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O Guararapes Ano 2003 jul a set No 38 (2 de 2)
Inserido por: ClaudioBento
Em: 07-03-2006 @ 11:12 pm
 

 

Leia a parte 1/2

Parte 2/2 (continuação..)

Segundo sua vontade expressa em testamento, foi transportado ao túmulo no Rio de Janeiro, por soldados de bom comportamento, cujos nomes foram imortalizados em pedestal de seu busto em passadiço do Conjunto Principal antigo da AMAN, 

Falou junto a sua sepultura interpretando os sentimentos do Exército Brasileiro, o já consagrado escritor e historiador Major de Engenheiros Alfredo de Taunay  que assim concluiu a sua antológica oração:

“Só a maior concisão, unida a maior singeleza e que poderá contar os seus feitos! Não há pompas de linguagem !Não há arroubos de eloqüência capazes de fazer maior esta individualidade, cujo principal atributo foi a simplicidade na grandeza.”

Capistrano de Abreu, grande historiador do Brasil , assim interpretou os sentimentos do Exército Brasileiro ao saber que o Duque de Caxias havia dispensado as honras militares:

“O Duque de Caxias dispensou as honras militares! Acho que ele fez muito bem! Pois as armas que ele tantas vezes conduziu à vitória ,talvez sentissem vergonha de não terem podido libertá-lo da morte !”

O Duque de Caxias sublimou as Virtudes Militares de Coragem, Abnegação, Honra Militar , Devotamento  e Bravura.

O Exército manifestou-se oficialmente em Ordem do Dia alusiva ao seu falecimento concluindo suas considerações elogiosas com esta afirmação:

“Se houve quem prestasse serviços excepcionais ao Brasil foi o Duque de Caxias. Se houve quem menos os fizesse valer ,foi o Duque de Caxias!”

Desde 1931 os cadetes do Exército portam como arma privativa o Espadim de Caxias, cópia fiel em escala do glorioso e invicto sabre de campanha de Caxias.

Em 1o mar l996, há 7 anos  fundamos em Resende - RJ ,A Cidade dos Cadetes - a Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB) que elegeu o Duque de Caxias como o seu patrono e o seu invicto sabre como símbolo em seu brasão, por ser a mais representativa espada do Brasil.

Academia de História Militar Terrestre do Brasil  com a presente sessão no IME .de posses como  acadêmico do Gen Ex Gleuber Viera e com seu 2o presidente de Honra do Gen Ex Conforto, Chefe do DEP  , abre em seu âmbito, aqui no Rio , as comemorações do bicentenário do Duque de Caxias, que serão hoje aqui marcadas pelo lançamento  de livro por ela editado Caxias e a Unidade Nacional patrocinado por subscrição popular de membros e amigos da nossa Academia de História e admiradores de Caxias e como conclusão de um projeto por nós iniciado a na AMAN, em 1980, quando ela abrigou a cerimônia nacional oficial evocativa da centenário da morte do Duque de Caxias, presidida pelo Presidente da República General João Figueiredo .Evento  documentada pela Revista Agulhas Negras 1980.

PALAVRAS FINAIS DO PRESIDENTE DA ACADEMIA NO IME  EM 26 JUNHO 2003

Hoje, decorridos  7 anos de fundada em Resende, A Cidade dos Cadetes, a Academia 

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  Continuação de O GUARARAPES, Duque de Caxias200 anos, n o 38 jul/set 2003 página10

de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB) realizou a 7a  sessão , das quais  6 de posses de acadêmicos,  neste Instituto Militar de Engenharia , o celeiro de futuros engenheiros do Exército, nos primeiros anos do insondável 3 o Milênio   e que acolhe e abriga em suas instalações  a Delegacia Marechal João Baptista de Matos.

Sessão comemorativa pela AHIMTB, em seu âmbito, no Rio de Janeiro, do bicentenário do Duque de Caxias seu patrono e marcada pela evocação de sua vida e obra por nós levada a efeito e pelas posses como acadêmico Gen Ex Gleuber Vieira o ultimo chefe a exercer as funções de Ministro do Exército e o primeiro a exercer as de comandante do Exército  e na cadeira Marechal José Pessoa , e como 2 o presidente de Honra o Gen Ex Sérgio Ernesto Alves  Conforto, como chefe do DEP.

