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O Guararapes - Ano 2005 Jul a Set Nº 46 (1 de 2)
Inserido por: ClaudioBento
Em: 07-04-2006 @ 01:24 pm
 

 

PARTE 1/2

ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES DA

 ACADEMIA DE HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL

CGC 10.149.526/0001-09 HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE CRITICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA O MILITAR E PARA O EXÉRCITO(Memórias)

SUMÁRIO

- AGRACIADOS COM A MEDALHA DO MÉRITO HISTÓRICO MILITAR TERRESTRE EM 2005

- A REVOLUÇÃO FARROUPILHA UMA RELEITURA SOB A PARTICIPAÇÃO DO EXÉRCITO

-ESPADA CAXIAS, UM LIVRO DE INTERESSE PROFISSIONAL MILITAR

DIVERSOS

         AGRACIADOS COM A MEDALHA DO MÉRITO HISTÓRICO MILITAR TERRESTRE EM 2005

Foram agraciados em 2004

 As seguintes personalidades citadas em ordem alfabética .No grau de Comendador:  Cel Arivaldo Silveira Fontes, generais Carlos de Meira Matos, Claudimar Magalhães Junior, Clovis Jacy Burman, Domingos Ventura Pinto Junior, Francisco Roberto Albuquerque ,Cel Germano Seidl Vidal, General Gleuber Vieira, Almirante Hélio Leôncio Martins, Cel Jarbas Gonçalves Passarinho, Cel Jardro Alcântara Avellar, generais Jonas de Morais Correa Neto e Tácito Theophilo Gaspar de Oliveira. No grau de Oficial: Cel Amerino Raposo Filho, General Arnaldo Serafim ,Capitão – de-  Fragata Carlos Norberto Stumpf Bento, Cel PMSP Edilberto de Oliveira Mello, Professor Flávio Camargo, Vet FEB José Conrado de Souza, Cel Luiz Ernani Caminha Giorgis, Gen Div  Paulo Cesar de Castro, General Raimundo Maximiano Negrão Torres, Cel Walter Albano Fressatti. No grau de Cavaleiro: Professor Adilson Cesar, Cel Alceu Vilela Paiva, Ten Cel Antônio Gonçalves Meira, Sgt Aj ( Portugal) Antônio Euletério Sucena do Carmo, Sub Ten Alvino Melquides Brugalli, Eng Christovão Avila Pires Junior, José Eber Bentim da Silva, Cel José Spagemberg Chaves,, Cel Luiz Carlos Carneiro de Paula, Marcelo Peixoto da Silva, Sub Tem Osório Santa Figueiredo, Cel Paulo Ayrton de Araujo e Cel Ruy Duarte.

A cada agraciado foi distribuída uma plaqueta contendo os critérios e justificativas da concessão. Os atos de entrega de medalhas feitos com ampla cobertura fotográfica, consta de volume único, tipo um álbum encadernado no Arquivo da AHIMTB.

Foram agraciados em 2004

                                                                                                                         Continua na página 2

Continuação do GUARARAPES n° 45             jul/set  2005                                     Página 2

 EM NOME DA ACADEMIA DE HISTÒRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL(AHIMTB),DEPOIS DE OUVIDA A COMISSÂO   DE MEDALHAS DA MESMA, E NA  QUALIDADE DE GRÃO MESTRE DA MEDALHA DO MERITO HISTÓRICO MILITAR TERRESTRE DA AHIMTB E NA OPORTUNIDADE DO 2002 º ANIVERSARIO DE NASCIMENTO DO DUQUE DE CAXIAS, PATRONO DA AHIMTB, AGRACIO COM A CITADA MEDALHA E NOS GRAUS  DE COMENDADOR , OFICIAL E CAVALEIRO, AS SEGUINTES PERSONALIDADES, LEVABDO EM CONSIDERAÇÂO OS CRITÈRIOS DE: ESTIMULO, SOLIDARIEDADE, APOIO HISTÒRICO E DE CUSTEIO FINANCEIRO AS ATIVIDADES DA AHIMTB,TRABALHOS EXECUTADOS EM PRÓL DA SUA CAUSA E ANOS E PROJEÇÂO DE SERVIÇOS PRESTADOS PELOS AGRACIADOS A CAUSA DA PESQUISA, PRESERVAÇÃO, ELABORACÃO, CULTO E DIVULGAÇÂO DA HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL  Cel Cláudio Moreira Bento Presidente

COMENDADOR

Cel Professor ANTONIO ESTEVES. Pelo apoio que deu a Academia de História Militar Terrestre do Brasil a acolhendo em seus primeiros passos na Associação Educacional Dom Bosco que fundou e preside,  cedendo seu Auditório para cerimônias de posses de acadêmicos e onde  foi diplomado e empossado como seu 4º Presidente de Honra. A ele se deve  a  doação dos primeiros diplomas que são concedidos aos sócios de diversas categorias.

