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Os 60 anos do Dia da Vitória
Inserido por: ClaudioBento
Em: 07-04-2006 @ 02:06 pm
 

 

 ( Palestra a convite da Associação Nacional de Veteranos da FEB(ANVFEB) no Clube Militar em 15 de julho de 2005)

Dia da Vitória - 8 de maio de 1945, 60 anos transcorreram. Foi o epílogo da 2ª Guerra Mundial. E para muitos brasileiros, bravos expedicionários da FEB, alguns aqui presentes, confirmou-se o refrão de sua bela canção.

Por mais terras que eu percorra.

Não permita Deus que em morra, sem que volte para lá.

E que eu leve por divisa.

Este V que  simboliza,

A vitória que virá !

A nossa vitoria  final !

E teve fim mais uma cruenta guerra. Guerra que não provocamos, pois pacifistas não alimentamos sonhos conquistas.

Guerra que impôs ao Brasil  pesados sacrifícios por muitos anos sentidos.

Guerra em que foram imolados 1900 irmãos brasileiros do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e da Marinha Mercante e civis inocentes. Os últimos sem distinção de idade e sexo, nos traiçoeiros torpedeamentos de nossos indefesos barcos mercantes, por submarinos nazistas, nas costas brasileiras. em plena paz.

Todas estas  vitimas brasileiras, hoje mártires da Liberdade e da Pátria, as quais  evocamos e  reverenciamos as suas sagradas memórias, no transcurso  dos 60 anos do Dia da Vitória.

Vitoria da Liberdade contra a Opressão. Evocação e reverência  pelos heróicos e por épicos exemplos de brasilidade que nos legaram, seja pelo sangue generoso que verteram nos longínquos e gelados campos de batalha na Itália, nos céus europeus, em mar alto ou no litoral do Brasil, Tudo longe da pátria amada, do calor e do carinho dos entes queridos, em  defesa da Soberania do Brasil , da honra de seu auriverde pendão ameaçados e da Democracia e da Liberdade Mundial

Que os vossos sacrifícios, como mártires da Democracia e Liberdade Mundial não tenham sido em vão.! E para os que tombaram nos campos de batalha , o consolo da afirmação de Péricles  grande político e líder militar grego cujo século em que viveu recebeu a denominação de século de Péricles  que então falou.

“ Aquele que morre por sua Pátria faz mais por ela naquele momento que os vivos  em todas as suas vidas.”

E a todos vos bravos do Exército que tivestes a felicidade de sobreviver a duros combates e vigílias em terras européias,  que a Pátria Brasileira seja eternamente reconhecida pelos assinalados serviços de Guerra que padeceram, para a maior grandeza do Brasil.

E que as vossas saudades da Pátria distante e dos amigos e entes queridos, os vossos suores e vossos sangue e as vidas dos bravos que não voltarem e que repousam em monumento condigno  próximo daqui, continuem a inspirar e alicerçar o presente e o futuro do Brasil no rumo de seu destino de grandeza sob Deus. Que assim seja !

E hoje aqui, como representante e presidente da Academia de História Militar Terrestre do Brasil, estamos dando apoio a conquista do objetivo atual nº 1 do Exército definido pelo general Zenildo de Lucena, continuado por nosso acadêmico General Gleuber Vieira e ora revigorado pelo Exmo Sr General de Exército Francisco Roberto Albuquerque e presidente de Honra de nossa Academia .Objetivo assim definido.

“ Preservar, pesquisar, cultuar e divulgar a História, as Tradições e os Valores Morais, Culturais e Históricos do Exército. “ E indiscutivelmente a Força Expedicionária Brasileira contribui expressivamente com sua História , Tradições e valores para o fortalecimento do citado objetivo.

E agora aos 73  anos com o nosso prazo de validade vencido, um pouco de nossas memórias relativas a ligações com o Exército e a sua gloriosa FEB.

