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UMBANDA INTEGRAL - Esclarecimento
Inserido por: Itauna
Em: 05-24-2014 @ 11:32 pm
 

 

 

MINISTÉRIO POPULAR

SISTEMA D´AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL

NÚCLEO ESPIRITUALISTA XANGÔ DA PEDRA PRETA

ÁREA FILOSÓFICA

 

 

É RECONHECIDO O INFLUXO DA LUA

 

 

Enquanto a Lua é um astro celeste úmido, frio, humoral, passivo, plástico concepcional e fecundo. Governa a circulação linfática, seiva orgânica, o sistema reprodutor, estômago e parcialmente os pulmões.

Influencia sobre o psiquismo, mediunismo, a reflexão, a percepção extra-sensorial e  a intuição.

Os próprios maldizentes e avessos ao aprendizado da Astrologia são concordes em afirmar, reconhecidamente: “concede-se-lhe uma verdade “incompreensiva”, a saber: o período de toda mulher tem uma certa relação estreita com a influência lunar que cientificamente se dividiu o período de tempo em meses. Efetivamente, mesmo entre os animais há ritmos aparentemente ligados a esse nosso satélite, e todos de natureza sexual. Por exemplo, na Riviera, já foi noticiado que, durante o plenilúnio, os ouriços-do-mar põem mais ovos que de costume; na Flórida, aparecem grandes cardumes de crustáceos de determinada espécie, no último quarto da Lua; no Japão sempre ocorre o mesmo no dia seguinte à Lua Nova ou Cheia; e exatamente uma semana antes do plenilúnio de outubro e novembro, os nativos dos mares do Sul partem ao alvorecer, em centenas de canoas, para uma caça aos caranguejos terrestres, que tinham descido as praias, uma semana antes ou um quarto de Lua, para ser mais compreensível, a fim de desovar nas areias molhadas. Seja como for, continuava confessando um dos mais ferrenhos rivais, em certos ritmos da existência terrestre há, pois, com os fatos cósmicos já comprovados alguma certa relação suscetível de ser verdade – razão por que o período das manchas solares assumiu subitamente importância, quando se verificou a sua relação com o ciclo das temperaturas magnéticas e das auroras boreais. Confirmou a descoberta de um novo traço de união que, novamente, ligava misteriosamente ao nosso doador da vida na Terra, o Sol. O período de 11 anos de atividade das manchas solares, acima, gerava indubitavelmente o período de 11 anos de atividade magnética da Terra. Por que não haveria de produzir ele outros efeitos inevitáveis?

Sobre o “inquestionável” ritmo de 7 anos da existência terrestre, não será necessário para contestar valermo-nos de conhecimentos astrológicos; nem mesmo o conteúdo da Bíblia, se bem que o Livro por Excelência a ele muitas vezes se refere; é suficiente recorrermos a um dos  expoentes da ciência médica endocrinológica, Professor Pende, tendo abordado em uma das suas incontestáveis obras O PROBLEMA CONSTITUCIONAL-RÍTMICO e estabelecido o conceito unitário da individualidade do ser humano, hoje universalmente reconhecida.

Afirma esse célebre cientista “que as pesquisas endocrinológicas trouxeram o elo de conjunção que esteve faltando, aos antropólogos e morfologistas, que durante longos anos lutaram contra a crítica e o ceptismo de seus contemporâneos, os quais não compreendiam como determinadas formas corporais pudessem corresponder, obrigatoriamente, determinadas orientações funcionais ou psicológicas”. (E os tais períodos estão em íntima harmonia com os períodos chamados astrológicos, que já mencionamos anteriormente, no livro intitulado “A Réplica do Astrólogo”, 1a edição, Ano de 2003, deste escritor).