Patrocinou a publicação pela  Academia de História Militar Terrestre do Brasil da plaqueta titulada Resende 200 anos. Cedeu  espaço nobre para a citada Academia ali lançar a publicação de seu presidente 60 anos de AMAN em Resende, ao lado de outras publicações da Academia, com a presença do Comando da AMAN e representação de cadetes.

          Em 1978 já havia cedido as instalações da AEDB para a criação da Delegacia da Academia Brasileira de História Barão Homem de Mello, personalidade que havia sido professor do Colégio Militar do Rio de Janeiro onde  pronunciou o discurso inaugural da Casa de Tomaz Coelho, tendo antes presidido o Rio Grande do Sul e sido depois Ministro da Guerra para, finalmente, findar seus dias em Itatiaia atual em 1918.

Gen Div ARNALDO SERAFIM. Pelo estímulo, solidariedade e apoio histórico e administrativo a causa da Academia de História Militar Terrestre do Brasil, como acadêmico emérito que inaugurou a cadeira General Francisco de Paula Cidade, e como seu dinâmico e combativo 2º Vice Presidente e Delegado da Delegacia Marechal José Pessoa no Distrito Federal.

De longa data se dedica as atividades relacionadas com História e Tradições do Exército, como no comando da 4ª Bda C Mec em Mato Grosso do Sul, o estímulo ao culto dos heróis de Dourados e, na Diretoria de Assuntos Culturais, como Presidente da Comissão do Exército para as comemorações dos centenários da República e da Bandeira Nacional, atividade e realizações documentadas na publicação Cadernos das Comemorações de Centenário da República e da Bandeira aditados em parceria pela BIBLIEX/SENAI, e da qual elaborou o significativo e histórico prefácio. O Bicentenário do Duque de Caxias no âmbito de sua Delegacia em Brasília, foi marcante, cabendo-lhe o expressivo e histórico prefácio da obra Caxias e a Unidade Nacional editada sob a égide da AHIMTB. Ao seu dinamismo , projeto e coordenação, Brasília lhe esta a dever e a Delegacia Marechal José Pessoa da AHIMTB,  a concretização, em 2005, do Monumento aos heróis da Força Expedicionária Brasileira com o patrocínio da FHE – POUPEX.

Professor FLAVIO CAMARGO. Pelo estímulo, solidariedade e apoio histórico e com trabalho intenso e valioso, a causa da Academia de História Militar Terrestre do Brasil que o consagrou como o seu acadêmico que inaugurou a cadeira General Emílio Fernandes de Souza Docca. Ao acadêmico Professor Flávio Camargo a AHIMTB está a dever a diagramação e edição.                                                                                                                                  Continua na página 3

Continuação do GUARARAPES n° 45             jul/set  2005                                     Página 32

das obras publicadas sob sua égide: Caxias e a Unidade Nacional,  As Batalhas dos Guararapes – análise e descrição militar; Amazônia Brasileira - Conquista, Consolidação, Manutenção (História Militar Terrestre da Amazônia) das quais é o autor das abas ou orelhas e, Os 175 anos da Batalha do Passo do Rosário, que prefaciou e desenhou a capa.  São de sua lavra os desenhos das medalhas do Mérito Histórico Militar Terrestre do Brasil. Em 2005 mais uma vez contribui como editor dos livros lançados pela Academia de História Militar Terrestre do Brasil em parceria como o Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul, Hipólito da Costa o gaúcho fundador da Imprensa Brasileira, patrocinado pela FHE-POPEX e a reedição de Conde de Porto Alegre, patrocinado pela 3ª Região Militar .