Tomamos conhecimento da existência do Exército  em Canguçu, meu torrão natal, onde pela primeira vez aos 10 anos conhecemos  um jovem oficial do Exército que instalou sua residência nos fundos de uma enorme chácara de nossa avó materna, com vistas a construção de trecho da ferrovia Canguçu -Pelotas. Chama- se Hélio Ibiapina Lima o qual  por seu gênio acolhedor deixou seu nome gravado na memória local e elevando alto o nome do Exército naquele rincão distante, no qual a sua maior avenida é a Exército Naciponal. . No local onde levantara seu acampamento hoje existe o Estádio Municipal como o nome de nossa saudoso pai. Com o tenente Ibiapina aprendi a técnica de um nadar moderno que ele lá introduziu chamado Crowl austrialiano e eu fazia inveja a meninada. Não sei se foi por sua influência que escolhi a Arma de Engenharia.

Pouco depois soube da existência da FEB e acompanhei a mobilização de conterrâneos para integrá-la , quando já possuía 12 anos .E me recordo do embarque de todos que foram para a FEB e entre eles dois conhecidos que seguiram para a Itália e lá ficaram .Eram os  soldados Hortêncio Rosa e Izidro Matoso que representaram 10 % dos gaúchos mortos na FEB, cifra bastante expressiva num estado com numerosos municípios. E vez por outra orgulhosamente visito seus túmulos e neles deposito uma flor em nome de minha  comunidade.

Em 1945, aos 14 anos aprendi e muito cantei a Canção do Expedicionário no Ginásio Gonzaga em Pelotas, como pensionista. Acontece que o irmão lassalista Prefeito e que era o encarregado da Disciplina do ginásio, possuía um irmão sargento na FEB .E no cinema do Ginásio ele pintou um enorme navio simbolizando o retorno vitorioso  da FEB e dentro da recepção que ele sonhava fui escolhido como um dos componentes do coro para cantar o Hino do Expedicionário, em espetáculo que ele levaria mais tarde depois do Dia da Vitória a todo o Ginásio .Naquele tempo havia missas todos os dias e os pensionistas iniciavam os cantos pôr min. E esta missão eu teria mais tarde na AMAN ao retornar do Parque de Instrução e ouvir esta ordem do cadete comandante –Atenção  A  canção da Engenharia pelo cadete Bento – começar ! E eu a iniciava –“ Se for mister partir um dia para a guerra ...

Mais tarde soube que o autor da letra fora o depois meu saudoso amigo General Jonas Correia e a música de sua 1ª esposa e os progenitores  do nosso acadêmico General Jonas Correia Neto. E foi o General Jonas Correia que me honrou fazendo as orações com as quais fui recebido nos institutos de História e Geografia Militar do Brasil e no Histórico e Geográfico Brasileiro 

Em 1950 fui soldado e cabo na 3ª Companhia de Comunicações, acantonada no 9º Regimento de Infantaria em Pelotas, de onde recordo passando pelo pátio ou desfilando em continência ao comandante Coronel Berzelius , o tenente febiano Sérgio Gomes Pereira, o hoje presidente da ANVFEB que nos convidou para esta palestra. Lá tive a felicidade de ter como monitor o 2º Sargento Eliarte , expedicionário da FEB ,onde fora corneteiro do General Zenóbio da Costa. Foi com  ele que aprendi lições com exemplos, alguns baseados na sua experiência na FEB, sobre Virtudes Militares.

Mais tarde oficial da citada companhia de Comunicações, em Cachoeira do Sul, tenho orgulho de haver dirigido carta ao Marechal Mascarenhas de Morais denunciando fato covarde do assassinato de um ex combatente com neurose que se escondera no fundo de um quintal e atirava pequenos torrões de terra que assustaram moças reunidas na casa .E estas chamaram, recordo um advogado local que era cônsul do Uruguai. E a atitude deste sem chamar a polícia foi disparar tiros contra o local de onde eram jogados os torrões. E ao verificarem o local constataram que ali havia sido assassinado um ex combatente neurótico que se enfiara pátio a dentro .Recebi resposta do Marechal a qual por longo tempo era junto com a minha certidão de casamento e mais a de dois filhos , hoje oficiais de nossa Marinha, que eu as guardava  numa caixa de sapatos, como a minha documentação mais importante.

