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Palavras finais do Presidente da Academia na Academia de Bombeiros Militar...
Inserido por: ClaudioBento
Em: 06-29-2006 @ 05:54 pm
 

 

Palavras finais do Presidente da Academia na Academia de Bombeiros Militar D .Pedro II em 26 novembro 2003 

Hoje, decorridos  7 anos e 8 meses de fundada ,em Resende, A Cidade dos Cadetes do Exército, a Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB) realizou a sua 1 a sessão de posse de membros acadêmico e de colaborador emérito nesta Academia de Bombeiro Militar D. Pedro II , o celeiro de futuras lideranças do notável Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro,  já com 147 anos de notáveis e históricos serviços prestados à  comunidade fluminense.

Foi com grande satisfação castrense que a Academia de História Militar Terrestre do Brasil hoje compareceu nesta Academia de Bombeiros Militar D. Pedro II, do Corpo de Bombeiros Militar do Rio  de Janeiro para empossar como seu acadêmico especial o Coronel Asdrubal da Silva Ortiz, grande preservador da memória deste histórico Corpo de Bombeiros que possui também  raízes no Exército Brasileiro, por criado em 2 de julho de 1856, pelo Imperador D. Pedro II,  aproveitando inclusive;  com a  indicação do Marques de Caxias Ministro da Guerra desde 1854 e hoje patrono de nossa Academia de História Militar Terrestre do Brasil, a equipe de apagadores de incêndio do Arsenal de Guerra da Corte e para o organizar  e o chefiar  com o Corpo Provisório de Bombeiros da Corte o Major Engenheiros do Exército João Batista de Castro Morais Antas, hoje aqui consagrado como patrono de  cadeira em nossa Academia de História Militar Terrestre .

Corpo de Bombeiros regulamentado em 1860 e militarizado em 19 de julho de 1880, para 9 anos mais tarde participar, em 15 de novembro de 1889, da Proclamação de Republica , lado a lado ,ombro a ombro ,com os seus irmãos do Exército, Marinha e Policia Militar, conforme registramos em nosso álbum A Guarnição do Rio de Janeiro na Proclamação da República., do qual oferecemos exemplar a esta Academia de Bombeiros Militar. 

Corpo de Bombeiros que em 8 de novembro, no dia anterior ao Baile da Ilha Fiscal e da reunião decisiva do Clube Militar pró- proclamação da República, havia recepcionado a oficialidade chilena do navio de guerra Almirante Cockrane.

Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro que possui histórico  Quartel General projetado por seu destacado comandante, o Coronel de Engenheiros do Exército Francisco Marcelino de Souza Aguiar.

E ao longo de sua bela história  muitos oficiais do Exército contribuíram para a grandeza e projeção nacional e internacional desta grande corporação.

Hoje aqui foram abordados  subsídios históricos para conhecimento dos cadetes bombeiros militar que desejo que se consagrem como “Bombeirões” autênticos. 

Conheceram em que consiste a Academia de História Militar e seus objetivos , o  perfil sintético do Duque de Caxias, bicentenário este ano e patrono de nossa Academia e intimamente ligado ao patrono desta Academia D. Pedro II e que cunhou a expressão  O Pacificador, ao apresentar Caxias aos convidados de uma recepção imperial com esta expressão, apontando para o Duque de Caxias –“ Cumprimente ali o nosso Pacificador.”  Foi apresentado o perfil  histórico e exemplar novo acadêmico o Cel Bombeiro Militar  Asdrubal Ortiz da Silva que apresentou para todos nós uma síntese histórica do Corpo de Bombeiro Militar do Rio de Janeiro  e de seu Museu e o de seu ilustre organizador e primeiro dirigente o Major de Engenheiros João Batista de Castro Morais Antas.

Aqui cabe a nós fazer algumas considerações aos cadetes bombeiros militar que espero lhes sejam úteis em suas vidas.

O de considerarem ser o passado uma enorme planície onde correm dois rios .Um reto e de margens bem definidas que é o rio da História .Esta fruto da razão e da análise isenta da fontes históricas autênticas ,fidedignas e integras, à luz de fundamentos de crítica escolhidos  .O outro rio  cheio de curvas e meandros e de margens indefinidas e por vezes com perigosos alagamentos. Este. é o rio do Mito. E  este fruto das paixões humanas ,das fantasias , das manipulações, das deformações ,dos preconceitos e da injustiça etc .E, infelizmente predominante entre nós.  Esta é uma importante lição para os jovens que nos assistem para que saibam exercer o seu espírito crítico para sempre distinguir a História do Mito .

