacal) dela um resplendor; e do meio do fogo aparecias uma espécie de elétron; e por meio do fogo viu a semelhança de quatro seres vivos; e havia neles a semelhança de um homem (cf. Ezequiel, capítulo I: 4-5).

Na antiguidade, a mecânica celeste era um dinamismo, um só animismo hierárquico irrevogável, mas diferenciado e graduado potencialmente, segundo os elementos da natureza. Logo, admite-se a estruturação hierárquica dos Deuses mitológicos, no Universo astral. Pois, para a conceituação dos mais sábios, entre os magos caldeus e os sacerdotes autênticos, os corpos planetários e o Cosmos, ainda que governados por leis imutáveis, matematicamente, eram seres vivos mitológicos. Os sábios não os viam simplesmente com a fria inteligência típica do comum dos homens, mas com toda a alma imediatamente superior. Por isso, nos corpos celestes, os sábios reconheciam a onipresença dos Deuses e, no Cosmos, a do Espírito Incognoscível, Criador incriado.

Atentemos de preferência para a seguinte afirmativa do astrônomo  Kepler: “Toda a criação constitui uma maravilhosa sinfonia, tanto na ordem das idéias e do ser vivo como na dos seres humanos. Tudo se mantém e se liga por relações mútuas indissolúveis; tudo forma um conjunto harmonioso. Em Deus, a própria harmonia, predomina uma suprema harmonia; pois Deus nos criou à sua imagem e nos legou a idéia e o sentimento da harmonia. Tudo o que existe é vivente e animado, porque tudo se segue e se liga; não há nenhum planeta que não seja um ser vivo, que esteja nele uma alma. A alma dos astros é a causa de seus movimentos e da simpatia que os une entre si; ela explica a regularidade dos fenômenos naturais”. (Kepler, Harmonices Mundi”, Ano  de 1619, tradução de Bartholmèss no Dicionário filosófico de Frank).

Atualmente, são conhecidos os seguintes corpos celestes: Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Plutão, Quíron (sua órbita ao redor do Sol é de 51 anos). Hoje em dia, ficamos a imaginar, basicamente, partindo dessa descoberta de  Kepler (1619), podemos estimar a existência de pelo menos 12 (doze) Potencialidades vivas, almas imortais soberanas sob a Supremacia do Deus Altíssimo.

Tão logo um planeta é avistado como corpo celeste de um ser vivo pelos astrólogos, sua energia espiritual atômica se manifesta na Terra. O astrônomo Kowal avistou Quíron em seu telescópio, no final de 1970.

Desde já, podemos começar a definir melhor a força vital arquetípica netuniana usando Quíron em relacionamento de polaridade atrelado com Netuno, porque a natureza da polaridade dos signos Virgem/Peixes revela a energia atômica netuniana quando esta é vista em polaridade com Quíron. (Ver a obra da escritora Barbara Hand Clow, “Quíron, ed. Pensamento, página 19).

Os antigos sábios não viam a Providência Divina em separação dessas Potencialidades; a prova inequívoca está nas afirmações do astrônomo Kepler.

Temos informações dos astrólogos que os planetas interiores são as Potencialidades supervisionadoras de nossos padrões de resposta pessoal. Por exemplo, a Lua filtra as percepções que nos chegam à consciência como alguns fragmentos  da existência pretérita. A Potencialidade da Terra governa nossa integração com o “eu” e é o fogo central de nosso “holograma astrológico. A Potencialidade de Vênus rege nossa receptividade a tudo quanto existe e seduz. A Potencialidade de Marte é o regente do dinamismo que já mencionamos, refere-se o poder de propulsão que nos proporciona energia para pensar, receber sensações, responder instintivamente e orientar-nos para nos tornarmos bem solares, conhecermos a nós mesmos. A Potencialidade de Júpiter nos expande tanto quanto possível, de modo que possamos entrar em conexão direta com nosso “Eu superior”, enquanto Saturno nos leva, através da experiência, a sub-produzir um recipiente para a nossa energia espiritual atômica. A conclusão última, então, é que a Potencialidade de Saturno, na qualidade de soberano arquiteto do mundo material, predomina em toda a estruturação e formação material, a fim de que se faça a interação do fogo-princípio, tornando-se a matéria gerada da vida, ou seja alma espiritual, energia atômica. Dessa forma, Saturno tem sua órbita ao redor dos outros planetas interiores, encarregado de nossos padrões de resposta pessoal.