Cel LUIZ ERNANI CAMINHA GIORGIS. Pelo apoio, estímulo, apoio histórico e com trabalho valioso e devoção notável, a causa da Academia de História Militar Terrestre do Brasil, na qual ocupa a cadeira General Antônio Rocha Almeida e as funções de 3° vice presidente e de seu Delegado da Delegacia General Rinaldo Pereira da Câmara no Rio Grande do Sul. A ele se deve a valiosa colaboração, como coordenador e revisor das obras sobre o Exército na Região Sul, publicadas sobre a égide da AHIMTB e parcerias como co-autor das obras 3ª Bda C Mec - Brigada Patrício Corrêa da Câmara; 8ª Bda Inf Mtz - Brigada Manoel Marques de Souza 1°; 6ª Bda Inf Bld – Brigada Cel Niederauer e mais prefácio de As Batalhas dos Guararapes - análise e descrição militar e as abas ou orelhas  de Os 175 anos da Batalha do Passo do Rosário e em 2005 participações nas obras Hipólito da Costa o gaúcho fundador da Imprensa Brasileira , Conde de Porto Alegre e As Escolas do Exército em rio Pardo1859 –1911, no prelo. A presença do Cel Caminha na conjuntura de martírio a que é submetida a historiografia Militar Terrestre do Brasil, pelas estratégias adversas alternadas de silêncio e deformação, geradoras de indiferença em áreas que a deveriam amparar e a cultuar, têm sido uma esperança de melhores dias para a historiografia militar terrestre brasileira que a AHIMTB tem desenvolvido com tenacidade ultrapassando obstáculos que se apresentam em seu caminho e, na atualidade insuficiência de recursos financeiros .para manter o ritmo que sustenta há quase 10 anos o  que a ameaça até de extinção, se não for socorrida pelo poder publico em beneficio do qual ela vem trabalhando intensamente, situação que faz lembrar Napoleão ao dizer que o sucesso de um projeto militar depende de 4 fatores . 1º uma boa idéia. 2º dinheiro. 3º dinheiro. 4 º dinheiro.

Gen Bda MARCO ANTÔNIO FARIAS. De longa data o General Farias vem prestigiando  e estimulando a Academia de História Militar Terrestre do Brasil, dando consistência ao objetivo atual do Exército, definido pelo Ministro do Exército Gen. Ex Zenildo de Lucena, apoiado pelo seu sucessor e acadêmico Gen Ex Gleuber Vieira e revigorado pelo Comandante do Exército  Sr Gen Ex Francisco Roberto de Albuquerque, 1º Presidente de Honra da AHIMTB, ao receber em 2004, em cerimônia em seu Gabinete, a Medalha do Mérito Histórico Militar Terrestre do Brasil no grau de Comendador. Objetivo atual assim definido.

          Preservar, pesquisar, cultuar e divulgar a História, as Tradições e os Valores morais, culturais e históricos do Exército.

          Na chefia do Estado- Maior da 6ª DE, enviou para oficiais egressos da ECEME que estagiariam naquela GU, exemplares da obra produzida pela AHIMTB, intitulada: 6ª Divisão do Exército – Divisão Voluntários da Pátria, elaborada dentro do Programa A História do Exército na Região Sul, já com 9 volumes editados.

          Ao assumir o comando da AMAN, tratou de conhecer as necessidades da sede da AHIMTB que foi abrigada pela AMAN no comando do Gen Bda José Mauro Moreira Cupertino, do qual o Gen Farias era o seu coronel E/3.                                                                              Continua na página 4

         

Continuação do GUARARAPES n° 45             jul/set  2005                                         página 4

Ampliou as instalações da AHIMTB com mais uma sala para melhor acomodar o seu acervo acumulado em 9 anos de intenso e profícuo labor.

     Determinou a reforma das instalações da AHIMTB com pintura e outros melhoramentos gerais que a deixaram condigna para abrigar o seu preciosos e valiosos acervos sobre a História do Exército, a da Academia Militar das Agulhas Negras que comanda,  além da de Resende e outras localidades onde a AMAN realiza exercícios.

Ao tomar posse como 3º Presidente de Honra da AHIMTB o General Farias ressaltou o valor, para o Exército e para a AMAN, da Academia de História Militar Terrestre do Brasil, palavras que registrou em seu Livro de Visitas. Por tudo isto é com muita honra que a Academia de História Militar Terrestre o Brasil agracia o General Farias com a Medalha do Mérito Histórico Militar Terrestre do Brasil, no grau de Comendador e na esperança de que venha se beneficiar ainda mais da sensibilidade deste ilustre chefe como seu 3º Presidente de Honra o  qual parece firmar a sua liderança em duas virtudes Firmeza e Doçura que caracterizaram a do legendário General Osório.

.Sr. PEDRO XAVIER ANTONIO ZALUSKI. Destacado empresário e filântropo sul riograndese, com excepcionais serviços comunitários prestados no Rio Grande do Sul pelos quais, em reconhecimento, foi agraciado entre suas múltiplas condecorações,  com o Grau de Comendador da Ordem do Mérito Militar, Oficial da Ordem do Mérito Aeronáutico e Cavalheiro da Ordem do Mérito Naval, além das medalhas do Pacificador, Tamandaré, Santos Dumont e das mais altas condecorações do Estado do Rio Grande do Sul, como a Medalha Negrinho do Pastoreio, Simões Lopes Neto, Cruz de Ferro e a Medalha do Mérito Farroupilha da Assembléia Legislativa Gaúcha e a do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul. Possui inúmeros diplomas de amigo e colaborador de instituições como o Exército, Marinha, Aeronáutica e Brigada Militar, onde se projeta nesta última com mais intensidade a sua solidariedade a esta histórica e tradicional instituição. A Academia de História Militar Terrestre do Brasil tem se beneficiado e ainda espera muito se beneficiar , sobremodo, de sua atuação em apoio as suas atividades  e eventos.

