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UMBANDA INTEGRAL - Esclarecimento
Inserido por: Itauna
Em: 05-25-2014 @ 12:14 am
 

 

 

MINISTÉRIO POPULAR

SISTEMA D´AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL - O TEMPLO DA PAZ UNIVERSAL

NÚCLEO ESPIRITUALISTA XANGÔ DA PEDRA PRETA

ÁREA FILOSÓFICA

 

SOCIEDADE HUMANA, DESPERTA!

 

 

Nosso sistema solar é uma porção delimitada de uma galáxia, dentre as muitas outras galáxias do Universo material. Não podem os astrônomos observar na totalidade esse sistema, pois, por algum período de tempo e espaço limitados, foram destinados e incluídos nela. Se os astrônomos pudessem enxergá-lo visível de longe, a própria Via - Láctea se lhes apresentaria como uma quantidade imensa de lentilha, ou seja, um disco sideral, no mais espesso centralizado, onde se aglomera a maior porção dos corpos celestes. O diâmetro desse disco os astrônomos imaginam à distância mais ou menos de 200 mil anos-luz (o ano-luz é a distância que a luz universal percorre em um ano terráqueo, ou sejam 9.461 trilhões de quilômetros).

A galáxia não permanece qual um berço gigantesco para que repousemos nós, os humanos: obedecemos às Leis infalíveis do Universo da gravitação, é inteiramente animada, segundo a localização na intimidade de um verdadeiro Ser vivo Incognoscível, responsável por um movimento de rotação do qual foram determinados os elementos da natureza e outros componentes essenciais: velocidade, eixo central, direção orbital.

Mesmo com os melhores instrumentos ou telescópios aperfeiçoados, as muitas outras galáxias, semelhantes à pertencente a Terra atual, elas distanciam-se  à uma certa quilometragem de anos-luz do globo terrestre e jamais conseguem os astrônomos distinguir nem aquelas estrelas que as compõem.

A Via - Láctea é como um amontoado imenso de estrelas em forma de lentilhas. Compreende o sistema solar possível de ser investigado parcialmente pelos astrônomos.

Não foram os gregos ou romanos os astrônomos privilegiados a ter a idéia inicial quase exata da forma esférica do globo terrestre.

A mitologia grega só ofereceu compiladas as inúmeras imagens de Atlas, havendo um dos Titãs, que sustentava ilusoriamente o Universo material em seus ombros. Possivelmente, imaginaria o seu engano por todo tempo aceito pelas gerações futuras.

O deus dos gregos do século VI a.C. era Zeus; para os mais antigos caldeus essa mesma divindade se chamou pelo nome de Marduck, deus supremo de Babilônia e era o representante do sistema solar e teria causado a batalha no céu (ver o Apocalipse, capítulo XII, 7), mas sendo Zeus quem castigou o Titã inflingindo-lhe grande sofrimento.

Então, com isso, inspirou-se a antiga comunidade científica de Fisiologia (século II), a que trata em relação a gênese humana e as funções orgânicas, no que tange a existência terrestre e interessou-se unicamente em pesquisas laboratoriais da ciência convencional da história da Natureza e as propriedades diferentes das várias dos corpos físicos embrutecidos.

Assim, posto, é o insofismável estudo do conjunto de propriedades constitutivas do objeto da Fisiologia. Nesse sentido, teriam entendido os eruditos e tornavam-se desobrigados em reconhecer o verdadeiro ser vivo localizado dentro das espécies ou formas de vida criadas do mundo material.

O médico grego Cláudio Galeno, (século II da era atual), contrário os princípios da Astrologia Médica de Hipócrates – o reconhecido pai da astromedicina, que viveu 400 anos antes do Senhor Jesus –, entre outros seus aliados da ciência fisiologista, opuseram-se com a veleidade de achar que “não há no interior de qualquer organismo um ser sensível à ação do eletromagnetismo estelar”, e que, “só instrumentos sensibilíssimos o registram provando que o grande organismo magneto que é a Terra é também um magneto variável”. Deram, dessa maneira, inequívocas, depoimentos falsos de total desconhecimento do determinismo próprio da Fisiologia da gênese humana.

