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CRUZAUM - Os Direitos e os Deveres do Orientador
Inserido por: Itauna
Em: 05-30-2014 @ 07:44 am
 

 

MINISTÉRIO CRISTÃO

SISTEMA D´AUMBHANDAN

UMBANDA INTEGRAL - TEMPLO DA PAZ UNIVERSAL

 
 

Os Direitos e os Deveres do Orientador,

Dirigente Administrativo no Recinto Templário

da Cruzada dos Fiéis Umbandistas

 

 

A obrigação de ter respeito à vida é particular aos umbandistas; é um dentre princípios éticos eternos prescritos nas Leis imutáveis do Supremo Ser Criador, PRESERVADOR  e Controlador de tudo que existe no mar e sobre a terra, para todas as castas dirigentes e, em particular, para os sacerdotes.

“A não-violência é o dever supremo, a mais elevada Religião reconhecida por todos os Espíritos a serviço de um único Senhor Supremo. Todavia, considera-se cuidadosamente as restrições em certas ocasiões, ou certas ocupações de ordem de quatro classes sociais. Unicamente para defesa própria, seja para proteger as vidas das mulheres, seja para a proteção dos sacerdotes fidedignos (cujo dever de ofício é externar a prática da não-violência), pode sem hesitar o militar ou a autoridade policial matar um assaltante ou traficante que lhe aponta e faz uso de arma contra terceiros sem cometer a autoridade constituída qualquer falta. Considera-se que, em tal ocasião, a autoridade constituída que mata em legítima defesa não é culpado da morte, é o malfeitor que morre por seu próprio ato de injustiça. Por outro lado, se na sociedade todos se tornam inofensivos, como poderia subsistir a casta das forças armadas e a autoridade policial? E se estes guerreiros vierem a desaparecer do governo soberano do país, o povo não terá mais os responsáveis pela manutenção da ordem (isto é, não terá mais protetores), e qualquer um “fora da lei” poderá destruir ou oprimir qualquer pessoa da sociedade. Neste sentido, o dever próprio aos guerreiros é portanto recorrer à força segundo um Código Penal bem definido, na forma das leis penais vigentes.

Similarmente, compete ao chefe do governo soberano do país infligir, com justiça e discernimento lícitos, castigo aqueles “fora da lei” que o fazem por merecer. Se não o fizessem, o “mais forte” tiranizaria o fraco, “o zangão devoraria os frutos ou doce ofertados aos deuses ou orixás, os invasores usurpariam o solo pátrio alheio, os inferiores usurpariam o lugar dos superiores, a propriedade não seria confiada a ninguém”.

É DEVER FUNCIONAL DE RETIDÃO E ÉTICA DO LÍDER DIRIGENTE DECIDIR EM QUE OCASIÕES O RECURSO À VIOLÊNCIA É JUSTO E LÍCITO, e esclarecer publicamente os casos duvidosos.

Mas se, para os outros homens ou mulheres, baseados na sua livre manifestação de pensamento, ato e palavra, o preceito de não-violência comporta exceções, para os fiéis umbandistas, ele deve ser praticado de uma certa forma imperativa e absoluta, conforme as leis penais vigentes, em qualquer lugar e circunstância.

 

Não se sacrifica Animais

 

Desaconselha-se, em obediência a palavra de ordem do respeitável Espírito identificado na qualidade de Orixá-Caboclo das Sete Encruzilhadas, o sacrifício e consumo de carne de algum dos animais sob o pretexto de fortalecimento dos orixás subjetivos. Isso é absurda concepção falsa dos preceitos das mulheres ou de alguns homens.

Aquele que mata as espécies de vida criadas infligiu, injustamente as leis naturais imutáveis, por um desejo de desfrute ou prazer egoísta e, por causa desse ato ilícito, não alcançará a felicidade igualitária, nem nesta existência atual nem após a sua morte, enquanto aqueles que voluntariamente procura não causar os sofrimentos impiedosos da captura e da morte às criaturas vivas, mas deseja o bem de todas elas, obtêm uma felicidade reconhecidamente ilimitada, são almas viventes bem-aventuradas e afortunadas; pois entesouraram nas elevadas dimensões dos céus.

Desde que considera-se bem a origem da carne, e a crueldade de aprisionar e de abater espécies de vida criadas, deve abster-se inteiramente de sacrificar e de comer carne sob o pretexto de fortalecimento dos orixás subjetivos.

Portanto, para que a divisão de tarefas de ordem espiritual não crie um indício de irresponsabilidade, ou improbidade administrativa a algum líder dirigente ou orientador espiritual, a Legislação de Umbanda Integral cuida de especificar:

Aquele que permite o abate de bichos, aquele que mata o animal, aquele que retalha sua carne em pedaços, aquele que a compra, aquele que a vende, aquele que a prepara para o desfrute como oferenda, e aquele que a come sob o pretexto de fortalecimento dos seus orixás subjetivos, todos são igualmente matadores de animais. “A recomendação proibitiva é de acordo com o pronunciamento feito do próprio Caboclo das Sete Encruzilhadas!!! Os Orixás Ancestrais autênticos jamais em tempo algum precisam desfrutar a guloseima obtida em negociata feita entre os seres humanos, que ignoram a Legislação originalmente de Umbanda – a Religião desafio.