A História Militar Terrestre do Brasil , tem sido tradicionalmente no mundo ,uma atividade nobre para soldados inativos e uma maneira de continuarem a contribuir para o progresso da instituição com a experiência que adquiriram .E disto é um exemplo o nosso novo acadêmico Cel Ortiz Aliás prática esquecida entre nós o que sugere análise profunda pela estreita ligação da História Militar com o desenvolvimento de uma Doutrina Militar . E neste objetivo vem se aplicando a nossa Academia num toque de reunir  soldados inativos e ativos em delegacias espalhadas pelo Brasil.

Dentre os objetivos  que a Academia persegue registre-se o de resgatar, preservar e divulgar as obras de historiadores militares terrestres e com elas, expressivamente, a História Militar Terrestre do Brasil,  indiscutivelmente o Laboratório da Tática , da Logística e da Estratégia terrestres brasileiras e creio extensiva a profissão Bombeiro Militar.

Aqui vale lembrar o Marechal Ferdinand Foch que saiu da cadeira de História Militar da Escola Superior de Guerra para comandar a vitória aliada  na 1a Guerra Mundial e sob cujo comando lutaram 24 oficias de nosso Exército e inclusive o então Ten de Cavalaria José Pessoa ,  e futuro idealizador da Academia Militar das Agulhas Negras .Falou o marechal Foch:

“Para alimentar o cérebro de uma Organização Militar Operacional (entenda-se o Comando de uma Força militar  ) na paz, para melhor prepará-la para a indesejável eventualidade de uma guerra ,não existe livro mais fecundo em lições e meditações do que o livro História Militar.

Esperamos que a abordagem deste assunto, contribua  para solidificar nos alunos desta Academia a perspectiva e identidades históricas do Brasil e de suas forças terrestres. Isto  para que em melhores condições,  possam  vir a contribuir no futuro para o desenvolvimento e liderança com perspectiva histórica precisa  do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro no início do insondável 3 o Milênio .E ,também, tentar despertar novas vocações de historiadores militares terrestres, no caso bombeiro militar, para rebater  invasões indébitas se sua função social por deformadores da História Militar com os mais variados e até inconfessáveis fins. Constatar é obra de simples verificação e raciocínio!

A História por seu poder  de solidificar o patriotismo, o civismo , a auto estima de um povo e a identidade e perspectiva históricas do mesmo vem sendo  atacada na Mídia pelas estratégia do Silêncio alternada com a estratégia da Deformação por duas forças poderosas convergentes :o Comunismo e o Poder Econômico Mundial que domina o Mercado Mundial, uma variante em nossos dias do Bezerro de Ouro da Bíblia .Constatar é obra de simples verificação e raciocínio Silêncio e Deformações alternadas e constantes que geram indiferença nos que deveriam a  pesquisar, a preservar, a cultuar e a divulgar e sobretudo a defender quando deformada como instrumento de manipulação social.

Cabe pois aos que nos ouvem e futuros lideres do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de janeiro  ,saber distinguir como foi assinalado a História do Mito .Deste hoje tem sido vítimas preferidas as nossas Forças Armadas e Auxiliares menos o Corpo de Bombeiros, de parte de agentes da  Mídia em especial e de uma legião de inocentes despreparos e manipulados.

E neste contexto procuram envolver a juventude estudantil do Brasil . Mas as falsidades e deformações de nossa História  continuam produzindo seus efeitos como se verdadeiras, no seio da juventude que não teve contado com as Forças Armadas. Disto resulta uma desorientação de parcela desta juventude que se entrega a prática  de valores que  confrontam e mesmo agridem os enumerados pela Sociedade Brasileira na Carta Magna .Fato  diagnosticado por  alguns analistas como falta de Religião e de História e do que decorre a falta de identidade e de perspectiva históricas. E nisto vem a Academia se aplicando em esclarecer manipulações que distorcem e comprometem a verdadeira imagem das forças terrestres com calúnias , deformações  e manipulações que circulam com foros de pretensa História .Ou seja não se limita a AHIMTB a indignação pura e simples .Parte como ONG para o debate democrático defendendo a sua verdade!