 Hoje foi apresentado aqui um conjunto precioso de conhecimentos históricos que esperamos reforcem em seus assistentes  a identidade e  perspectiva profissional 

Aqui desfilaram   os perfis históricos do Duque de Caxias, patrono da AHIMTB, do novo acadêmico Gen Ex Gleuber Vieira e de seu patrono o Marechal José Pessoa ,  o nosso, e  mais o Gen Ex Sérgio Ernesto Alves Conforto  empossado presidente de Honra da AHIMTB.

E foi reverenciado  com um minuto de silêncio o falecido acadêmico Gen Div João Carlos Rota, ao qual se deve a iniciativa do Projeto História do Exército na Região Sul ,hoje com 9 volumes editados, além de acabar de coordenar na Região Sul o projeto já publicado Memória da FEB e de concluir no Sul o projeto Memória da Contra Revolução de 1964 apoiados e estimulados pelo novo acadêmico General Gleuber Vieira

E nesta sessão a Academia de História Militar Terrestre do Brasil entregou aos empossados uma síntese do que ela tem realizado efetivamente para ajudar o Exército a conquistar seu Objetivo Atual n o 1:

 Pesquisar, preservar, cultuar e divulgar a memória histórica, as tradições e os valores morais, culturais e históricos do Exército.

          Objetivo a nosso ver providencial e oportuno se bem estendido, prestigiado e implementado, com vistas a  anular no seio do Exército a estratégia denominada Grancismo que aos poucos sutilmente envolve e confunde a Sociedade Brasileira .

E hoje nossa Academia tem a consciência de haver avançado muito neste particular o que o comprova os seus arquivos, trabalhos realizados por seu membros espalhados por todo o Brasil, inclusive no Timor Leste, Estados Unidos e Portugal e a divulgação de seus trabalhos em seu site e no site Militar tendo como seus web designer dois oficias da Marinha especialistas em Informática e seus membros colaboradores eméritos e mais em Resende em Caserna no site Portal Agulhas Negras.

É tudo isto nos  dá hoje uma agradável sensação de vitória ao lembramos que a História Cultural do Exército já registrou a criação do Instituto Histórico Duque de Caxias que não ultrapassou a sua sessão de criação e desapareceu..

Caso a Academia de História Militar Terrestre do Brasil tivesse hoje que encerrar suas atividades principalmente por falta de apoio financeiro ,e mais por falta de vontade cultural de seus membros e apoio moral das instituições em cujo proveito julga que trabalha, ela deixaria um precioso acervo documental e bibliográfico sobre suas realizações e em especial na Internet .

Acervo onde se destacam a documentação de posses encadernadas , diversos números de seu modesto Informativo O Guararapes, valioso arquivo biográfico ,a História do Exército na Região Sul já com 9 volumes editados e 2 encaminhados e os compêndios de Lutas Internas e Externas para a ECEME e mais o de História Militar Terrestre da Amazônia pronto para ser editado .E grande parte de seu acervo em CDs

Mas instituições como nossa Academia de despesas certas e rendas incertas 

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  Continuação de O GUARARAPES, Duque de Caxias200 anos, n o 38 jul/set 2003 página 11

necessitam de recursos financeiros .Ela provou ser  uma boa idéia. E   Napoleão  costumava dizer que o sucesso de qualquer empreendimento depende de 4 condições: 1a Uma boa idéia .2a, de dinheiro. 3a ,de dinheiro e 4a, de dinheiro. 

Tem sido  comum a falta de dinheiro , a incompreensão de parte de alguns raros companheiros  que julgam não ser o trabalho da Academia de importância e que não a prestigiam e até não a visitam  parecendo considerar a nossa História Militar como um casaco velho sem serventia e para ser jogado no lixo Ou que ao se olhar para traz, para o passado   corre-se o perigo de  acontecer como em Sodoma e Gomorra o  virar-se estátua de sal .

Outros  por não terem tomado contato com a História Militar Crítica quando estudantes e sim com a História Militar Descritiva que não os levava a lugar nenhum , modalidades   que foram  assim exemplificadas  por Frederico o Grande, grande general cujo estudo de suas batalhas integraram o currículo de História da Real Academia Militar , ao tempo em que ali estudou o Duque de Caxias .E assim falou indignado Frederico o Grande  ao assistir uma péssima aula de um professor de História Militar de seu filho:

 “ Não ensine História Militar a meu filho como se ensina a um papagaio, fazendo ele decorar datas, nomes e trechos .Faça meu filho raciocinar e tirar conclusões e lições do que lhe ensina .”