Gen Ex RENATO CÉSAR TIBAU DA COSTA. Pelo interesse e estímulo revelados em seus comandos de oficial- general, pelo culto e divulgação da História

história, Tradições e Valores do Exército e  haver transformado o Projeto História do Exército no Rio Grande do Sul, já com nove volumes publicados, em Projeto História do Exército na Região Sul, incluindo o Paraná e Santa Catarina. Neste particular, incluindo a História da 5ª RM/DE, quando no exercício da função de comandante daquele Grande Comando.

Destaque-se que o Gen TIBAU, como Delegado de Honra da Delegacia General Rinaldo Pereira da Câmara, sempre participou e prestigiou as atividades da Delegacia. Merece especial destaque a atenção e apoio dispensados ao Museu do Comando Militar do Sul que hoje se apresenta bastante renovado e muito procurado.

          A Academia de História Militar Terrestre do Brasil espera que, na Chefia do Estado- Maior do Exército Vossa Excelência dinamize o objetivo atual nº 1 do Exército, ora expressamente reforçado pelo Comandante do Exército, o Excelentíssimo Sr. General de Exército Francisco Roberto de Albuquerque, 1º Presidente de Honra da AHIMTB, qual seja, o de “Preservar, Pesquisar, Cultuar e divulgar a História, as Tradições e os valores morais, culturais e históricos do exército”. Correspondendo a um desejo do General Tibau a Academia de História Militar Terrestre do Brasil elaborou pesquisa profunda das Escolas do Exército em Rio Pardo. Assunto que se encontrava esquecido sob espessa camada de patina dos temos e que eqüivaleu a um resgate histórico ressurreição.

OFICIAIS

                                                                                                                         Continua na página 5

Continuação do GUARARAPES n° 45             jul/set  2005                                     página 5

Cel PMMG AFFONSO HELIODORO DOS SANTOS. Acadêmico especial ocupante da cadeira Cel PMMG Med. Juscelino de Oliveira Kubischek e dinâmico e atuante presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal (IHGDF) onde tem acolhido em seus quadros, historiadores do Exército residentes em Brasília, merecendo destaque a ativa e decidida pareceria de seu IHGDF, em 2003, com a Delegacia Marechal José Pessoa da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)no DF, para as comemorações do Bicentenário do Duque de Caxias, ocasião em que foi reconhecida historicamente a esquecida e relevante participação do Marechal José Pessoa, para tornar uma realidade a nova capital, com apoio em seus estudos e providências preparatórias, como presidente da Comissão de Localização e Planejamento da Nova Capital do Brasil, cujo seu relatório final apresentou em 1958 , no qual se destaca a sua atuação junto ao Governo de Goiáz para que a área onde hoje se assenta a Capital Federal fosse desapropriada.  Em 2004, mais uma vez associados, o seu Instituto e a delegacia Marechal José Pessoa foi comemorado condignamente os 201 anos do Duque de Caxias , patrono do Exército e da Academia de História Militar Terrestre do Brasil, em sessão pelo Cel Affonso presidida e aberta com notável oração sua de exaltação ao Duque de Caxias , seguida de condecorações com a Medalha do Mérito Histórico Militar Terrestre do Brasil do Gen Ex Clovis Jacy Burmann, presidente da FHE-POUPEX e dos sócios do IHGDF Gen Div Arnaldo Serafim, Cel Jarbas Gonçalves Passarinho e Cel Manoel Soriano Neto.

Cel ALCEU VILELA PAIVA. Pelo estímulo, solidariedade e apoio histórico, administrativo e financeiro a causa da Academia de História Militar Terrestre do Brasil, como presidente de seu Conselho Fiscal e como acadêmico ocupante de cadeira Professor General Liberato Bittencourt, inaugurada pelo falecido acadêmico Cel Geraldo Levasseur França, o desenhista do Brasão da AHIMTB. No acadêmico Cel Alceu a AHIMTB encontrou sempre pronto apoio seu como engenheiro para melhor preparar a instalação de sua sede administrativa. Como Presidente do Conselho Fiscal tem prestado preciosa orientação a Diretoria Executiva. É de sua lavra a publicação da AHIMTB focalizando o Dr. Tácito Vianna Rodrigues, o maior resendense do século XX, que acompanhou a excursão do Cel José Pessoa ao Itatiaia, em 7 de setembro de 1931, para de lá extrair uma pedra para servir de Pedra Fundamental da AMAN.