Evidentemente, o fogo-princípio criador, é verdadeiramente o “agente universal e a substância de todas as coisas”; é a forma elementar da matéria; de outro lado é a vestimenta corpórea e, de alguma maneira, o corpo de expressão dos Deuses, dos chamados Orixás Ancestrais, o meio pelo qual eles atuam sobre o mundo material e em toda a gênese humana, saibam os homens ou não. Esse é o Caminho, a Verdade, a Vida por onde todo Espírito desce à matéria; vereda luminosa, por onde a matéria imediatamente mais sutil se eleva de volta ao Supremo.

Diante desta exposição extraordinária, não promovermos a divulgação publicamente da realidade mitológica, é contribuirmos com aqueles que pretendem ainda deixar na obscuridade a maior porção da opinião pública. Sempre consegue-se de alguma outra pessoa de bem! Afastá-la de conhecer o influxo divino, através do sistema planetário, as rígidas construções estruturais saturninas de quem nossos corpos se animam por meio de uma partícula espiritual atômica, seria conservar a sociedade humana atual ainda mais ignorante sobre o assunto.

Cada um já ouviu a seguinte pregação: “Façamos (gênero humano) à nossa imagem, e semelhança” (ver o Gênesis, capítulo I, vers. 26). Como se realizou tamanha obra sob o influxo da Divindade? É como deixar de lado a utilização da Bioquímica de Deus, o conhecimento  do estado sólido (corpo físico denso) e, sem nenhum rumo, viajar o ser vivo no espaço exterior. Ora, de acordo com o saber mitológico, o Espaço zodiacal é a imensa órbita de atuação de Urano, enquanto a de atuação de Saturno é o Tempo.

Asseguraram as tradições mitológicas primitivas que, tendo sido a matéria gerada da vida, através desse espaço zodiacal, como conseqüência, formou-se O PRIMEIRO ÁTOMO FÍSICO PRIMORDIAL; assim a manifestação é uma revelação significativa dos segredos esotéricos em nosso tempo atual. Porém, a linguagem de Quíron, através do espaço sideral, é prova de sua extrema antiguidade milenar. Seus avós mitológicos são Urano (pai celeste) e Gaia (mãe terrena); seus pais sã Kronos (Saturno) e Réia (Vênus, Deusa Afrodite), mas Quíron nasceu de um ato sexual “ilícito” entre Kronos, que assumiu a espécie de um cavalo, e uma ninfa originária do mar. Por isso Quíron é a semelhança de um centauro, isto é, meio animal e meio humano, então atrelado ao elemento terra e ao mar, devido a relação sexual de seus pais. Releva notar também que Quíron se uniu a uma ninfa do mar, cuja sua filha se chamava Téia que significa “o ser vivo brilhante da Lua”; foi uma vidente e astróloga famosa na antiguidade.

A descoberta do planeta Quíron é o despertar da ecologia mundial, indicando que a atual sociedade humana encontra assim o caminho para por fim a poluição da Terra ou, do contrário, seremos vitimados por forças elementais destrutivas. “Tornar-nos-emos os centauros destruidores de nós mesmos”. (Aumbhandan). Quíron é chamado “o pai da medicina”.

Não se pode subestimar o mito; todos temos um mapa astrológico que é um “holograma”, quer dizer uma estrutura de energia unificadora que se apresenta exatamente a mesma  em todas as suas partes; é um campo de atuação energética unificado de consciência que mapeia a energética da formação da alma espiritual na matéria desde o nascimento até a hora da morte corpórea.

Os astrônomos da antiguidade empenharam-se no trabalho com os planetas exteriores como energias intuitivas, antimateriais, não-visíveis ao comum dos homens. Com efeito, não dispunham de instrumento para as energias dos planetas exteriores – Urano como energia kundalini, Netuno como o divino interior e Plutão como evolução galática. Assim, então, usavam técnicas de magia – tecnologia ocultista – para entrar em conexão direta com essas forças. Foi de fato muito trabalhoso! Agora, os ocultistas e esotéricos autênticos com a descoberta de Quíron podem cada um deles atravessar a “ponte colorida” do Arco-íris. O caminho das energias de raio para a dimensão galática existe para que cada um use.

Urano rege a sistêmica ressonância elétrica da energia kundalini com a dimensão cósmica e Netuno rege a auto-liberação para o Cosmo. Plutão, por sua vez, rege a mais intensa purificação de nossa atividade kármica na Terra, e de acordo com o plano geral de nosso “eu consciente”, que determina o que cada um deve fazer aqui na existência terrestre.

Agora, então, pode-se começar a definir melhor a força arquetípica netuniana usando Quíron em relacionamento de polaridade com Netuno. Pois a natureza da polaridade Virgem/Peixes revela a energia netuniana quando esta é perceptível em polaridade com Quíron.

