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UMBANDA INTEGRAL - Esclarecimento
Inserido por: Itauna
Em: 05-25-2014 @ 12:23 am
 

 

 

MINISTÉRIO POPULAR

SISTEMA D´AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL - O TEMPLO DA PAZ UNIVERSAL

NÚCLEO ESPIRITUALISTA XANGÔ DA PEDRA PRETA

ÁREA FILOSÓFICA

 

VULCANO, O PLANETA NÃO DESCOBERTO

 

 

No dia 29 de julho de 1878, dois astrônomos respeitáveis norte-americanos, Watson e Swwift, durante a ocorrência de um eclipse total do Sol declararam ter observado no céu, muito próximo do Sol, um corpo celeste desconhecido, e não era um astro intramercuriano; e pareceu-lhes dois. Seriam dois Vulcanos dando mostra notável de suas órbitas, pensavam!

É que, nas décadas anteriores, já outros observadores haviam recolhidos a mesma suspeição.

Por exemplo, no ano de 1859, o célebre astrônomo Urbano Leverrier, francês entusiasmado, veio analisando os movimentos do planeta Mercúrio, percebendo nesse regente do signo Gêmeos certas perturbações análogas aquelas apresentadas pelo planeta Netuno por ele descoberto, em 23 de setembro de 1846, deu então o nome do deus mitológico dos mares. Essas perturbações netunianas os astrônomos poderiam atribui-las até a Vênus ou mesmo à própria Terra, e isso vinha sendo demonstrado.

No âmbito da comunidade científica Urbano Leverrier afirmou que situa-se um determinado planeta, que chamou-lhe “astro-intruso”, entre a distância do arco do Sol e Mercúrio; provavelmente deve tratar-se de Vulcano – o astro responsável pelas discrepâncias apuradas pelos observadores. Esse “astro intruso” precisaria ser investigado sobre o disco do Sol, arrematava o célebre astrônomo Urbano Leverrier.

Convém, aqui, recordar trazendo à lembrança, e dizer que o antecessor de Leverrier, Wilhelm Herschel tendo descoberto anteriormente Urano esse planeta estava posicionado naquela ocasião próximo a constelação de Gêmeos. Isso era o que, ainda hoje, deixa os melhores astrônomos num trabalho de prontidão freqüentemente.

Em março de 1859, o médico Lescarpault que, nas suas horas vagas, dedicava-se à Astronomia, fez o seguinte anuncio: “Observara que, sobre o Sol, apresentara visível uma imensa mancha escura em todo o redor atrelada ao Sol. Levarrier exultou alegre, ali se mostrou o astro intruso! Começou daí em diante, novamente, a recolher anteriores observações de todos os pontos da Europa. Dentre essas suas observações o astrônomo francês destacou os anos de 1802, 1819, 1839, 1849, 1859 e 1862. Baseado nas tais observações, Leverrier calculou a órbita do novo integrante celeste do sistema solar.

Em suas previsões o planeta Vulcano deveria girar ao redor do Sol, na constelação de Leão, e podendo distanciar-se até a constelação de Gêmeos, em aproximadamente 33 dias. Faz-nos supor que 33 é o número qabbalístico desde as priscas eras dos deuses mitológicos. Então a órbita de Vulcano deveria ser muito mais inclinada com relação à eclíptica, uma vez que ele mostrou-se raramente sobre o disco do Sol.

Leverrier comunicou aos meios científicos da época e batizaram-no o novo integrante celeste da Família do sistema solar, dando-lhe o nome de Vulcano, segundo a linhagem hierárquica dos seres da mitologia.

O célebre astrônomo francês se apressou oficialmente e anunciou que estava previsto que Vulcano mostrar-se-ia visível no céu, novamente, sobre o Sol, em 22 de março de 1877. Mas o seu cálculo falhou!!! E não lhe faltaram os discursos da parte dos que sempre estão prontos espalhando a maledicência, superstição, charlatania e etc. Esses são os mais presentes a todo o momento. Pois naquele 22 de março previsto pelo astrônomo Leverrier amanheceu muito lindo, o céu na França esteve belíssimo. Ao que parecia, era assim em quase toda a Europa. Muitos astrônomos dos diversos países informados, a postos esperavam ansiosos o tão esperado momento. Porém, nessa manhã, o Sol se elevou no horizonte, a Leste, sereno, majestoso, e nenhuma mancha lhe empanava o brilho. Progrediu em seu percurso pela abóbada e ganhou o Zênite. Amultidão aguardava apreensiva o momento em que cruzaria Vulcano  com o Sol; este atravessou o meridiano e sempre, impassível, em direção ao Oeste, onde se põe normalmente. O choque emocional provocou frustrações profundas até nos astrônomos “enfurecidos”!

Sem dúvida, os muitos astrônomos insatisfeitos e mesmo a comunidade científica se mostravam decepcionados, voltando as costas ao integrante da classe, Leverrier – que era, notadamente, o mais enfurecido de todos eles, por causar um alarmante noticiário falso. Ele que nas anteriores décadas anunciara a descoberta do planeta Netuno, em 23 de setembro de 1846, tendo sido, por isso, nomeado diretor do Observatório de Paris. Sua imortalidade imaginada não mais ecoou na comunidade científica. Silenciou também a consagração, conforme esperava ser entre os seus pares, ao saberem do resultado de seus cálculos falhos sobre a previsão existencial a partir daquele momento. Tempo depois, o célebre Leverrier achou que o melhor era desistir da idéia de noticiar o “hipotético” astro intruso, Vulcano.

