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UMBANDA INTEGRAL - Esclarecimento
Inserido por: Itauna
Em: 05-24-2014 @ 11:24 pm
 

 

 

MINISTÉRIO POPULAR

SISTEMA D´AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

NÚCLEO ESPIRITUALISTA XANGÔ DA PEDRA PRETA

ÁREA FILOSÓFICA

 

COMO FICOU DISTRIBUÍDA A FACE DO PLANETA TERRA

 

 

Apurando ainda o movimento das manchas através do disco solar, souberam os cientistas que no Equador a movimentação desse disco leva 25 dias – a duração do dia no Sol – para fazer uma rotação completa e, nos pólos, mais de um mês.

Para nos orientarmos, durante o dia, basta olharmos o ponto inicial em que o Sol nasce bem cedo, ou seja, o Leste. Posicionemos, então, nossas costas voltadas para o Oeste. À nossa esquerda, esticando o braço horizontalmente, encontra-se o ponto Norte, à nossa direita, esticando o outro braço, encontra-se o ponto Sul.

Eis aí está a descrição por que os fiéis umbandistas, ao se orientarem para a preparação e a realização de todo serviço ou trabalho devocional prático ritualístico, externa ou internamente assumem primeiramente este posicionamento sob a Providência da Divindade Solar...

Para a orientação noturna, demonstrando conhecer bem a fenomenologia da Natureza por inteiro, são sabedores que sempre o Sol nasce mais ou menos na mesma direção. Partindo desta observação, orientar-se significa exatamente encontrar o Oriente, isto é, o Leste, o nascer do Sol. Feito isto, podemos tornar seguramente fácil encontrar também a orientação noturna.

Imaginemos visível a Estrela Polar, no Hemisfério Norte, indicando a direção Norte à nossa frente. Neste posicionamento noturno temos, portanto, às nossas costas o ponto Sul; à esquerda, esticando o braço, horizontalmente, agora o ponto Oeste; à nossa direita, o Leste. No Hemisfério Sul, orientamo-nos pelo Cruzeiro do Sul.

Para os ocupante do mar, habituados a contar com a força dos ventos (elemento ar), a orientação veio sendo feita, observando-se a direção em que os ventos sopram. Assim, posto, lembremos às passagens do ano, isto é, de 31 de dezembro para 1o de janeiro, nos feitos ritualísticos, secularmente, nos diversos países, entre os muitos povos. A Marinha do Brasil reconhece isso, sempre que acontece a travessia do Equador, adentrando no Mediterrâneo – o batismo cerimonial dos tripulantes.

De noite a Estrela Polar é a substituta do Sol, na orientação milenar do deus do mar e de todos os navegantes. Esse é o deus Netuno! Até hoje, é essa Estrela Polar um ponto seguro para, obedecendo a orientação noturna, se encontrar o Hemisfério Norte, que indica a direção do Norte. O ser humano, com o decorrer dos tempos evolutivos, utilizou-se do instrumento conhecido com o nome de bússola, na qual uma agulha magnética indica sempre o Norte. (Não é filosofia ilusória os fiéis umbandistas precisarem de reconhecer as entidades vivas dos mais remotos antepassados ancestres marinheiros.).

Pode-se então dizer que o dia solar é de mais de três semanas, mas é diferente nas diferentes latitudes. (A latitude, então, é a distância angular de um determinado lugar ao Equador, medida em graus sobre o meridiano desse lugar).

Uma coisa para todos nós surpreendente, quando os cientistas tomam nas mãos um mapa mundi; mostram-nos uma “rede” de linhas em negrito e finas que parecem aprisionar países e continentes. São os meridianos e os paralelos, constituindo os pontos fixos dos quais lançam mão para estabelecer esta ou aquela posição globalizada do planeta.

Quando o marinheiro-mor determina, com os instrumentos que dispõe, a exata posição de seu navio, estando no comando da expedição, recorrerá conhecer: “longitude...” e latitude...” Com estas duas expressões, seguidas de números certos, ele indica a distância angular que o separa do meridiano de “Greenwich”, o Observatório mundial  do Equador.

Referimo-nos aí ao planeta Terra, propriamente dito, e, em uma certa ocasião, deixaremos esclarecido o que é latitude e longitude.

Para se determinar a posição de um qualquer ponto sobre o globo  terrestre, é preciso calcular a latitude, isto é, a distância angular  em graus a partir do Equador e a longitude, ou seja, a distância angular em graus do meridiano fundamental ou de Greenwich.

Um lugar possui determinada latitude norte ou sul, conforme esteja situado ao norte ou a sul do Equador e possui determinada longitude leste ou oeste, conforme se encontre a leste ou a oeste do meridiano fundamental. Eis aí está a descrição tecnológica da Astrologia cuja apuração científica da Mecânica celeste é com os recursos da Astronomia. Semelhantemente, é o que apurado entre a Previsão do Tempo e o serviço de Meteorologia. Ante o exposto, é esta uma filosofia de vida da mesma desigualdade das comunidades científicas desencontradas ainda.

Os mesmos meridianos são em número de 360, (equivalente e referentes os 360 graus, ou seja, às 24 horas), todos iguais, passando pelos pólos. Então, por isso, “impõe-se a tradição hodierna”!!!