Pobres “cientistas” estrangeiros tolos! Ignoram em pleno século XXI, não só o influxo dos corpos celestes conhecido, na prática dos povos tribais tupinambás nos experimentos usuais agrícolas de acordo com as fases da Lua, mas também desconhecem, ainda hoje, a origem da alma.

Os afoitos fazem ainda oposição até o conhecimento hermético da Astrologia defendida no passado pelo codificador Hermes Trismegisto. Denominou erroneamente ocultas esta tecnologia e sua ciência astronômica, não obstante meritório o reconhecimento que o Sol é Personificação visível do Deus Incognoscível.

Quando este escritor repete o mesmo termo “erroneamente” o faz com o objetivo de melhor esclarecer o significado expressivo do “hermetismo” querendo dizer: velado ao entendimento humano, fechado ou oculto. Mas o sábio geminiano Thot alcançaria, hoje, a seguinte colocação deste discípulo de igualitária jornada, e diz: “A Astronomia sem a Astrologia é paralítica – a Astrologia sem a Astronomia é cega. Compara-se a ciência sem a religião é imbecilidade – a religião sem a ciência é unicamente incrementar o conflito mundial ainda mais”. (Sistema D'Aumbhandan).

Tanto assim foi quando se deu o cometimento do antigo e criminoso incêndio por ordem da descendência sumeriana na pessoa de Omar I, Abu HaisahIbnel Khattab, destruíram quase todos os acervos na Biblioteca de Alexandria; pois os ensinos da tecnologia astrológica eram e são ainda hoje considerados contrários à fé cega e a antiga liderança dos velhacos.

Veio desde o ano 500 a.C., e apenas pequenas grandiosas obras milenares e poucos dos preciosos pergaminhos egípcios dos antigos sábios se salvaram das chamas. Mais tarde, não foi diferente a destruição à época do Imperador Justiniano, encarregou-se e deu fim ao que restava da famosa Biblioteca. Então, por causa desses atos de insanidade, tornaram-se subtraídos para as gerações vindouras o acesso, na totalidade, à Sabedoria primordial, isto é, a verdadeira tecnologia astrológica, a ciência, a filosofia, a arte, a magia, a poesia, a literatura e, enfim, o melhor  conhecimento humano intemporal acumulados dos remotos ancestres das priscas eras anteriores a Imanência de Cristo por intermédio do Senhor Jesus, chamado originalmente Josué pelos mais antigos da Palestina primitiva. Qual teria sido esse pretexto insano? a preservação permanente da antiga tradição dos hebreus, chamados doutores da lei, adequadamente tendo o ajuste dos preceitos dos invasores romanos, estrategicamente, impediriam a politização corrupta dos escritos de natureza do paganismo, futuramente.

Ante o exposto, coube a Gutemberg, encabeçando o rol dos eventos da milenar história oficial, em 1455, um compreensível plano estratégico psicossocial. E o conteúdo da Bíblia passou a ser para a multidão um manual prático de conhecimento, associando teses conflitantes, duas filosofias diametralmente antagônicas: a mais antiga, escrita uns 600 anos antes, isto é, para que se cumpra permanentemente exigências como, em todas as determinadas ocasiões de eleição de governante, observem-se à tradição contida no livro Deuteronômio, capítulo XVII, versículos 14, 15; e capítulo VII, versículo 16, sobretudo, representando a vingança, a tirania, o despotismo (isto é, o olho por olho, dente por dente, quebradura por quebradura ósseas). E a segunda filosofia, também do Antigo Testamento, representando o perdão, “levai todos os vossos dízimos ao meu celeiro, e nunca sustento na minha casa, e provai-me deste modo, disse o senhor dos exércitos, se eu não abrir as cataratas do céu, e não derramar sobre vós a minha bênção em abundância” (ver o livro de Malaquias, capítulo III, versículo 10); em uma outra está o mesmo senhor dos exércitos tridimensional e mesquinho que se avilta a ponto de mandar Ezequiel comer fezes humanas; em outras, narra a biografia do homem-deus o qual, no auge do seu sofrimento, pediu ao Excelso, chamado Pai, Novo testamento, que perdoasse aos seus algozes e torturadores, porque lhes compreendia a ignorância. Esses são os fragmentos da compilação do conteúdo bíblico como fonte de muitos símbolos imagináveis, informações oficialmente históricas e qabbalísticas judaicae greco-romanas.