Mais tarde servindo no 1º Batalhão Ferroviário lá existia na minha companhia, como civil, um expedicionário também com neurose e que trabalhava como braçal e com baixo rendimento. E surgiu um insensível que conseguiu que o Nicanor fosse  mandado embora. Ai alguém comunicou ao Ministro Teixeira Lott o fato e ele mandou ordem expressa para readmitir Nicanor.

Servindo no então 4 º Exército, na 5ª Seção recordo palestras que fazia no meio estudantil sobre a participação da FEB na Itália , num estilo como o que o demos inicio a presente palestra.

Lá fui encarregado de coordenar sem prejuizo de minhas funções o planejamento, construção e inauguração do Parque Histórico Nacional dos Guararapes. E nosso primeiro desafio foi lá lembrar em monumento a atuação da FEB através de placa de bronze nele colocada contendo palavras proferidas pelo General Mascarenhas de Morais em 9 de julho de 1945 , ao ali simbólicamente depositar os louros conquistado pela FEB na Itália. E lá deixamos inscritas em bronze estas suas palavras

“ Nesta colina sagrada, na batalha vitoriosa contra o invasor, a força armada do Brasil se forjou e alicerçou para sempre a base da nacionalidade brasileira. Daqui ela partiu e já atravessa mais de 3 séculos, passando vitoriosamente por Passo do Rosário, Monte Caseros, lançando-se de Lomas Valentinas a Monte Castelo, Castelnuevo, Montese e Fornovo.”

Como membro da Comissão de História do Exército Brasileiro e sempre em contato como o General Celso Daltro Santos, recordo que lhe sugeri e ele aceitou nossa colaboração na elaboração  de uma Revista Militar Brasileira dedicada a FEB   e a nossa sugestão de que a capa da mesma dali por diante passasse a ser ilustrada. E  a primeira foi uma alegoria por nós indicada de um combatente da FEB portanto seu fuzil e atrás dele o pavilhão nacional.

No dia 23 de abril de 1972 , início das  comemorações do Sesquicentenário do Independência, o Correio Braziliense nos confiou a elaboração de sua edição histórica na qual assinamos 4 matérias. Uma sobre os Dragões da Independência, outra sobre a História do Exército em Brasília , outra intitulada O Adeus as Armas de um herói da FEB , alusão a passagem para a reserva do Ten Cel Nestor Silva. Uma  quarta foi sobre Hipólito da Costa o fundador da Imprensa Brasileira, cujo traslado dos seus restos mortais da Inglaterra então sugerira. Personagem cujo seu tetraneto Coronel Aviador Fernando Hipólito da Costa era sobrinho e afilhado do Marechal Castelo Branco , conforme destaco em nosso livro ora publicado sobre o personagem

Como instrutor de História Militar na AMAN em 1978/80 introduzimos a História da FEB em livro texto que coordenamos de História Militar do Brasil e no livro de nossa lavra Como estudar e pesquisar a História do Exército Brasileiro,  publicado pelo EGGCF com apoio do Estado –Maior do Exército. Nele introduzimos, ao lado de uma análise da 1ª Batalha dos Guararapes, á luz dos fundamentos da Arte Militar, e outra no mesmo sentido do combate de Monte Castelo . Obras que faz mais de 26 anos servem os cadetes da AMAN

Como comandante do 4º Batalhão de Engenharia de Combate em Itajubá, em 1981/1982 existiam lá cerca de 40 ex combatentes da FEB que dali haviam saído. Eles se mostravam arredios com desatenções recebidas. E tratamos de fazer com que retornassem a freqüentar o Batalhão e os tratava com a atenção que mereciam e  inauguramos na entrada do Pavilhão de Comando uma placa metálica contendo os nomes de todos os febianos e alertando o soldados da guarda de que os que tinham os nomes naquela placa possuíam liberdade total no batalhão como heróis de guerra. E me distinguiam quando falecia um deles que o sepultamento não poderia ser feito até que eu chegasse no local.