Esse Professor Pende assegura que “o primeiro do ser humano, começa no nascimento em duas fases: os 7 primeiros dias e os 7 primeiros meses, estendendo-se até os 7 primeiros anos; ele denomina este período de “Tugor Primus” e os outros períodos subseqüentes, ou seja, dos 7 aos 14 anos, “Turgor secundário”, predomínio iniciatório da ação da tiróide e das glândulas sexuais; dos 14 aos 21 anos, que compreende a adolescência propriamente dita, onde acontece superatividade da tiróide, da pituitária, e, certamente, o último surto da glândula timo, que explica as rápidas variações morfológicas, bioquímicas e neuropsíquicas, tão comuns nessa “fase delicada” de acentuada instabilidade nervosa, (no homem ou na mulher), que entre outras situações de natureza orgânicas faz o gênero humano despertar para a mais notável estimulação sexual ativa, acarretando o sentimentalismo, o romantismo, as fantasias prazerosas, as inclinações artísticas ou para músicas ou composições e as tendências religiosas e políticas; sofrem nesse período uma acentuada espera demorada no desenvolvimento pulmonar; no período que vai dos 21 aos 28 anos (notem os leitores que é sempre de 7 em 7 anos), completa-se a maturidade sexual e o desenvolvimento em altura, mamário, aparecendo os quatro últimos molares – dente do siso, sempre sob o estímulo das glândulas fechadas, quando há então o aperfeiçoamento dos caracteres físicos e mentais de cada uma personalidade, época esta de plena virilidade (isto é, a masculinidade) e feminilidade absolutas, no estado condicionado das funções genitais, podendo acarretar mudanças das condições normais neuropsíquicas, maturidade intelectual, estabilidade e equilíbrio gerais. “A gênese humana une-se aos deuses por aquilo que possui de divino: seu intelecto consciente de Deus”. (Sistema D'Aumbhandan).

Essa união dos orixás (isto é, os deuses) com o gênero humano não é para todos, mas apenas para aqueles que possuem a faculdade intelectiva melhor avançada. Assim, unicamente o homem deus, (isto é, homem-espírito), entre todas as espécies ou formas de vida criadas, é o ser vivo binário (ou duplo): uma porção é semelhante a Deus, e a outra, formada de elementos da natureza (fogo, água, terra, ar, éter e outros).

Dos 28 aos 35 anos de idade, é o período cíclico que determina de “Turgorquartus”, o homem atinge sua virilidade crescente e é a idade tronal, ou matronal, da mulher, quando todos os diâmetros aumentam, pela exacerbação dos processos digestivos e anabólicos, e se tem a máxima harmonia do sistema humoral-endócrino-simpático; dos 35 aos 42 anos, a constituição humana permanece inalterada; dos 42 aos 49 anos ocorre o climatério em ambos os humanos (homem e mulher) – a época dos prazeres crepusculares, conseqüência da predominância dos hormônios da tiróide e das supra-renais, não mais contrabalançados pelos da hipófise e das gônadas; dos 49 aos 56 anos é o período da pré-senilidade, ou seja, a pré-velhice em que o idoso pode ser o período aproximado de uma hiperatividade orgânica e determinadas glândulas, entre elas as sexuais, ou, antecipadas pela hipofunção de outras, como a hipófise e a supra-renal, estimuladoras do desenvolvimento dos tecidos conjuntivos.

Diante desta exposição irrefutável, assim acontece com tudo na natureza, mesmo nos astros como demonstraremos ao assegurar que no gênero humano, a evolução física e mental obedece um ritmo fácil e já comprovado na obra A Réplica – do Astrólogo, deste escritor.

De fato, a mulher tem um período de 14 dias, em que pode ser fecundada e outro de 14 dias em que é praticamente estéril. Eis aí estão descritos os estudos das mais ilustres autoridades da comunidade da ciência médica, entre outros do professor K. Ogino, de Nígato, no Japão e, simultaneamente do Dr. Herman Knaus, Lente de Obstetrícia da Universidade de Gratz, na Áustria. Essa é uma lei infalível bilógica.

A conclusão realista que os fiéis umbandistas recolhe de todos os perscrutadores do sistema planetário é: “só os atuais descendentes conservadores permanentes das mesmas considerações heréticas dos remotos antepassados, continuam sustentar mas, com uma renovada linhagem acadêmica hodierna, mantêm os mesmos discursos do púlpito de suas catedrais ou universidades, à semelhança dos antigos aliados do Santo Ofício romano, os quais perseguiram para, enfim, ver condenados Giordano Bruno, Galileu Galilei e vários outros defensores da verdade.

Os invasores romanos antigos, sempre menos providos de imaginação que os gregos, fraudaram a maior porção do acervo do helenismo e ao importar através do plágio a divindade em nome do império de Roma, como faziam com todas as outras, a deusa lunar deram-lhe o nome de Diana. Essa deusa itálica, teria conseguido que o pai nunca a obrigasse a casar; Júpiter, que para os caldeus era a morada do deus Marduch, adorado com o nome de Zeus, deu-lhe também flechas, uma corte de ninfas romanas e fê-la rainha dos bosques de caça. Essa deusa Diana era em geral honrada com o nome de Lua ou Febe, no mundo celeste e de Hécate, no mundo infernal terráqueo.

Em Astrologia há muito de que se falar sobre a Lua, podendo-se recordar com a afirmação dos antigos caldeus, por ocasião da invasão de Alexandre – o Grande, que diziam os mais sábios daquela época haver observado o céu pelo espaço de 470.000 anos. (Há nisso pieguice risível!)