Este é o espirito do ensino da História Militar Crítica que foi introduzido na AMAN  quando seu instrutor de História Militar foi o mais tarde General Álvaro Cardoso  e continuado com vigor por nosso hoje patrono  de cadeira na AHIMTB, Cel Francisco Ruas Santos e pelos que o sucederam até a modernização do ensino, cuja mecânica no tocante ao ensino de História ainda não conhecemos.

Por oportuno  vale lembrar  aos presentes  esta imagem : 

Ser o passado é uma enorme planície onde correm dois rios .Um reto e de margens bem definidas que é o rio da História .Esta fruto da razão e da análise isenta da fontes históricas autênticas ,fidedignas e integras, à luz de fundamentos de crítica escolhidos.

O outro é um rio cheio de curvas e meandros e de margens indefinidas e por vezes com perigosos alagamentos. Este. é o rio do Mito. E  este fruto das paixões humanas, das fantasias , da ignorância , das manipulações, das deformações ,dos preconceitos e da injustiça etc .E, infelizmente predominante entre nós. Esta é uma importante lição para os jovens que nos assistem para que saibam exercer o seu espírito crítico para sempre distinguir a História do Mito .

O Brasil acabou de assistir a novela A Casa das sete mulheres onde foram cruelmente violentadas e satanizadas as imagens de dois grandes soldados brasileiros, os generais Bento Manoel Ribeiro e David Canabarro aos quais o Brasil muito esta a dever a preservação de sua Integridade, Soberania e Unidade no Rio Grande do Sul .

E creio que foi essa a idéia guardada pelos militares desavisados  da imagem manipulada daqueles dois heróis que abordei em meu livro O Exército  farrapo e seus chefes  editado em 1991 pala Biblioteca do Exército 

A História Militar Terrestre do Brasil , tem sido tradicionalmente no mundo ,uma atividade nobre para soldados inativos e uma maneira de continuarem a contribuir para o progresso da instituição com a experiência que adquiriram .Aliás prática esquecida entre nós o que sugere análise profunda pela estreita ligação da História Militar com o desenvolvimento de uma Doutrina Militar .

 E neste objetivo vem se aplicando a nossa Academia num toque de reunir  soldados inativos e ativos e civis interessados em delegacias espalhadas pelo Brasil . 

Dentre os objetivos  que a Academia persegue registre-se o de resgatar, preservar e 

Continua na página 12

 

  Continuação de O GUARARAPES, Duque de Caxias200 anos, n o 38 jul/set 2003 página 12

divulgar as obras de historiadores militares terrestres e com elas, expressivamente, a História Militar Terrestre do Brasil ,indiscutivelmente o Laboratório da Tática , da Logística e da Estratégia terrestres brasileiras 

Aqui vale lembrar o Marechal Ferdinand Foch que saiu da cadeira de História Militar da Escola Superior de Guerra para comandar a vitória aliada  na 1a Guerra Mundial e sob cujo comando lutaram 24 oficias de nosso Exército e inclusive o então Ten de Cavalaria José Pessoa , patrono da Delegacia de Brasília e futuro idealizador da AMAN , o qual  como seu comandante dinamizou o ensino de História Militar e introduziu o de Geografia Militar, como a Geografia do Soldado ,a serviço do maior esclarecimento nos mais diversos escalões do fator da decisão militar - 0 TERRENO .Falou o marechal Foch:

“Para alimentar o cérebro (entenda-se Comando ) de um Exército na paz, para melhor prepará-lo para a indesejável eventualidade de uma guerra ,não existe livro mais fecundo em lições e meditações do que o livro História Militar.

Esperamos que a abordagem deste assunto, contribua  para solidificar nos alunos  presentes a perspectiva e identidades históricas das especialidades escolhidas a do Brasil e de suas forças terrestres.

Isto  para que em melhores condições,  possam  vir a contribuir para o desenvolvimento tecnológico e liderança das Forças Terrestres no início do insondável 3 o Milênio .

E ,também, tentar despertar  vocações adormecidas de historiadores militares terrestres brasileiros , categoria que  se acha em fase de extinção ,por razões várias ,e em especial por invasões indébitas de sua função social por deformadores da História Militar com os mais variados e até inconfessáveis fins.