Mas havia na comunidade científica um outro astrônomo, Oppolzer, cientista de renome interessado pela história de existência do Vulcano. Decidira que apresentaria novos cálculos sobre os idênticos do francês Leverrier, convencido de que seria capaz de predizer a volta da aparição de Vulcano. Oppolzer marcou uma outra data para o reinício da sua apuração, na qual alguns astrônomos hodiernos, em sua maioria amadores, se dispuseram a certificar-se da existência do misterioso Vulcano.

Mas, essa tentativa de competitividade, não foi longe e o desafio, mais uma vez, deixou a comunidade científica decepcionada, em face da aventureira previsão adivinhatória. Donde concluímos: “Os astrônomos propõem, mas a Providência da Divindade dispõe”. (Sistema D'Aumbhandan)

Após isso, e já era de se esperar, para a comunidade científica, estaria perdido o interesse em prosseguir na procura do planeta Vulcano, por parte daqueles astrônomos e a ânsia em se tornarem famosos. E o nome Vulcano não consta da galeria astronômica e de nenhum manual ou Enciclopédia mundial de Astronomia. Oficialmente, a comunidade científica não cuidou em fazer nenhum registro do planeta Vulcano, não obstante haja o seu reconhecimento entre a comunidade científica do Hermetismo, a respeito do assunto.

Mas as conjecturas em relação o planeta Vulcano não se encerram, até pelo fato evidente das perturbações apuradas com a movimentação de Mercúrio inexplicáveis. É o planeta que não se distancia do Sol além dos 28 graus. Suspeita-se que tais perturbações seriam produzidas por acúmulo de meteoritos ou enxames de planetóides que gravitam muito próximo do Sol – o Todo-atrativo, semelhantemente ao que ocorre entre Marte e Júpiter. Todavia, o que existe é apenas especulações de alguns.

Essa questão poderia ser investigada e parcialmente resolvida de maneira exitosa com o auxílio das ondas cósmicas, requerida com outros recursos da comunidade científica.

Por exemplo, uma sonda dotada de melhor aparelhamento especializado, trará outras fontes e que propiciam maiores conhecimentos sobre o assunto, Vulcano – o Deus do Fogo-Princípio, conforme os mais sábios astrólogos romanos da antiguidade o reconheciam como uma divindade mitológica, à semelhança do deus Agni dos hinduístas primitivos.

Segundo os antigos astrólogos romanos, Vulcano seria filho de Juno, esposo da divindade vinda de Vênus. Havendo sido gerado e nascido com a mesma qualidade mitológica, sua forma de vida não tinha nenhuma beleza e, por isso, sua própria deusa-mãe muito bela o precipitou do Olimpo. Em se tratando como um filho da Terra, Vulcano infelicitado caiu na ilha de Lemos, um arquipélago grego, e ficou coxo. Eis aí se descreve o conto lendário originalmente romano da antiguidade.

Vulcano estabeleceu-se soterrado debaixo do vulcão Etna forjas onde trabalhava com os Ciclopes, que por sua vez eram “filhos da terra e, ao mesmo tempo, do céu. Segundo o conto mitológico greco-romano, aqueles filhos foram considerados os construtores sobre-humanos edificadores das antigas muralhas, chamadas Ciclópicas. Eram empregados por Júpiter na fabricação do raio. Haviam sido mortos pelo deus Apolo, que vingou neles a morte de seu filho Esculápio, antes fulminado por um raio vindo de Júpiter.

Os gregos imaginavam que o Sol era uma carruagem do elemento fogo, era puxada por cavalos alados, que o deus Febo, dirigia todos os dias, e iluminava sucessivamente à sua passagem pelo bem como as demais estradas de toda a dimensão da Terra.

O deus Febo, também chamado Apolo, era o senhor deus greco-romano dos oráculos, em Delfos, encarregado da saúde, da medicina, da poesia, das artes, dos rebanhos, do dia e da noite.

O culto do deus Apolo foi importado de Roma, aliás como sucedeu com quase todos os cultos gregos.

Já os antigos egípcios adoram o deus do Sol, Horus, filho da deusa Ísis e do deus Osíris – o senhor dos mortos – a divindade principal egípcia. Osíris teve natureza humana e reinou sobre todos os homens e todas as mulheres daquela extraordinária civilização da Palestina.

Segundo os conceitos básicos da tradição egípcia, o homem-deus Osíris foi decepado pelo seu próprio irmão Tiphon e a porção orgânica lançada às águas do Nilo. Todavia, sua mãe Ísis, a deusa da fecundidade e da abundância, intitulada “o princípio-feminino de toda a geração” do mundo material, recolheu para si os pedaços do organismo do marido, reuniu-o por inteiro e a Providência da Divindade o tornou imortal, Osíris permaneceu reinante no mundo celeste. A linhagem eterna dessa divindade continuou admirável de todos, tendo a qualidade do senhor representante do esquema procedente do Sol e da dimensão sideral.

 

"NA SENDA DO SABER ENCONTRARÁS A VERDADE"

 

 


Última alteração em 05-25-2014 @ 12:23 am

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