Porém, é verdade que desde os milênios intemporais, a povoação tribal na sua ânsia constante de saber, de conhecer, de pesquisar e de confrontar, sempre percebeu a enorme influência do fluxo da Lua sobre os três reinos existentes: o mineral, o vegetal e o animal. O povo tupi sempre soube, na prática, as melhores noções de Astronomia!

Muito milênios antes dos antigos gregos, dos chineses, dos hindus, dos egípcios, dos caldeus e dos romanos, já haviam estudiosos dedicando boa parte da existência terrestre na observação dos fenômenos que a incidência da luz refletida através da Lua causavam.

Na remotíssima antiguidade o posicionismo da Lua era importante para o plantio, a colheita, a fecundação, a geração, os tratamentos de cura por meio das ervas medicinais, a pesca, os prognósticos de chuva ou estiagem, frio ou calor e tudo mais.

A opinião pública, hoje, é sabedora, através dos meios de comunicação, por exemplo, que as ondas de rádio, televisor ou de informática propagam melhor no horário noturno com clareza e que o fluxo lunar nas noites claras exerce a regência principal das marés, levando em consideração a propriedade que tem o satélite da Terra de expandir o elemento químico Sódio, maior constituinte da água salgada dos oceanos.

Não nos surpreenderá o momento em que o elenco da comunidade científica acordar para a realidade, considerando aceitável também que o organismo humano e animal retém no plasma uma reconhecida porção de sódio, assim como a seiva dos vegetais.

O corpo cadavérico diretamente exposto à força lunar se decompõe mais rapidamente; o organismo doente ou enfraquecido, principalmente as pessoas nervosas, sentem mais que quaisquer outras as influências ocasionadas das várias fases da Lua; durante a Lua Nova torna mais  fortes e mais extensas as dores, as inchações, a insônia, o cansaço e as erupções cutâneas que durante a Lua Cheia são atenuadas. Quaisquer legumes ou verduras, as frutas e todas plantações alimentícias, as flores ou ervas curativas devem de preferência ser colhidas de madrugada, na Lua Cheia, quando estão todas cheias de seiva. Na quinzena/semana de Lua Crescente, isto é, desde o início da Lua Nova estendendo-se até a Cheia a seiva das plantações obedecem igualmente o crescimento desde a raiz até os galhos mais extremos.

A tecnologia astrológica é útil e serve para instruir aos especialistas em geral, sobretudo, os salões de corte dos cabelos do homem e da mulher, de depilações e outros, devem de preferência fazê-los na fase da Lua Minguante; essa fase é mais recomendável também para o plantio de batatas, aipim, inhames, beterrabas e tudo que produza sob a terra. A madeira cortada depois da Lua Cheia seca mais depressa do que a cortada depois da Lua Nova; a extração da madeira para empregá-la em fins específicos onde haja necessidade de grande durabilidade da mesma, deve ser feita após a Lua Nova. Por sua vez, o bambu cortado e colhido na quinzena, desde a Lua Nova até a Cheia, conservar-se-á no mínimo 12 anos, ao passo que o bambu colhido na quinzena da Minguante, ou seja, da Lua Cheia até a Lua Nova, durará apenas 8 anos.

Reproduzimos aqui um fato acontecido e que foi veiculado na imprensa francesa, em dezembro de 1962, um testemunho incontestável, do engenheiro francês Valery Mironovitch, dando uma explicação científica para a opinião pública de como a Lua influi na variação do clima e do tempo. Vale a pena relembrar!