 Constatar é obra de simples verificação e raciocínio! A História por seu poder  de solidificar o patriotismo, o civismo , a auto estima de um povo e a identidade e perspectiva históricas do mesmo, vem sendo  atacada pela Mídia pelas estratégia do Silêncio alternada com a estratégia da Deformação, por duas forças poderosas convergentes :o Grancismo e  o Poder Econômico Mundial que domina o Mercado Mundial ,uma variante em nossos dias do Bezerro de Ouro da Bíblia .Constatar é obra de simples verificação e raciocínio. Silêncios e Deformações a que se atribui Indiferenças pelo assunto História Militar e do Exército pelos que tem o dever  de preservar, pesquisar, cultuar e divulgar a História, as Tradições e os valores morais, culturais, profissionais e históricos do Exército minado pelos silêncios e deformações 

 Cabe pois aos que nos ouvem e futuros lideres do Exército ,saber distinguir como foi assinalado a História do Mito .Deste hoje tem sido vítimas preferidas as nossas Forças Armadas e Auxiliares de parte de agentes da  Mídia em especial . 

Mas as falsidades e deformações de nossa História  continuam produzindo seus efeitos como se verdadeiras, no seio da juventude que não teve contado com as Forças Armadas. Disto resulta uma desorientação de parcela desta juventude que se entrega a prática  de valores que  confrontam e mesmo agridem os enumerados pela Sociedade Brasileira na Carta Magna .Fato  diagnosticado por  alguns analistas como falta de Religião e de História e do que decorre a falta de identidade e de perspectiva históricas. E nisto vem a Academia se aplicando em esclarecer manipulações que distorcem e comprometem a verdadeira imagem das forças terrestres com calúnias , deformações  e manipulações que circulam com foros de pretensa História .Ou seja não se limita a AHMTB a indignação pura e simples .Parte como ONG para o debate defendendo a sua verdade!

Na peça de Júlio Cezar de Shakespeare ,Marco Antônio diz a certa altura a Brutus :“As boas obras que os homens praticam são sepultadas com os seus ossos. No entanto só o mal sobrevive .”                                                                                Continua na página 13 

  Continuação de O GUARARAPES, Duque de Caxias200 anos, n o 38 jul/set 2003 página 13

Outro papel da Academia tem sido o desenterrar junto dos ossos as obras dos historiadores militares terrestres brasileiros , civis e militares e com elas, por via de conseqüência ,o valioso patrimônio cultural militar terrestre brasileiro acumulado em quase 5 séculos de lutas e vigílias por várias gerações de militares de terra ,os quais foram ,em grande parte, responsáveis pelo delineamento, exploração, conquista , segurança e manutenção de um Brasil Continente que cabe as atuais e futuras gerações preservar e defender. E às gerações do 3 o Milênio caberão responder aos graves desafios reservados à soberania do Brasil na sua  Amazônia, E nesta defesa a Academia se engajou ao preparar para edição este ano da obra Amazônia Brasileira - A conquista, consolidação e manutenção –História Militar Terrestre da Amazônia 1616-2003 

E especial atenção tem dado  a Academia ao resgate e culto das memórias de soldados terrestres que no curso do processo histórico brasileiro deram suas vidas em holocausto a pátria brasileira ,os quais ,segundo Péricles ,que viveu em Atenas, cujo século V antes de Cristo levou o seu nome ,por haver se constituído no apogeu da civilização grega  e, com ela ,a da  Democracia que ele ajudou a construir como chefe de Estado e estratego pôr 14 anos :

“ Aquele que morre por sua pátria ,serve-a mais em um só dia que os outros em toda a vida .”

Agradecemos a presença de todos quantos prestigiaram com suas presenças este encontro de gerações de jovens alunos ,futuras lideranças do Exército ,com historiadores civis e militares e soldados terrestres da Guarnição do Rio de Janeiro .