Na peça de Júlio Cezar de Shakespeare ,Marco Antônio diz a certa altura a Brutus :“As boas obras que os homens praticam são sepultadas com os seus ossos. No entanto só o mal sobrevive .”

Outro papel da Academia tem sido o desenterrar junto dos ossos as obras dos historiadores militares terrestres brasileiros , civis e militares e com elas, por via de conseqüência ,o valioso patrimônio cultural militar terrestre brasileiro acumulado em quase 5 séculos de lutas e vigílias por várias gerações de militares de terra ,os quais foram ,em grande parte, responsáveis pelo delineamento, exploração, conquista , segurança e manutenção de um Brasil Continente que cabe as atuais e futuras gerações preservar e defender. E às gerações do 3 o Milênio caberá responder aos graves desafios reservados à soberania do Brasil na sua  Amazônia, E nesta defesa a Academia se engajou divulgando seus pontos de vista na obra de nossa autoria Amazônia Brasileira-  Conquista, Consolidação e Manutenção- História Militar Terrestre da Amazônia 1616-2003 a ser lançada em 11 de dezembro no Colégio Militar de Porto Alegre, com prefacio do Presidente do Clube Militar( Gen Lessa) e posfácio do comandante da Academia Militar das Agulhas Negras(Gen Claudimar) que vem de exercer importantes comandos na Amazônia.

E especial atenção tem dado  a Academia ao resgate e culto das memórias de soldados terrestres que no curso do processo histórico brasileiro deram suas vidas em holocausto a pátria brasileira ,os quais, ,segundo Péricles ,que viveu em Atenas, cujo século V antes de Cristo levou o seu nome ,por haver se constituído no apogeu da civilização grega  e, com ela ,a da  Democracia que ele ajudou a construir como chefe de Estado e estratego pôr 14 anos :

“ Aquele que morre por sua pátria ,serve-a mais em um só dia que os outros em toda a vida .”

O Exército em resposta as estratégias do Silêncio e das Deformações da História por criminosa campanha de contravalores que é desenvolvida por forças poderosas, de origem externa desenvolveu a seguinte estratégia como seu objetivo atual n º 1:

 “ Preservar, divulgar e cultuar as tradições ,a memória histórica e os valores morais, culturais e históricos do Exército .

E foi por mera coincidência que nossa Academia foi    fundada neste tempo histórico  tão promissor, E, assim, disposta a cooperar como entidade civil não governamental ,com toda a sua experiência traduzida por seu acervo representado pela  experiência de seus patronos e acadêmicos e correspondentes .Experiências que esta reunindo,  em seu CENTRO DE INFORMAÇÕES DE HISTÓRIA MILITAR TERRESTRE DO BRASIL, ao lado da Casado do  Laranjeira do 4 o ano ,em duas salas singelas pedidas e cedidas pelo comando da AMAN. Instalações modestas que procuram estar na altura da maior virtude do patrono da Academia e do Exército o Duque de Caxias na definição do Capitão de Engenheiros  Alfredo de Taunay - A SIMPLICIDADE NA GRANDESA , ao falar pelo Exército junto ao túmulo do Pacificador por ocasião do seu sepultamento.

E com este potencial vem  estabelecendo  uma promissora parceria cultural militar com as Forças Terrestres e especial com o Exército .

Agradecemos a presença de todos quantos prestigiaram com suas presenças este encontro de gerações de jovens cadetes da Academia de Bombeiro Militar ,futuras lideranças do Corpo de Bombeiro Militar do Rio de Janeiro ,com historiadores civis e militares e soldados terrestres da Guarnição do Rio de Janeiro.

Agradecimento especial a estrutura de ensino do Corpo de Bombeiros na pessoa do Cel BM José Paulo Miranda de Queiroz seu Diretor Geral de Ensino e Instrução, pela maneira cordial, gentil  e atenciosa com que foi ali acolhida a Academia de História Militar Terrestre do Brasil .

(Leitura procedida e interpretada de modo exemplar pela a cadete Bombeiro Militar Melba Luana).

 


Última alteração em 06-29-2006 @ 05:54 pm

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