ALDA BERNARDES FARIA E SILVA. Desde a fundação da Academia de História Militar Terrestre do Brasil tem prestado preciosos serviços, como presidente de sua Comissão de Relações Públicas.

Em 1995 presidiu cerimônia integrada por diversas entidades culturais que reverenciaram o Marechal Floriano Peixoto, no centenário de sua  morte, e no local onde ele faleceu, em Floriano, em Barra Mansa. No ano seguinte teve papel destacado na realização do Simpósio do IEV sobre o tema História Militar do Vale do Paraíba, o primeiro levantamento no gênero realizado no Brasil.

          Ela lidera com dedicação e dinamismo, como historiadora de Itatiaia a Academia Itatiaiense de História, onde acolhe sem preconceitos e com  igualdade e fraternidade todos os seus integrantes, como prescreve os Estatutos da Entidade, sem nunca procurar alterá-lo a revelia do Conselho Acadêmico.

Cel ANTONIO CARLOS ESTEVES.  Pelo apoio administrativo dado a Academia de História Militar Terrestre do Brasil no âmbito da Associação Educacional D.Bosco (AEDB), para que ela lá realizasse diversas cerimônias de posses de acadêmicos, quando iniciava seus primeiros passos. Realizou notável trabalho em nome da AEDB como coordenador geral do Simpósio do Instituto  de Estudos Valeparaibanos (IEV) em 1996 sobre o tema História Militar do Vale do Paraíba, levado a efeito nas instalações da Academia Militar das Agulhas Negras( AMAN) ,na citada  AEDB  e no Centro de Recuperação de Itatiaia (CRI) o que tornou possível a juntada de subsídios históricos sobre todas as OM do Exército nos vales paulista, fluminense e mineiro do Vale do Paraíba.  

Continua na página 6   

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Atualmente renovou o estoque de diplomas que a AHIMTB confere a seus associados.

Cel Méd FLAVIO ARRUDA ALVES. Como Diretor do Centro de Recuperação de Itatiaia (CRI) amparou os primeiros passos administrativos da Academia de História Militar Terrestre do Brasil que ali nasceu em 1996, no Simpósio do Instituto de Estudos Valeparaibanos(IEV) de 1996 focalizando o tema História Militar do Vale do Paraíba. Foi notável o apoio logístico e administrativo que prestou para o sucesso daquele evento, cujos resultados foram preservados em documentação específica. Nesta ocasião coube-lhe resgatar a História do CRI e do seu antecessor, o Hospital de Convalescentes de Itatiaia. Por meio desta medalha a Academia de História Militar Terrestre do Brasil agradece ao seu distinto grande colaborador, os valiosos serviços que lhe prestou para ela dar os seus seguros  primeiros passos.

Gen Div MARCO ANTONIO LONGO. Pelo prestígio e estímulo aos trabalhos da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB), desde que comandante do 1º Grupamento de Engenharia de Construção (1º GEC, em João Pessoa-PB), onde  convidou  à presidência da AHIMTB, para lá proferir palestra para a comunidade local e sua oficialidade. Palestra que já havia sido pronunciada para a Guarnição Militar do Recife, na SUDENE, sobre as Batalhas dos Guararapes e proporcionando também a mencionada Presidência da AHIMTB, entrevista sobre o assunto em TV local, além de apresentá-la ao Instituto Histórico e Geográfico da Paraíba e a Academia Paraibana de Letras que o elegeram sócio correspondente.

          Mais tarde, como Chefe da Diretoria de Obras de Cooperação (DOC) pelo prestígio e pelo aproveitamento de algumas de conclusões inéditas da Presidência da AHIMTB sobre o apoio, tipo de Engenharia, por patriotas, nas Guerras Holandesas, e tiradas de oração da Presidência da AHIMTB, proferida como orador oficial convidado, na inauguração do Memorial ao Ten Cel Vilagran Cabrita, no Batalhão Escola de Engenharia, em Santa Cruz. Merece menção haver recorrido o General Longo e se socorrido na arte pictórica notável do Cel Pedro Paulo Cantalice Estigarríbia, acadêmico da AHIMTB, para imortalizar em suas pinturas notáveis e sem precedentes em nosso Exército e relacionadas com a Arma de Engenharia. Isto sem deixar de mencionar mais um convite seu a presidência da AHIMTB, agora a sua DOC, , para falar para seus oficiais de aspectos históricos da Arma de Engenharia, quando confiou a AHIMTB disquete que reproduz livro de Registro Histórico das atividades da Diretoria de Engenharia para posterior aproveitamento. Como comandante da 3ª Região Militar, o patrocínio, consistente da reedição da obra sobre  , ex comandante da 3 a Região Militar e lá lançada e sugerida pela AHIMTB e Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul, e sob a égide de ambos .Obra titulada  Conde de Porto Alegre, herói militar,  e na oportunidade do seu bicentenário em 2004. E mais pelo apoio que a AHIMTB tem recebido atualmente da 3ª Região Militar, na medida do possível, no desenvolvimento da História do Exército na Região Sul, em apoio ao Objetivo Atual nº 1 do Exército, ora revigorado pelo Comandante do Exército e 1º Presidente de Honra da AHIMTB, o Exmo Sr Gen Ex Roberto Francisco Albuquerque e assim definido.