Foi uma renovada  emoção a AHIMTB  iniciar no Rio de janeiro aqui  no IME em seu âmbito as comemorações do Bicentenário do Duque de Caxias e aqui entregara a seguir seus patrocinadores na cidade do Rio de Janeiro do livro Caxias e a Unidade Nacional .E depois desta sessão no coquetel a ser servido , os autografar a interessados em os adquirir bem como a obra 2002 –Os 175 anos da Batalha do Passo do Rosário e ambos de cunho profissional militar

Agradecimento a todos que prestigiaram com suas honrosas presenças esta histórica sessão

.Agradecimento especiais ao Delegado da AHIMTB no Rio de Janeiro General Rubens da Silveira Brochado  e comandante deste Instituto Militar de Engenharia e a sua dedicada equipe ,e em alunos que serviram de porta vozes e alunos auxiliaram na condução desta seção .

E finalizando ,em tributo a Disciplina e a Hierarquia, sustentáculo constitucional do ordenamento jurídico brasileiro ,a Academia de História Militar Terrestre do Brasil convida para encerrar a sessão como  a maior autoridade hierárquica presente e presidente de Honra desta sessão o agora acadêmico Exmo Sr Gen Ex Gleuber Vieira.

ACADEMIA DE HISTORIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL

Histórico e realizações

A Academia de História Militar Terrestre do Brasil(AHIMTB), foi   fundada há 7 anos em Resende , A Cidade dos Cadetes, em 1o março 1996. Tem por fim desenvolver a História das Forças Terrestres do Brasil :Exército , Fuzileiros Navais , Infantaria da Aeronáutica ,Forças Auxiliares, Guarda Nacional,  Voluntários da Pátria e  de outras forças que as antecederam desde o Descobrimento .

        Com sede em Resende, em dependência da AMAN, mas de amplitude nacional, tem como patrono o Duque de Caxias e como patronos de cadeiras historiadores militares terrestres assinalados, por vezes também ilustres chefes militares como os marechais José Pessoa, Leitão de Carvalho, Tasso Fragoso, Mascarenhas de Moraes , Castelo Branco  e  gen Aurélio de Lyra Tavares. Foram consagrados em vida alguns  patronos de cadeiras ,em razão de notáveis  serviços prestados à História Militar Terrestre do Brasil . Cont na p. 14

 Continuação de O GUARARAPES, Duque de Caxias200 anos, n o 38 jul/set 2003 página 14

 Figuram como patronos  civis Barão do Rio Branco, Dr Eugênio Vilhena de Morais Gustavo Barroso   , Pedro Calmon e José Antônio de Mello Neto pelas contribuições assinaladas à História Militar Terrestre do Brasil. A Academia tem  como 1 o presidente de Honra ,  o Comandante  do Exército, :2 o Presidente de Honra o chefe do DEP , 3 o Presidente de Honra o comandante da AMAN e 4 o Presidente de Honra o Presidente da AEDB.

. .A Academia possui como órgão de divulgação o Informativo  O GUARARAPES que é dirigido a especialistas no assunto e a autoridades com responsabilidade  de Estado pelo  desenvolvimento deste  assunto de importância estratégica, por gerador da perspectiva e identidade históricas das Forças Terrestres do Brasil. e ,principalmente pelo  desenvolvimento de suas doutrinas militares.

    Divulgação que potencializa através varios sites e em espacial de site http://www.resenet.com.br/users/ahimtb ,já com cerca de 19.000 visitas e a, onde implantou vários livros e artigos  como o sobre as  As batalhas dos Guararapes  relacionadas com o Dia do Exército e Como estudar e pesquisar a História do Exército Brasileiro recém reeditado pelo EME. Em Resende divulga seus trabalhos em Caserna no Portal Agulhas Negras.

 Academia desenvolve História militar crítica e não descritiva  em duas dimensões:

1a,a clássica como instrumento de aprendizagem da Arte Militar com vistas ao melhor desempenho constitucional das Forças Terrestres, com apoio em suas experiências passadas etc 

A .2a- com vistas a isolar os mecanismos geradores de confrontos bélicos externos e internos para que colocados à disposição das lideranças civis ,da OEA e da ONU, estas evitem futuros confrontos bélicos com todo o seu rosário de graves conseqüências para a Sociedade  Brasileira.

A Academia vem dando  especial atenção à Juventude masculina e feminina  estudando nos sistema de ensino das Forças Terrestres Brasileiras, com vistas a promover encontro dela com as  velhas gerações e as atuais de historiadores militares terrestres e soldados terrestres e, além, tentar despertar no turbilhão da hora presente, no insondável  3 o milênio, novas gerações de historiadores militares terrestres, especialidade hoje em vias de extinção por falta de apoio e sobretudo estímulo  editorial.  Constatar é obra de simples raciocínio e verificação! .