Por isso, então, logo que o espiritualista de uma determinada religiosidade penetra assim receptível com a visão no laboratório da dimensão imediatamente sutil e vê circular em suas próprias veias a riqueza da vida astrouniversal, o fogo-princípio e todo-poderoso, compreende melhor a força vital e a majestade do Culto aos Ancestrais primitivos. São seres vivos glorificando inicialmente o Fogo-agenciador ativo, pois sempre vêem nele o trono da Providência Divina, a substância e a vestimenta corpórea dos Deuses, ou os chamados Orixás Ancestrais primitivos da Humanidade.

Mas, agora, devemos dar uma idéia das Potencialidades atreladas aos Guias espirituais, hierarquicamente, sob o influxo dos poderes engajados nos signos, nos planetas regentes de nossos padrões de resposta pessoal, e em toda a dramatização do Zodíaco Cósmico. É como os mais velhos ancestres colocaram-se juntos os Orixás Ancestrais, nos elevados níveis de compreensão e de conhecimento do sistema Aumbhandan, mediante o trono do Fogo-princípio ativo e da Luz, porque essas forças são seus elementos da natureza.

Para que o público leitor possa compreender primeiramente os gráficos, símbolos astronômicos e as classificações inerentes dos signos, fazemos pela ordem saber:

 

Símbolos Astronômicos

 

Planetas

Signos

Nome

Símbolo

Nome

Símbolo

Sol

Áries

^

Lua

ƒ

Touro

_

Mercúrio

Gêmeos

`

Vênus

Câncer

a

Marte

Leão

b

Júpiter

 

Virgem

 

Saturno

 

Libra

d

Urano

 

Escorpião

e

Netuno

 

Sagitário

f

Plutão

 

Capricórnio

g

Quíron

 

Aquário

h

Nó Lunar Ascendente

 

Peixes

i

Nó Lunar Descendente

 

 

 

Roda da Fortuna

 

 

 

Lilith

ƒ

 

 

 

Classificação dos Signos

 

Elementos da Natureza

Signos Cardiais

Signos Fixos

Signos Móveis

Fogo

Áries

Leão

Sagitário

Água

Câncer

Escorpião

Peixes

Terra

Capricórnio

Touro

Virgem

Ar

Libra

Aquário

Gêmeos

 

 

Uma certeza: entre os Guias ou Arquétipos da Umbanda Integral típica do território brasileiro acima de tudo, há permanente uma combinação analógica do influxo do sistema solar, de acordo com o que determina o esquema das cadeias planetárias. Hierarquicamente, cada qual das Potencialidades do sistema Aumbhandan, em um certo ciclo setenário, seus Guias espirituais ou seus Arquétipos correspondem-se entre eles e os seres vivos localizados dentro das formas humanas habitadas no globo terrestre, saibam ou não saibam os homens e as mulheres.

I-             A Potencialidade do Senhor Oxalá

Harmonização perfeita da Personalidade Suprema do Senhor Jesus Cristo, Governante dos seres vivos no mundo material.

 

1)    . Sol em Leão – Caboclo Urubatão da guia

2)    . Sol em Câncer – Caboclo Ubirajara

3)    . Sol em Gêmeos ou Virgem – Caboclo Ubiratan

4)    . Sol em Touro ou Libra – Caboclo Guarani

5)    . Sol em Áries ou Escorpião – Caboclo Guaracy

6)    . Sol em Peixes ou Sagitário – Caboclo Aymoŕe

7)    . Sol em Aquário ou Capricórnio – Caboclo Tupi

 

 

II-           A Potencialidade da Povoação d’água (ninfas)

 

1)    . Lua em Câncer – Cabocla Yara

2)    . Lua em Gêmeos ou Virgem – Cabocla Oxum

3)    . Lua em Touro ou Libra – Cabocla Yndaiá

4)    . Lua em Áries ou Escorpião – Cabocla Yemanjá

5)    . Lua em Peixes ou Sagitário – Cabocla Yansan

6)    . Lua em Aquário ou Capricórnio – Cabocla Nanan

7)    . Lua em Leão – Cabocla Estrela do Mar

 

 

 

 

III-          A Potencialidade de Ybeijada (angelitude)

 

1)    . Mercúrio em Gêmeos ou Virgem (Quíron) – Tupanzinho

2)    . Mercúrio em Touro ou Libra – Damião

3)    . Mercúrio em Áries ou Escorpião – Yari

4)    . Mercúrio em Peixes ou Sagitário – Doum

5)    . Mercúrio em Aquário ou Capricórnio – Cosme

6)    . Mercúrio em Leão – Ory

7)    . Mercúrio em Câncer – Yariri

 

IV-          A Potencialidade de Xangô

 