          “Preservar, pesquisar, cultuar e divulgar, a História, as Tradições e os Valores morais, culturais e históricos do Exército.”

          Objetivo para cuja conquista a AHIMTB e o IHTRGS acabam de contribuir por  solicitação da 3ª Região Militar, com uma palestra de seu vice presidente Cel Luiz Ernani Caminha Giorgis e artigos desta presidência e por ela amplamente divulgados, com vistas as comemorações dos 250 anos do primeiro comandante da 3ª Região Militar e sua denominação histórica D. Diogo de Sousa. E por último haver recorrido mais uma vez a AHIMTB para quer seu vice Presidente Cel Luiz Ernani Caminha Giorgis falasse para seus comandados sobre o Conde de Porto Alegre Continua página 7

 

Continuação do GUARARAPES n° 45             jul/set  2005                                     Página 7

MÄRIO GARDELIN. Pela sua atuação cultural marcante, como assessor para  assuntos de Povoamento, Imigração e Colonização da Universidade de Caxias do Sul,  onde tem divulgado e apoiado trabalhos de interesse da História Militar do Brasil, cabendo ressaltar a divulgação recente em fascículos, com judiciosos subsídios complementares de sua lavra ou escolha , para distribuição na rede escolar e a interessados, das obras Caxias e a Unidade Nacional e O Negro e descendentes na Sociedade do Rio grande 1635/1975.

     Merece destaque o seu estímulo ao culto e divulgação da vida e obra do Duque de Caxias  patrono de sua cidade Caxias do Sul, como o é também do Exército e da Academia de História Militar Terrestre do Brasil, da qual  é acadêmico ocupante da cadeira especial Cel Arthur Ferreira Filho, renomado historiador  militar sul riograndense..

Cel PEDRO PAULO CANTALICE ESTIGARRIBIA. Pelos notáveis e sem precedentes esforços que vem fazendo no sentido de divulgar, com suas magníficas pinturas de motivação histórico- castrense, as casernas e fatos históricos do Exército, contribuindo indelevelmente para a conquista do objetivo atual nº 1 do Exército: Preservar, pesquisar, cultuar e divulgar, a História, as Tradições e os Valores morais, culturais e históricos das Forças Terrestres do Brasil.

O Coronel Estigarríbia é acadêmico ocupante da cadeira especial que tem por patrono o pintor Alcebíades Miranda Junior ,o decorador incomparável, por longos anos, de revistas e livros, produzidos sobre a Marinha, Exército e Aeronáutica. Trabalhos do Cel Estigarríbia ilustram a capa da obra, da AHIMTB e IHTRGS ,no prelo, Escolas do Exército em Rio Pardo 1849/1913 que focalizam dois prédios onde funcionaram em Rio Pardo escolas do Exército

CAVALEIRO

Major PMRS ANDRÉ  LUIS WOLOSZYN. Vem atuando intensivamente em benefício da missão da Academia de História da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB) a ajudando na busca de recursos para o seu custeio e na sua aproximação cultural através de diversas iniciativas com o Comando da Brigada Militar,  no sentido de integrar esta tradicional e briosa Força Auxiliar no esforço da AHIMTB de pesquisar, preservar, divulgar e cultuar a História, as Tradições e os Valores morais culturais e históricos das Forças Terrestres do Brasil .Oficial de elevado gabarito cultural profissional, tem se integrado com companheiros do Exército no exercício de funções na Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e, em Curso, em 2004, da Escola Superior de Guerra, na área de Inteligência Estratégica.

Capitão- de – Corveta  ALFREDO C GUILHERME DA SILVA. Pelo intenso apoio de 2001 a 2005 à divulgação pelo valioso site www.militar.com.br  que administra com muita devoção,  cerca de 115 matérias de assuntos de interesse da História Militar Terrestre do Brasil e em especial a do nosso Exército e enviados pela AHIMTB em sua muito acessada página Revista Eletrônica da Academia de História Militar Terrestre do Brasil.  Esforço que muito contribui, ao lado do site da AHIMTB www.resenet.com.br/users/ahimetb para uma divulgação universal dos trabalhos da AHIMTB ,inclusive de seu informativo O Guararapes .