Mas no batalhão existiam heróis da Defesa Territorial de Fernando de Noronha que operaram em praias de mar alto, meios descontínuos improvisados para o desembarque de suprimentos e equipamentos e de pessoal na ilha e que chegaram ao ponto de construírem um trapiche para o desembarque dos canhões de Costa na ilha que até hoje lá permanecem. Ai, como justiça coloquei defronte a placa do pessoal da FEB uma com o nome daquele bravos pontoneiros de Fernando de Noronha. E os retratos dos que mais se destacaram em comandos no Museu Juarez Távora que então criáramos.

Em 1983, no centenário do Marechal Mascarenhas de Morais fomos distinguidos pelo professor Pedro Calmon, para, interpretando  os sentimentos  do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro,  falar sobre o Marechal em sessão concorrida,  tendo nossa oração sido publicada na Revista daquela instituição em seu  volume 344, jul/set 1983.

Na chefia do Arquivo Histórico do Exército 1985/1991, reunimos numa Sala Especial no 1º andar, todo o Arquivo Oficial da FEB , cujo conteúdo era monitorado por um índice. Foi uma cerimônia muito expressiva ao tempo que era Secretário do Exército o General Jonas de Morais Correia Neto e comandante do atual CML o General Heraldo Tavares Alves de quem fomos Diretor Cultural e da Revista do Clube Militar ,no centenário desta entidade, em 1987.

Recordo que o jornalista William Wack lançou em 1985 o livro As duas faces da Glória pela Nova Fronteira, com colocações que provocaram indignadas respostas de escritores ex combatentes. E que entramos nesta luta, publicando artigo As duas faces da glória em a Defesa Nacional n.º 755 . Artigo este selecionado pelo Curso de Preparação a ECEME e que mereceu este comentário inicial da Revista “ Trata-se de uma resposta bem fundamentada às colocações de William Waak em livro, relativas a atuação da Força Expedicionária Brasileira em território europeu.” E por nossa resposta  fomos cumprimentados pelo Ministro do Exército e por seu Chefe de Gabinete

Fomos convidados a seguir,   pela Nova Fronteira, para elaborarmos verbetes sobre a participação de nossas Forças Armadas e Marinha Mercante na 2 ª Guerra Mundial, para que fossem integrados num Dicionário Inglês sobre a 2ª Guerra Mundial que lamentavelmente não saiu.

E então os aproveitamos para editar o trabalho sob o título A Participação das Forças Armadas e da marinha Mercante do Brasil na 2ª Guerra Mundial, em 1995,  nos 50 anos do Dia da Vitória,  com prefácio e capa da lavra do nosso falecido acadêmico emérito, o heróico General Plínio Pitaluga, hoje nome de um dos refeitórios  de cadetes da AMAN , junto com o Aspirante Mega. Trabalho ora reeditado com prefácio do nosso acadêmico emérito Veterano da FEB Conrado José de Souza

No Projeto História do Exército na Região Sul que estamos desenvolvendo desde 1994 e que já conta com 9 volumes publicados, sempre colocamos os nomes dos ex combatentes da FEB oriundos de cada brigada focalizada.

E na História do Comando Militar do Sul, demos especial destaque biográfico ao Marechal Mascarenhas de Morais como comandante da Zona Militar Sul e ao Sargento Max Wolf,  como o maior herói da FEB,  e nascido naquela área.

A pedido da escolas de Sargentos do Sul e da ESA, pesquisamos e publicamos trabalho sob o titulo Os 68 sargentos heróis da FEB mortos em operações de guerra , na Itália

Agoira nos 60 anos do dia da Vitória em nosso informativo O Guararapes 45 dedicado a evocar esta efeméride,  divulgamos matérias sobre a FEB de autoria de nosso patrono de cadeira na AHIMTB , Cel Jarbas Passarinho e dos acadêmicos eméritos Cel Germano Seidl Vidal , Vet José Conrado de Souza e nossas, enfocando a defesa da memória do Marechal Mascarenhas de Morais agredida por um "magarefe da honra alheia", na definição de Jarbas Passarinho em seu artigo.  Artigo ofensivo divulgado pela Revista Nossa História que provocou respostas diversas inclusive do nosso Instituto de História e Geografia Militar do Brasil, através de seu ilustre ,Presidente General Aureliano Moura . E a resposta de nossa Academia de História Militar Terrestre foi amplamente divulgada  através do seu O Guararapes 45, no site de nossa Academia que registra mais de 36.000. visitas. Artigo que mereceu do Presidente deste Clube Militar General Lessa, apreciação elogiosa em comunicação que nos enviou.