As latitudes do Sol, como vínhamos apurando desde o movimento zodiacal positivo da Suástica sagrada e, com relação à posição das manchas solares, não são na realidade escuras; porque nada em relação o lugar tão quente como o Sol, pode ser obscuro, ante a onipresença da luz solar. No espaço, as manchas solares brilham como as estrelas. O motivo porque alguns acham que seriam escuras, comparadas às vizinhas estrelas só poderia ser um, a saber: são as regiões em que o esfriamento é mais acentuado, em virtude do padrão do próprio Sol, pois as regiões mais frias têm aproximadamente 4.500 graus centígrados.

Ninguém sabe, ainda, bem exatamente, mas as manchas solares devem ser semelhantes às tempestades que acontecem na Terra, desde os milênios incalculáveis e imemoriais, porque, ainda hoje, no conjunto, lembra algum certo furacão descomunal. Quanto ao número, difere conforme o ano e onde veio ocorrendo; pois enquanto em um podem-se registrar uns 50 grupos, em algum outro ano esse número descomunal haveria chegado a 300 ou 400 agrupados.

O que se verifica de mais importante em tudo isso, é que essas manchas têm ciclos contínuos. Por exemplo, de 11 em 11 anos, acontece em um certo ano em que intensifica-se a atividade solar até atingir um máximo de temperatura que não se suporta no estado de condicionamento suportável, normalmente.

Wilhelm Herschel, nascido em Hanôver, na Alemanha, de origem sanguínea judaica, no ano de 1.738. Foi quem anunciou, tempos depois, a descoberta do planeta Urano (1781). Nessa ocasião, transitava o planeta Urano na proximidade da constelação de Gêmeos. Urano ficou cognominado o Pai dos céus. O célebre astrônomo Wilhelm Herschel sagrou-se sendo-lhe dado o título de Cavaleiro, que o rei inglês Jorge III concedeu, seguida de uma outra honra com a nova identidade, podendo chamar-se Sir Willian Herschel, que traduzindo ficou reconhecido como Guilherme Herschel.

Esse famoso Herschel observava o disco do Sol, em certos anos coberto de manchas, em outros anos, quase límpido. Concluiu que essa alternativa de períodos de recrudescimento na radiação solar afeta diretamente os seres vivos na existência terrestre, até mesmo no desenvolvimento visível de todos os vegetais. (Hoje, não querem falar os astrônomos modernos com respeito a esta observação do célebre Herschel, temerosos de alguma reação opressora que relembre o tribunal da nefanda inquisição).

Wilhelm Herschel chegou ao ponto de estabelecer comparação nos preços do trigo, a cada período de 11 anos anteriores o atualizado e, desse seu experimento, pôde pressagiar, com certeza, a razão de ser elevado tanto o trigo como a majoração da safra nos períodos subseqüentes.

É impossível que não se reconheça as honras meritórias de celebridades como: Giordano Bruno, Galileu Galilei, Isaac Newton, Wilhelm Herschel, Urbano Leverrier, e alguns poucos igualmente notáveis. Eram realmente personalidades fascinantes.

No Brasil, seguindo a mesma corrente de sucessão discipular rendemos as homenagens igualitárias aos seguintes célebres: Omar Cardoso, Assuramaya (conhecido mestre deste autor), Dr. Danto Pereira de Souza e outros obedientes a essa mesma sucessão discipular conscientes de Deus.

Astrônomo fidedigno como esse incomparável Wilhelm Herschel, ninguém filiado da comunidade científica mundial se atreveria em rotulá-lo de adivinho ou supersticioso, baseando no fato dele assegurar a influência dos astros celestes nos seres viventes sobre a terra, quanto mais os acadêmicos universitários atuais.

“Conhecereis a verdade e só a verdade vos libertará!” (Disse o Senhor Jesus).

Herschel, também, não esconderia as suas raízes, que tem dado mostra ao mundo material de todo o mercantilismo e ativos comerciantes no sistema financeiro internacional. O interesse mercantilista inato, leva-os de geração em geração, a conhecer mais coletar, na atualidade, o joio e o trigo, que os períodos intemporais onde se alternam as manchas solares se refletem até das camadas dos troncos nas árvores.

O professor Ludwig Schwennhagen comparando às narrações que nos legaram os sumerianos-babilônios e os hebreus com as dos descendentes índios “quichês”, acreditavam não terem existido antes do dilúvio, em matéria de sociedade humana, senão homens de madeira, espécie de fantoches, que os deuses originalmente mitológicos tinham talhado para seu passatempo. Todos foram destruídos pelo dilúvio, em seguida ao que foi criada a humanidade da antiguidade e a atual. (cf. L. Scwennhagen, livro “História Antiga do Brasil”, ano de 1.928). A agricultura é tal qual a descendência do Oriente desde tempos milenares imemoriais.

Portanto, o Sol dá luz cuja essência conserva as formas de vida animadas à Terra da gênese humana. Essa sua essência do raio de luz ilumina o Universo e o vivifica, porque é este o Macro-Santuário de natureza da Divindade.

Ao Sol, denominação dos mais antepassados sábios, a saber: o Excelso Tupan, Olorum, Aum, Rá, Deus e Alah do Universo imemorial! Sófocles chamou-o o Onividente; Hermes Trismegisto, o codificador de todas as ciência, filosofia, religiosidade, magia e arte disse claramente que, somente o Sol é a Personificação visível, da Providência de Deus.

 

"CIÊNCIA PURA"

"NA SENDA DO SABER ENCONTRÁS A VERDADE

 


Última alteração em 05-24-2014 @ 11:24 pm

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