ANACLETO RIBEIRO. Nascido em Portugal e ligado e orgulhoso dos feitos militares de seu país de origem ,se encantou com o trabalho desenvolvido pela Academia de História Militar Terrestre do Brasil a qual vem prestando,  de forma voluntária e gratuita, desde a sua fundação, preciosa colaboração consistente na gravação de dados personalizados no verso das insígnias que a AHIMTB distingue seus integrantes. Trabalhos estes que em conjunto representaram expressiva economia de recursos da AHIMTB. Por tudo ele também integra a galeria restrita dos 5 grandes colaboradores da citada AHIMTB.

Continua na página 8

Continuação do GUARARAPES n° 45             jul/set  2005                                       Página 8

Dr. EDUARDO CUNHA MÜLLER. Acadêmico desde junho de 2004, o Dr. Eduardo Müller vem colaborando de forma preponderante nos trabalhos afetos à Academia. Suas contribuições são tanto na área da história propriamente dita, como na área financeira, além de ser um grande incentivador das nossas atividades.

Publicou um livro sobre seu tio-avô, o Marechal Salvador César Obino e já possui dois outros trabalhos em andamento. Participa também com valiosos subsídios da obra Escolas do Exército em  Rio Pardo, que está em desenvolvimento pela AHIMTB e IHTRGS,

O Dr. Müller, embora extremamente ocupado, mercê das atividades advocatícias que exerce, encontra tempo para se dedicar à pesquisa histórica. Neste particular, destacamos o seu grande conhecimento da história do Rio Grande do Sul  e de suas fontes .

Jornalista CARMEN LÚCIA FERREIRA DA SILVA. Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil desde dezembro de 2003, a dona Carmen, na condição de descendente do Conde de Porto Alegre, ultrapassou suas atribuições no desenvolvimento do trabalho Conde de Porto Alegre  já lançado pela AHIMTB e IHTRGS , com o patrocínio da 3 a Região Militar que o seu ancestral herói comandou , contribuindo de forma efetiva para diversas outras atividades.

          Jornalista aposentada  dedica-se à pesquisa histórica. Recentemente ingressou na área de museologia, procurando aumentar seus conhecimentos. Participa atualmente, de diversos projetos ligados ao seu ilustre antepassado. Na pessoa da dona Carmen,  aproveitamos a oportunidade para cumprimentar seus pais e seus filhos, aqui presentes, descendentes do Conde de Porto Alegre o notável auxiliar do atual Duque de Caxias na pacificação honrosa do Rio Grande do Sul em 1845.

Cap PMSP HÉLIO TENÓRIO DOS SANTOS. Tem sido notável a sua contribuição aos estudos aos quais a Academia de História Militar Terrestre se dedica. Como integrante das Forças de Paz, no Timor Leste representando a Polícia Militar de São Paulo, manteve a AHIMTB bem informada através de circunstanciados mensagens eletrônica s da atuação de militares brasileiros naquele novel país. É autor do precioso livro A Ordem Unida na Evolução da Doutrina Militar  e dinâmico secretário da Delegacia da AHIMTB Cel PM Pedro Dias Campos instalado na Associação e Oficiais e Oficiais da Reserva da Polícia Militar de São Paulo. É acadêmico ocupante da cadeira General Miguel Costa, um ícone da Polícia Militar de São Paulo, o comandante da Grande Marcha que a História consagrou como Coluna Miguel Costa/Prestes, e não como Coluna Prestes , como manipulação histórica ideológica consagrou por longo tempo , com discordância pública de Luis Carlos Prestes frente a Miguel Costa, em programa de Televisão em São Paulo .

Professora VERÔNICA MARIA DE ABREU. Desde antes da criação da Academia de História Militar Terrestre do Brasil que a professora Verônica vem prestando competentes e zelosos serviços de datilografia, digitação e revisão inicial da coleção de livros relativos ao desenvolvimento da História do Exército na Região Sul e mais os livros  Caxias e a Unidade Nacional, As Batalhas dos Guararapes análise e descrição militar, Os 175 anos da Batalha de Passo do Rosário e os História Militar de Resende, 60 anos da AMAN em Resende e variados artigos de interesse da História do Exército.           É pois por um dever de gratidão e de justiça que a AHIMTB lhe outorga a presente condecoração.