1)    . Júpiter em Sagitário ou Peixes – Caboclo Kaô

2)    . Júpiter em Escorpião ou Áries – Caboclo 7 Montanhas

3)    . Júpiter em Libra ou Touro – Caboclo Agodô

4)    . Júpiter em Virgem ou Gêmeos – Caboclo 7 Cachoeiras

5)    . Júpiter em Leão – Caboclo Pedra Branca

6)    . Júpiter em Câncer – Caboclo 7 Pedreiras

7)    . Júpiter em Aquário ou Capricórnio – Caboclo P. Preta

 

 

V-            A Potencialidade de Ogum

 

1)    . Marte em Áries ou Escorpião – Caboclo de Lei

2)    . Marte em Touro ou Libra – Caboclo Rompe Mato

3)    . Marte em Gêmeos ou Virgem – Caboclo Megê

4)    . Marte em Câncer – Caboclo Yara, chamado Ogum Yara

5)    . Marte em Leão – Caboclo Matinata

6)    . Marte em Sagitário ou Peixes – Caboclo Beira Mar

7)    . Marte em Aquário ou Capricórnio – Caboclo Malê

 

VI-          A Potencialidade de Oxosse

 

1)    . Vênus em Touro ou Libra – Caboclo Arranca Toco

2)    . Vênus em Gêmeos ou Virgem – Cabocla Jurema

3)    . Vênus em Câncer – Caboclo Pena Branca

4)    . Vênus em Leão – Caboclo Arruda

5)    . Vênus em Escorpião ou Áries – Caboclo Araribóia

6)    . Vênus em Sagitário ou Peixes – Caboclo Cobra Coral

7)    . Vênus em Capricórnio ou Aquário – Caboclo Tupinambá

 

VII-         A Potencialidade de Velhos Ancestrais (matrizes africanas)

 

1)    . Saturno em Capricórnio ou Aquário – Pai Tomé

2)    . Saturno em Sagitário ou Peixes – Mãe Maria Conga

3)    . Saturno em Escorpião ou Áries – Pai Benedito

4)    . Saturno em Libra ou Touro – Pai Joaquim

5)    . Saturno em Virgem ou Gêmeos – Pai Cipriano ou Obaluaê

6)    . Saturno em Leão – Pai Congo de Guiné

7)    . Saturno em Câncer – Pai Arruda

 

 

VIII-       A Potencialidade de Imolê  Exu Yangí

 

1)    . Urano em Leão – Exu das Sete Encruzilhadas

2)    . Urano em Câncer – Exu Pombo Gira

3)    . Urano em Gêmeos ou Virgem (Quíron) – Exu Tiriri

4)    . Urano em Touro ou Libra – Exu Barabô ou Marabô

5)    . Urano em Áries ou Escorpião – Exu Tranca Ruas

6)    . Urano em Peixes ou Sagitário – Exu Gira Mundo

7)    . Urano em Aquário ou Capricórnio – Exu Pinga Fogo

 

Os nove caminhos da transformação última do ser vivente, graças o conhecimento das cinco figuras geométricas: o ponto, a reta, o ângulo, o quadrado e o círculo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

Observemos que estes são os Exus fundamentais que, independentemente, podem exercer influência nesses 8 (oito) campos de atividades das diversas Potencialidades, interagindo como orixás “cabeças-de-legião” no globo terrestre.

Não se ignora a Onipresença do Ser Incognoscível Administrador último dessas formas arquetípicas que vivifica-lhes, tendo insuflado seu Hálito e lhes mantendo agregadas astralmente em todo Universo (ver no Antigo Testamento, livro de Isaías, capítulo LVI, vers. 5), apesar daquela ação inicial ordinária dos delitos cometidos por aqueles religiosos durante a nefanda Inquisição dos católicos ou marranos e a queima criminosa dos documentos incluindo a milenar cultura yorubá pelo Dr. Rui Barbosa.

Assim a idéia falsa de um orixá ou Exu, essencialmente, dotado para a prática do mau, é uma contra-informação mentirosa dos rivais, alusão feita ao sincretismo com o “diabo” da mentalidade católica e protestante de origem dos estrangeiros infiltrados no Brasil séculos afora, forçada pelos colonizadores que inventavam a escravidão dos índios naturais e dos negros africanos e conseqüentes perdas parciais de valores iniciatórios das crenças indígenas e dos negros feitos escravos. Porém, a cobrança Karmica, ainda hoje, é inevitável.

Então são 9 (nove) as dimensões siderais astro-universais do Universo, a saber: de zero a 8, compreendidas a Potencialidade suprema do Incognoscível e as outras oito Potencialidades cognoscíveis.

Devemos dar uma idéia compreensível da estruturação e organização numerológica e quantitativa da legião dos seres viventes desses poderes engajados no drama cósmico, comparando-s

 


Última alteração em 05-23-2014 @ 11:30 am

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