 É assunto que merece, salvo melhor juízo, séria reflexão de parte de lideranças das Forças Terrestres com responsabilidade funcional de desenvolver a identidade e a perspectiva históricas das mesmas e ,além ,as suas doutrinas militares expressivamente nacionalizadas , calcadas na criatividade de seus quadros e em suas experiências históricas bem sucedidas o que se impõe a uma grande nação, potência ,ou grande potência do 3 o Milênio.

No desempenho de sua proposta realizou nos últimos 7 anos  sessões solenes junto a juventude militar terrestre brasileira, a par de posses de novos acadêmicos do Exército, Fuzileiros Navais ,Infantaria da Aeronáutica(e Polícias Militares que vem progressivamente mobilizando e integrando em sua cruzada cultural e centralizando subsídios em seu Centro de Informações de História Militar Terrestre do Brasil em Resende ,em dependência cedida pela AMAN.

Complementarmente procura a Academia apontar  aos jovens ,seu público alvo ,

Continua na página 15

  Continuação de O GUARARAPES, Duque de Caxias200 anos, n o 38 jul/set 2003 página 15

os homens e instituições que lutam patrioticamente ,a maioria das vezes sem nenhum apoio ,para manter acesas e vivas as chamas dos estudos de História do Brasil  e seus desdobramentos ,com o apoio na análise racional e não passional de fontes históricas ,integras ,autênticas e fidedignas, que com grandes esforços garimpam ,ao invés  das manipulações históricas predominantes entre nós feitas por historicidas ,fruto das mais variadas paixões ,fantasias e interesses, o que Rui Barbosa já denunciava em seu tempo. Confirmar é obra de simples verificação e raciocínio .E se os jovens disto se convencerem e exercerem o seu espírito crítico será meia batalha ganha .

A Academia vem atuando em escala nacional com representantes em todo o Brasil em suas várias categorias de sócios e já possui em Brasília  a no CMB, Delegacia Marechal José Pessoa ; em Porto Alegre no CMPA, a Delegacia General Rinaldo Pereira Câmara ; em Fortaleza no CMF, a Delegacia Cel José Aurélio Câmara; no Rio de Janeiro ,no IME, a Delegacia Marechal João Baptista de Matos .Em Curitiba, no CMC a Delegacia gen Luiz Carlos Pereira Tourinho, em Campinas a delegacia Marechal Mário Travassos, em Caxias do Sul, no Grupo Conde de Caxias, a delegacia Gen Morivalde Fagundes  e em Pelotas, no 9 o BI Motorizado  a Delegacia Fernando Luiz Osório. Em São Paulo esta tratando de fundar a Delegacia Gen Bertoldo Klinger e em Belo Horizonte a Delegacia Gen Antônio de Souza Junior  etc  Em outros locais estabelece sócios correspondentes e em São Paulo a Polícia Militar a Delegacia  Cel Pedro Dias de Campos na qual é qual é cultuado a memória do General Miguel Costa em verdade o comandante da Grande Marcha que passou a História por manipulação ideológica bem sucedida de Coluna Prestes .

 A Academia em seus 7 anos de atuação se orgulha das realizações concretizadas e ressalta os seguintes trabalhos em curso:

 O desenvolvimento do Projeto História do Exército na Região Sul . Já publicou a História da 3a RM em 3v,a do CMS ,a da 6a Divisão de Exército ,a da 8a Brigada de Infantaria Motorizada , a da 3a Brigada de Cavalaria Mecanizada , a da 6a Brigada de Infantaria Blindada  e já dispõe em condições de publicar a da Artilharia da 6a DE .E já pesquisa a História da 2a Brigada de Cavalaria Mecanizada , As duas últimas previstas para este ano .E tem consciência da importância desta contribuição , não sabe se até avaliada em sua real projeção .

Já desenvolveu para a Escola de Estado- Maior do Exército para seu projeto de ensino a distância os compêndios integrados: Brasil Lutas Externas 1500-1945 e Brasil Lutas Internas até nossos dias .E neste já conclui e lançara, Amazônia Brasileira – a conquista , a consolidação e a manutenção história militar terrestre da Amazônia,1616-2003  que aborda as Lutas internas e externas que a envolveram e tudo na tentativa de ajudar a  melhor orientar o esforço de defesa daquela estratégica área no insondável 3 o Milênio .