Na presidência de sessões da Academia de História Militar Terrestre e em especial nas escolas do Exército, sempre destaco a presença de veteranos da FEB,sintetizando suas atuações e pedindo um salva de palmas para eles por suas contribuições para a defesa da Democracia e da Liberdade Mundial.

Há 7 anos atrás, em 8 de abril de 1998, fomos agraciados com a Medalha Mascarenhas de Morais, pela ANVFEB e em 2002 e 2003 com as medalhas da Vitória e Sangue de Heróis da Associação de Ex Combatentes do Brasil.

Estas nossas considerações são para demonstrar o nosso carinho e respeito pessoal e o da Academia de História Militar Terrestre do Brasil pelos feitos da FEB e de  seus integrantes . Academia que conta  como seus patronos de cadeiras , na condição de historiadores militares , os marechais João Batista Mascarilhas de Morais e Humberto de Alencar Castelo Branco e, mais os generais Francisco de Paula Cidade, Antônio de Souza Júnior, e Coronel Francisco Ruas Santos , patrono em vida, além dos seguintes oficiais relacionados indiretamente com a  atuação da FEB, o Marechal Estevão Leitão de Carvalho e o General Severino Sombra que integraram a Comissão Brasil e Estados Unidos em Washington e o General Aurélio de Lira Tavares que representou o Brasil em Berlim junto aos aliados .E como acadêmicos eméritos, por haverem ajudado a fazer  a História da FEB e a escrito e a divulgado , os generais Tácito Theóphilo Gaspar de Oliveira, Carlos de Meira Mattos, Plínio Pitaluga, Domingos Ventura Pinto Filho e coronéis J.V Portella Ferreira Alves, Elber de Mello Henriques, Germano Seidl Vidal , Cecil Wall Barbosa de Carvalho e Celso Rosa .

Esta tem sido nossa atuação relativamente a FEB, na tentativa de evitar a tendência hoje de retorno a este  quadro assim assinalado pelo General Tasso Fragoso, ao retornar de função na Argentina e expresso no preacio  ato de contrição,  em seu célebre livro A Batalha do Passo do Rosário´, em 1922.

“ Logo aos primeiros passos de minha vida militar , senti com mágoa a deficiência de minha preparação histórica . Reconheci , sem demora , não só que me faltava o conhecimento dos fastos da Pátria, mas sobretudo os seus grandes feitos militares”

E que mais ele havia se formado na Escola da Praia Vermelha onde sob a influência de um Positivismo mal interpretado no campo militar e de um bacharelismo que colocava em 2º plano o profissionalismo militar, ele  escreveu que seu colegas ali riam com desprezo dos veteranos do Paraguai que desfilavam com seus peitos cobertos de medalhas .

Agora passo a abordar, como interpreto, como historiador militar e integrante da geração seguinte a da FEB,  60 anos depois de 8 de março de 1945, o desempenho operacional da 1ª Divisão Expedicionária da FEB.

  A ATUAÇÃO OPERACIONAL DA 1ª DIE ATE  O DIA DA VITÓRIA

    Em 21 de fevereiro de 1945, a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária da FEB, enfrentou e venceu o seu maior desafio operacional que foi a conquista  de Monte Castelo. A conquista brasileira de Monte Castelo foi o episódio mais emocionante e afirmativo da capacidade de combate do brasileiro e de sua maturidade operacional. Monte Castelo, que era defendido com unhas e dentes pelo inimigo, foi alvo de cinco ataques. Os primeiro e o segundo ataques foram executados em 24 e 25 de novembro de 1944, pela Força Tarefa 45 (Task Force 45) integrada por brasileiros e americanos.