Isso, posto, mostra-nos de uma maneira irrefutável as onipresenças imemoráveis de, pelo menos, dois reinantes poderes, a saber: o de uma remota antiguidade e o da Imanência Crística animado de vida por intermédio de eleito Jesus Cristo na atualidade. Esse homem-deus (ou deus feito homem) não era hebreu nem nunca foi greco-romano.

Apesar do inesquecível incêndio que destruiu boa porção do acervo daquela famosa Biblioteca de Alexandria, houve quem conseguiu o resgate de alguns manuscritos. É verdade, o monge egípcio Ibérias, de uma família de Alexandria e alguns outros conseguiram salvar das chamas devoradoras uma reduzida quantidade dessa sabedoria milenar.

Havendo escondido sob as vestes que trajava, protegia um antiqüíssimo manuscrito parcialmente carbonizado, em pergaminho com inscrições egípcias, durável, retirado no meio daquelas ruínas da biblioteca, o monge Ibérias levou a peça para sua caverna no Vale dos reis sumerianos – o local de sepultamento dos antigos faraós. Lá, ele leu o manuscrito num grego-helênico, e compreendeu que aquele escrito não fora redigido por um escritor rude e semi-alfabetizado, mas por um erudito.

Descobriu nesse conteúdo, tratava-se na realidade de um diário histórico da hégira agoniada de um homem pela sua existência terrestre, e que seu nome era Judas Iscariotes; quem havia escrito explicava que Judas era filho de uma família judia de fariseus, muito rica e poderosa, muito conhecida dos políticos daquele seu tempo; que morava em Jerusalém, mas foi proprietário de um palacete em Alexandria e, também, de um outro na cidade do Cairo.

O verdadeiro nome era Judas-bar-Simão, filho de Lea-bas-Ezequiel, esta era filha de Ezequiel-bar-Jacó, cujo tio foi um tribuno daquele Supremo Tribunal dos Judeus, cidade de Jerusalém, antigo Sinédrio. (Ver o livro “Eu, Judas”, autores Taylor Caldwell e Jess Stearn, ed. Círculo do Livro S.A., São Paulo, Brasil, Ano de 1977, páginas 7-8).

Teria deixado o monge egípcio estarrecido, a descoberta e saber que Judas não era o pobretão retratado pela tradição religiosa sectária greco-romana, pelos redatores, tradutores e o próprio Gutenberg. Era sim Judas um homem, filho de uma família riquíssima, deixara os familiares e a fortuna que herdaria, e abraçou a causa pelo Idealismo voluntário, puramente, da Imanência de Cristo, aliando-se aquele homem-deus que acreditou realmente ser o Emmanuel, (ou o Messias) prometido, chamado na Palestina Josué-bar-José; mais tarde, ficou conhecido como Jesus, segundo os invasores romanos e de Christus pelos gregos. A mãe chama-se Mirian-bas-Joaquim, a virgem que dera à luz ao homem-deus, consagrada dentre todas as outras mulheres do mundo atual.

Assim, posto, corrobora-se a tese última previsível, astrologicamente, através das mais fidedignas profecias contidas nos livros dos profetas, no conteúdo do Antigo Testamento e do Novo Testamento da Bíblia: Daniel, Ezequiel, Isaías, Jeremias, Oséas e os outros servos de Deus.

 

"NA SENDA DO SABER ENCONTRARÁS A VERDADE"

 

 

 

 


Última alteração em 05-25-2014 @ 12:14 am

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