 CADETE  REDUCINO TEGON  JUNIOR .n º 1238 do 4 o ano do Curso de Intendência. A Academia de História Militar Terrestre do Brasil o agracia com a sua  Medalha do Mérito Histórico Militar Terrestre do Brasil, no grau de Cavaleiro por haver  demonstrado acentuado interesse e dedicação à História Militar ministrada nesta Academia Militar das Agulhas Negras , adquirindo a maior média 9,5  na Cadeira de História Militar no 3º ano de 2004 e classificando-se em 1º  Lugar nesta matéria pelo critério de antigüidade   

Continua na página 9

Continuação do GUARARAPES n° 45 jul/set  2005 Página 9

CADETE ARACATY ANDRADE SARAIVA .nº 744 do Curso de Engenharia. A Academia de História Militar Terrestre do Brasil o agracia com a sua  Medalha do Mérito Histórico Militar Terrestre do Brasil, no grau de Cavaleiro, por haver  demonstrado acentuado interesse e dedicação à História Militar ministrada nesta Academia Militar das Agulhas Negras , adquirindo igual  9,5 que a do cadete Reducino  na Cadeira de História Militar, no 3º ano de 2004 e classificando-se em 2 º  lugar nesta matéria pelo critério de antiguidade

A REVOLUÇÃO FARROUPILHA UMA RELEITURA DE SUAS CAUSAS  

           Há anos adquirimos e lemos encantados a trilogia O Tempo e o Vento de Érico Veríssimo, quando já possuíamos algum conhecimento sobre as guerras externas e internas  que envolveram no Rio Grande do Sul, assunto que nos especializamos como historiador militar terrestre brasileiro. Eventos muito bem abordados no 1º volume O Continente da trilogia

          Em 1972, quando fomos a Porto Alegre para receber prêmio na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul pelo nosso trabalho: Hipólito da Costa – o gaúcho fundador da Imprensa Brasileira, ora publicado e 32 anos depois, tivemos a oportunidade de visitar Érico Veríssimo em companhia de uma jornalista carioca, filha de um destacado jornalista falecido e que representara a ABI no julgamento do concurso em que fomos um dos premiados.

          E na casa do escritor,  com visita previamente agendada  pela mencionada   jornalista, fomos muito bem recebidos por Érico e sua senhora . E lembro de lhe  haver perguntado sobre a minha surpresa por seu enorme conhecimento histórico militar do Rio Grande do Sul  que ele tão bem abordara como moldura de  seu romance, e em especial o citado 1º volume .

          E ele respondeu que havia estudado muito a História do Rio Grande do Sul, mas como romancista se tivesse que dela se desprender o faria.

             Em O Continente, v. 1 da sua trilogia, Érico Veríssimo aborda a Revolução Farroupilha e a sua pacificação honrosa, vista da hipotética Santa Fé. E é neste capítulo que o seu famoso personagem farrapo Capitão Rodrigo retorna a Santa Fé para atacar no Sobrado, os imperiais  Cel Ricardo Amaral e seu filho ,no qual numa briga ele havia marcado o seu rosto com um R feito a faca..

     No ataque ao Sobrado, o Capitão Rodrigo foi morto a bala ao  pular uma janela no assalto e no seu interior . Foi também morto o Cel Ricardo Amaral e seu filho conseguiu fugir. O enterro do capitão Rodrigo foi concorrido e o do Coronel Ricardo Amaral não.

Isto me fez lembrar o cemitério de Bagé onde estão próximos os túmulos do General Antônio Neto e o do chefe imperial que ele venceu em Seival, em 10 de setembro de 1836, o então tenente coronel João da Silva Tavares que era naquela área o maior esteio do Império. Combate do Seival que estudamos , à luz dos fundamentos da Arte Militar, em O Exército farrapo e os seus chefes. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1991.v.2. Combate  no qual tem sido pouco divulgado que e tropa vencedora era a Divisão Liberal, originária por transformação do Corpo da Guarda Nacional do amplo município de Piratini , do qual faziam parte mais os distritos de Canguçu, Cerrito e Bagé até o Pirai,  dos quais se originaram alguns municípios. E mais, que Neto foi assessorado militarmente neste combate pelo esquecido Coronel Joaquim Pedro Soares, veterano das lutas contra Napoleão na península Ibérica e nas guerras contra Artigas e Cisplatina .E foi ele que organizou e foi o 1º comandante do Corpo de Lanceiros Negros, conforme o estudamos em O Exército farrapo e os seus chefes, v.1. Ele seria  preso por Chico Pedro junto com José Mariano de Matos e ambos conservados por algum tempo na cadeia de Canguçu. Depois foi enviado preso para o Rio de Janeiro ao 74 anos,  se desconhecendo  o seu destino final.    E junto, ao lado direito do túmulo de Silva Tavares está o  “ Santo de Bagé,”  o antigo soldado conhecido como Preto Caxias, e cheio de ex votos, em gratidão a graças recebidas. Personagem que estudamos no  livro

Leia a continuação (Parte 2/2)

 


Última alteração em 07-04-2006 @ 01:24 pm

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