O artigo, assinado por Lucien Barnier, começa por considerar que o bom senso popular há séculos observa que os anos de treze (13) meses lunares são anormais, do ponto de vista meteorológico. Alguns desses anos são excepcionalmente quentes, enquanto outros apresentam acentuada queda no índice de calor e pluviosidade. Infelizmente, a responsabilidade pelos 13 meses lunares não era muito evidente para alguns cientistas, obrigados a atribuir (de próprio mal gosto) à Lua papel preponderante na variação do clima e das condições do tempo. Mas, mesmo inconformados, em face a veracidade da tecnologia astrológica, cientistas australianos e americanos estabeleceram que a Lua afeta muito a pluviosidade (chuvas) em todo o globo terrestre e que de acordo com estatísticas criteriosamente estabelecidas nos dois hemisférios, verificaram que as chuvas mais fortes caem durante o primeiro e terceiro meses sinódicos. (Mês sinódico é o período que separa o aparecimento de Luas Novas sucessivas). Sua duração é 29 dias, 12 horas e 44 minutos. No momento, os cientistas que redigiram a comunicação publicada pela Associação Americana para o Progresso da Ciência não podem explicar o mecanismo do fenômeno. Limitam-se a constatar. Todavia, o engenheiro francês Valery Mironovitch apresentou suas conclusões a uma conferência internacional dos maiores meteorologistas do mundo, reunidos em Berlim. Diz ele que independente da atividade de fundo do Sol, que age sobre nossa atmosfera, mesmo fora dos períodos de comoção perfeitamente visíveis, a Lua influi sobre o verão elétrico da atmosfera terrestre. Ao contrário do que se acreditava até agora, a ação da Lua exerce-se mais no pormenor do que globalmente. Sabe-se que nosso satélite é perfurado por crateras que fazem o papel de espelhos parabólicos. Cada um desses espelhos parabólicos dirige para uma pequena zona da atmosfera terrestre, feixes de raios X, cujo efeito é criar uma lente de gases eletrizados. Assim, de vez em quando formam-se múltiplas pequenas lentes anormais que contribuem para atrapalhar a mecânica meteorológica.

As conclusões desse engenheiro francês Valery Mironovitch não deixa alguma lacuna para que outros especialistas desavisados contestem e organizações sérias se interessem por elas e procurem oficialmente a publicação desse seu trabalho junto aquela Conferência Internacional dos maiores meteorologistas, em Berlim principalmente.

Na verdade, o mês lunar, chamado sinódico, foram os seus precursores da tecnologia astrológica, célebres matemáticos e meteorologistas de remotos tempos gloriosos, os primeiros a cuidar desta ordem de classificação das fases da Lua. Esse mês lunar começa na Lua Nova, portanto, no dia seguinte a essa lunação, já contamos um dia; no dia imediato a esse conta já dois, e assim sucessivamente. Quando da chegada da Lua Cheia, o mês sinódico já tem 15 dias e na véspera da outra Lua Nova, tem exatamente 29 dias, 12 horas, 44 minutos e 2,9 segundo de tempo.

Graças a essas celebridades de antanho, todos nós herdamos estas curiosas observações:

A partir do aparecimento da Lua Nova é dia muito favorável aos empreendimentos novos, fase de negócios importantes e rentáveis à cooperação por parte de bons relacionamentos sociais. Tudo as pessoas devem realizar nessa fase da Lua Nova, desde o dia de seu começo em diante, para a melhoria da situação inaugural pretendida.

Nesse 1o dia dessa semana após o aparecimento da Lua Nova, favoravelmente, iniciar-se-á cuidados e tratamentos de saúde, submeter-se a operações cirúrgicas, (principalmente se a Lua e Marte formam entre ambos bom aspecto); extrair-se dente(s), e tudo o mais que possa favorável ao organismo.

O 3o dia lunar é propício para tratar ou contrair matrimônio, iniciar ou continuar viagens de longa distância, mesmo ao exterior.

O 4o dia lunar já desfavorece às relações com as outras pessoas, podendo acarretar desentendimentos, mesmo por motivos fúteis.

O 5o dia é propício à saúde e aos tratamentos, mas não favorece às negociações ou transações comerciais.

O 6o dia é bom para as transações comerciais e renovações de estoque, fazer-se trocas e mudanças no âmbito das razões sociais. Contempla nos negócios e nas transações, fazendo também com que as doenças sejam curto período.

O 7o dia é, sem nenhuma dúvida, favoravelmente exitoso e mais feliz, porque são melhores os indicadores.

O 8o dia é bem propício para o amor atrativo, os indicadores econômicos, as viagens de interesse economicamente mútuo, mas podendo acontecer um excessivo esgotamento físico ou prejudicial a saúde.

O 9o dia bem receptivo aos idosos e igualmente aos doentes ou acidentados. Contudo, é impróprio para as atividades arriscadas ou perigosas, assim também durante os esportes competitivos que exigem mais agressividade, processos, ações e questões judiciais.

O 10o dia é presságio de favorecimento nos trabalhos profissionais nos negócios em geral; também é bom para a saúde, mas desfavorável aos assuntos sentimentais.

O 11o dia após a Lua Nova costuma pressagiar quase sempre alguma aflição ou problema de difícil resolução; não beneficia os assuntos amorosos entre o homem e a mulher e as questões relacionadas com os laços de família; sendo, todavia, propício aos negócios de grande vulto e aos interesses públicos.

O 12o dia costuma ser dos mais negativos ou até perigosos. Nele, é recomendável que nos apeguemos na máxima: “orai e vigiai”, muito mais intensamente que os outros dias, em tudo que nos alerte atenção.