No entanto, O CONSUMO DE CARNE É TOLERADO POR OCASIÃO DA REFEIÇÃO PARA A CASTA DOS GUERREIROS E NOBRE (Kshátriya), cuja legislação específica comporta certo grau à prática de violência, e para as castas inferiores, entre homens ou mulheres comuns, às quais não se pode exigir que exerçam domínio e contenham seus apetites.

É totalmente vedado à casta sacerdotal dos Orientadores espirituais, aqueles que reconhecidamente está apto para o Grau do Mestrado, de acordo com o que determina os conceitos de Umbanda Integral, dirigentes depositários do Conhecimento primordial e detentores do sagrado, o consumo de carne, SALVO EM UM ÚNICO CASO: quando um animal é ritualisticamente ofertado aos deuses ou orixás. Neste caso específico, sacrificar não é matar; o animal irracional que está dando sua espécie de vida criada num sacrifício para esse bem definido propósito RENASCERÁ EM ESFERAS SUPERIORES DE EXISTÊNCIA NUMA OUTRA FORMA CRIADA, e o sacrifício em tela é realmente uma bênção tanto para a “vítima” quanto para o sacrificador.

O educador autêntico é aquele que conhece a Sabedoria Primordial, que em respeitosa reverência invoca incessantemente o Eu Sou Onipresente, sem orgulho, hábil no método e na prática ritualística Aumbhandan, que se identifica com o sistema D’Aumbhandan, e cuja existência atual é a retidão permanente.

Dedicado aos que reconhece seus superiores, tendo contemplado o Senhor Altíssimo, ele está habilitado a receber da parte da opinião pública o chamamento nominal de Gúru. A sílaba GU representa a obscuridade. A sílaba RU quer dizer “Aquele que dissipa”, pois sem hesitar desfaz a obscuridade de um neófito, filho da terra. Todo o aprendiz precisa ir em busca de um gúru.

O gúru é fonte fidedigna de todo o conhecimento humano intemporal e desenvolvimento pleno. Ele é um canal mediúnico de toda realização social, política ou religiosa. É, sem dúvida, descrito como a imagem ou projeção simbólica do Conhecimento originário da Plataforma Transcendental. O gúru é supremo refúgio – o Portador da Luz dos mundos superiores. Ele é a única verdadeira fortuna ou riqueza de muitos, porque mostra e ao mesmo instante transmite por onde alcançar o Caminho, obtendo o melhor Conhecimento primordial. Este liberta-lhe das “cadeias”, quer dizer dos desejos inferiores, aparência dos gozos dos sentidos, concupiscência, desfrutes materiais. Nessa ocasião, anulam-se as faltas cometidas na existência atual. Candidata-se a si mesmo a uma nova existência futura...

Um educador espiritual que oficia o cerimonial litúrgico ritualístico não tem o direito de recusar, em uma certa ocasião, sua porção da carne da “vítima”  ofertada num sacrifício abençoado, se esta parte foi sacrificada com os ritos e fórmulas apropriados; em contrapartida, SERIA  FALTA DELITUOSA DE SUA PARTE PROCURAR COMER A CARNE DE ALGUM ANIMAL FORA DE UMA CERIMÔNIA SACRIFICIAL RITUALÍSTICA, DURANTE ÀS REFEIÇÕES DIÁRIAS, SEM ESSE MOTIVO RELIGIOSO JUSTIFICÁVEL, na forma da legislação específica.

Por um tal ato ilícito desse, o dirigente espiritual colocar-se-á, perante a Providência Divina, moralmente sujeito a sofrer, em uma certa ocasião, perseguições religiosas dos radicais de alguma seita protestante, chamado na atualidade “evangélico” ou “tantos atos de violência quantos pêlos houver encontrado no corpo daquele animal, sua “vítima” ou sofrer até o encerramento da missão discipular e morrer”. Entretanto, se bem que um animal irracional para a cerimônia sacrificial  não possa ser legalmente reprovada, o prestígio do preceito de não-violência foi tal que, cada vez mais, tendeu-se, AO MENOS NAS CASTAS DE MAIOR SUPERIORIDADE, tradicionalmente vegetarianas, seja a substituir aquela vítima por uma imagem descrita apenas simbólica de massa feita do barro, seja a soltá-la ritualisticamente sem matá-la, seja a substituí-la por componentes de ritual bem aceito utilizando-se unicamente ingredientes vegetais e outras mais oferendas de incenso, de água, de manteiga derretida, de luzes da própria lamparina ou de velas, de gêneros alimentares diversos, de flores naturais, de folhas ou ervas medicinais e etc.

Por uma razão compreensível ainda mais forte para o fiel umbandista, que é quem, em princípio, o Rito de Oferenda da Luz – representativo da Chama Crística Solar -, ou o culto permanente é inteiramente mentalismo com Eu Sou o que SOU... É VEDADO NUTRIR-SE DE CARNE ANIMAL, mesmo na ocasião de uma cerimônia sacrificial.

Isto posto, preliminarmente, considerado que fica, entre fiel umbandista e iniciado de outras agremiações co-irmãs, estabelecida a diferenciação dos ritos ou culto iniciatórios de Umbanda Integral e os outros cerimoniais litúrgicos ou ritualísticos das co-irmãs, as que são dignas de todo o nosso apreço respeitoso.

 

 

                          Secretaria Geral do

                      Sistema D´Aumbhndan

 

 

“UMBANDA INTEGRAL"

 

Contato: Tel: 7852.8919

 


Última alteração em 05-30-2014 @ 07:46 am

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