Lançara hoje aqui as obras Caxias e a Unidade Nacional ,comemorativa do bicentenário de seu patrono e também o do Exército e a 2002-175 anos da Batalha do Passo do Rosário ilustrada com mapas coloridos didáticos e mais História Militar de Resende 1744-2003.

Eis meus senhores e minhas senhoras uma síntese do perfil sintético  da Academia de História Militar Terrestre do Brasil e de suas vitórias, sem mencionar o valiosos acervo que reuniu em seu modestíssimo e já lotado  Centro de Informações de História Militar Terrestre do Brasil onde em paralelo possui valioso acervo bibliográfico sobre as histórias da AMAN, de Resende e de Itatiaia.

LANCAMENTO DE LIVROS EM 2003 PELA AHIMTB COMEMORATIVOS DO BICENTENARIO DO DUQUE DE CAXIAS O SEU PATRONO

A AHIMTB lançara este nos os seguintes livros constantes do cartão postal a seguir:

Continua na pagina 16

Continuação de O GUARARAPES, Duque de Caxias200 anos, n o 38 jul/set 2003 página 16

Os livros sobre Caxias estão sendo lançados ao preço de 35 reais fora as despesas de remessa. e o sobre a Batalha de Passo do Rosário ao preço de 15 reais .O sobre a AD/ 6 será lançado no CMPA em Porto Alegre no dia 8 jul ao preço de 15 reais. O sobre a Amazônia esta sendo revisado para impressão e custará 20 reais. O apurado na venda se destina ao custeio das atividades da Academia de História Militar, razão pela qual se apela aos militares conscientes do valor da História Militar Terrestre do Brasil ,em síntese a História do Exército que ajude a  Academia que fez a sua parte adquirindo os livros e os divulgando.

Os interessados encaminharem seus pedidos pelo e.mail ahimtb@resenet.com.br ou pelo telefone da AMAN 0/xx/24/33543355 Ramal 6051 ou  por carta para o seguinte endereço, AHIMTB /Aman, Av Presidente Vargas 442 Campos Elísios Resende- RJ CEP 27542-140.

Pede-se que o pagamento seja feito em cheques nominal a Academia de História Militar Terrestre do Brasil, ou em sua conta 5.926-9 Agencia BB 0131 informando via e.mail ,telefone ou carta as características da remessa, de preferencia com centavos ao final para identificar o comprador. Solicita-se aos sócios da AHIMTB que se empenhem a fundo nesta divulgação

DIVERSOS: Os livros Caxias e a Unidade Nacional e 2002 os 175 anos da Batalha do Passo do Rosário já foram lançados em sessões solenes no Circulo Militar Agulhas Negras em 8 jun, no Circulo Militar de Belo Horizonte em 14 jun, conforme o Jornal Inconfidência n o 57, No Círculo Militar de São Paulo, em 17 jun ,conforme noticiou a Revista SASDE, no IME, em 26 jun, conforme este número noticiou. O lançamento no CIMAN será divulgado pela Internet. Em 8 jul serão lançados em Porto Alegre no CMPA , em 25 jul no 1o BPE e em agosto em Caxias do Sul, no Grupo Conde de Caxias e em Brasília, no BGP e Dragões da Independência etc.

Companheiro!!! Contamos como o seu apoio para reverenciar o Duque  Caxias , o maior brasileiro do século XIX, consagrado no século XX e hoje alvo de indiferença, silencio e calúnia.

[1] - Noticiário do Exército nº 9.879, de 25 de agosto de 2001.

[2] - Noticiário do Exército nº 10.015, de 25 de agosto de 2002.

[3] - Noticiário do Exército nº 9.963, de 31 de março de 2002.

[4] - Noticiário do Exército nº 9..817, de 31 de março de 2001.

[5] - Esteves, Diniz (Cel R/1). Ministros da Guerra e do Exército Brasileiro. Estado-Maior do Exército, 1999, pág. 711 e seguintes.

[6] - História Oral do Exército na Segunda Guerra Mundial/Coordenação Geral de Aricildes de Moraes Motta. Rio de Janeiro, Biblioteca do Exército Editora 2001.

 


Última alteração em 07-03-2006 @ 11:13 pm

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