O 13o dia não é propício para assuntos envolvendo dinheiro, ou seja, ajuste de conta, mas podendo favorecer a saúde e as viagens.

O 14o dia pressagia vantagens pessoais, quase sempre. Se, em um determinado momento, qualquer um de nós adoece num dia como esse especificamente, o mal será de curto período. Recomenda-se evitar viagens longas, principalmente.

O 15o dia, que é o término da primeira quinzena do mês lunar, sinalizará o surgimento da fase da Lua Cheia; a partir dessa outra fase inicial lunar, se outros bons aspectos entre algum outro planeta e a Lua ou o Sol estiverem bem situados no horóscopo, favorece aos assuntos amorosos ou sentimentais, à saúde e os interesses financeiros. O mesmo não costuma ocorrer para as viagens longas.

O 16o dia, por assimilação do Arcano 16 – a Morada do Excelso Incognoscível, pressagia a desagregação ou o desmoronamento dos relacionamentos afetivos. A compensação advirá dos lucros herdados e das atividades trabalhistas.

O 17o dia costuma prometer lucros inesperados ou vantagens surpreendentes. Para a questão amorosa e de saúde essa influência é quase sempre de efeitos nulos.

O 18o dia costuma indicar um tanto quanto negativo, razão pela qual o especialista do assunto previne recomendando muita cautela.

O 19o dia é muito benéfico, mas excetuando a marcação de viagens, nessas ocasiões.

O 20o dia não pressagia felicidade para a jogatina, nem para os que são mestres nas especulações ou falsificações de alguma maneira. Essa veio sendo as operações táticas de todos os rivais do Cristianismo consciente de Cristo, sem haver algum acordo de adesão com os preceitos dos homens – os antepassados idealizadores das antigas igrejas chamadas cristãs –, responsáveis pelo banimento do Senhor Jesus, sob o pretexto de promover a apologia da superstição, entre outras considerações heréticas, provocando o repúdio da súcia de malfeitores da época. As multidões esquecem facilmente das ocorrências históricas de todos os tempos! Mas só não esquecem da retórica súplica do perdão pelas ofensas praticadas continuadamente! Atualmente, são outras personas.

O 21o dia é um período de tempo cuja influência da Lua se neutraliza, favorecendo contudo os estudos, pesquisas investigativas e as viagens.

O 22o dia é sempre uma ocasião de salutar alegria promissora e felicidade manifestada. Ótimo ao bem estar e a saúde, os negócios funcionais nas diversas áreas profissionais e tudo mais.

O 23o dia, levando em conta sempre do instante inicial da aparição da Lua Nova, esse também é um dos momentos propícios na existência das pessoas. Favorece sobremaneira os seres humanos bem desperto para a realidade do caminho espiritualista em busca de Cristo.

O 24o dia também é muito propício para o tratamento da saúde e restabelecimento das energias vitais.

O 25o dia não costuma favorecer o balanço patrimonial líquido ou negócios que envolvam finanças, mas permite, para outros fins, considerarmos uma influência neutra.

O 26o dia, em se tratando dos assuntos envolvendo dinheiro, empréstimos, financiamentos, compra e venda de vens imóveis, dificilmente pressagia negociação consistente.

O 27o dia prenuncia o indício de alguma doença, preocupações com os males físicos ou emocionais, insônias, aborrecimentos familiares ou profissionais etc.

O 28o dia incita à precipitação nas decisões conclusivas, podendo acarretar danos, prejuízos ou arrependimentos. O ferimento contraído será facilmente curado.

E, por fim, o 29o dia do mês sinódico. Este é o mais negativo de todos os anteriores dias do mês lunar, porque antecede novo surgimento da Lua Nova. É de toda conveniência transferirmos para o primeiro dia da Lua em fase nova, os diversos assuntos e interesses considerados importantes. É realmente bem nefasta a influência da Lua nesse vigésimo nono dia sobre os seres viventes e sobre toda a produtividade no campo.

Um alerta geral, para os trabalhos ou mesmo para o esporte da pesca, a influência da Lua se faz notar visível da seguinte maneira:

1)    . A Lua Nova é uma fase desfavorável para a pescaria;

2)    . A Lua Crescente é considerada regular para a pesca;

3)    . A Lua Cheia é a mais propícia das três;

4)    . E a Lua em Quarto Minguante é boa, sem ser das melhores para a pesca.

Em outra certa ocasião descreveremos a Lua e os signos zodiacais. É uma promessa certa!

 

 

 

"NA SENDA DO SABER ENCONTRARÁS A VERDADE"

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Última alteração em 05-24-2014 @ 11:32 pm

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