               Os ataques não foram bem sucedidos, mas resultaram na conquista temporária de monte Belvedere. O terceiro ataque foi feito pela 1ª DIE/FEB um dia após contra ataque alemão que reconquistou Belvedere dos americanos, fato negativo ao ataque brasileiro que foi flanqueado por Belvedere, ponto onde o inimigo concentrou o esforço de defesa por ser ele a chave de acesso à rica planície do rio Pó. Ataque  realizado com chuva, lama e céu encoberto, do que resultou mais um justificado insucesso brasileiro.

              À noite, em conferência no Passo de Futa – QG do IV Corpo, seu comandante precipitou-se e colocou em dúvida a capacidade de combate dos brasileiros e quis saber a razão do insucesso. A resposta do comandante brasileiro, General Mascarenhas de Morais foi dada por escrito.

               Ele argumentou: "Que tropas veteranas americanas também foram obrigadas a recuar de Monte Belvedere naquela frente, face a forte resistência inimiga; que a missão atribuída à 1ª DIE/FEB de defender numa frente de 20km e de atacar numa frente de 2km era exorbitante para uma Divisão de Infantaria e que ela não havia, por culpa do governo no Brasil e do V Exército na Itália, tido o período de treinamento padrão mínimo previsto para as divisões americanas e que

ela estava recebendo missão de tropa de montanha sem sê-lo".

                Passo de Futa foi o ponto de inflexão de alguns insucessos iniciais de uma tropa bisonha para as vitórias de uma tropa veterana e bem comandada e assessorada pelo seu Estado- Maior.

             O inverno, iniciado logo após, obrigou a uma estabilização da frente por 70 longos dias. Então, os brasileiros vindos de um país tropical, padeceram rude e rigoroso inverno, com temperaturas variando de - 15º a – 4º e, sobretudo, tenso, face às possibilidades de veteranos alemães acostumados àquelas condições metereológicas e de  terreno.

              A 1ª DIE/FEB ressurgiu do inverno, o mais rigoroso dos últimos 50 anos, aguerrida, disposta e veterana. Suas ações, estrategicamente, até o fim se incluem na Batalha dos Apeninos que foi muito cruenta e penosa. Os Apeninos foram acidente capital estratégico para o inimigo, por impedir o acesso dos Aliados à rica planície do rio Pó. E, após conquistados os Apeninos, seria a vez dos Alpes, o que significaria a decisão da guerra na Itália.

             A chave para a conquista dos Apeninos era a cidade de Bologna. O acesso a esta era a Estrada Nacional, 64 que era dominada pelas elevações de Monte Belvedere, Monte Castelo e Castelnuovo etc... Foi nestas elevações que os alemães de 232ª Divisão de Infantaria, ao comando do experimentado  general e . barão von Eccart von Gablenz, que comandara o XXVI Corpo de Exército Alemão na Batalha de Stalingrado, concentraram seu esforço defensivo, particularmente em Monte Belvedere, pivô de defesa inimiga nos Apeninos e que possuía dominância de fogos e vistas sobre Monte Castelo.

        É importante este entendimento de que as dificuldades de conquista de Monte Castelo encontravam-se bem mais no seu flanqueamento por Belvedere, onde o inimigo concentrou seu esforço defensivo, do que nele próprio e que para conquistar Monte Belvedere os americanos usariam uma unidade especializada, a muita famosa e aguerrida 10ª Divisão de Montanha.

              Em 21 de fevereiro, há 60 anos, finalmente, a 10ª de Montanha e a 1ª DIE/FEB atacaram simultaneamente Della Torracia e Monte Castelo, objetivos que conquistaram sucessivamente. O primeiro foi Monte Castelo, pelos brasileiros. A conquista brasileira de Monte Castelo repetimos foi o episódio mais emocionante e afirmativo da capacidade de combate do brasileiro e de sua maturidade operacional.

            Para melhor se avaliar o significado da conquista de Monte Castelo pelos brasileiros, há 60 anos, em 21 de fevereiro de 1945, recordemos para a atuais gerações uma síntese da atuação operacional da FEB na Itália, através de sua 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária ( 1ª DIE/FEB).

          A 1ª DIE/FEB do Brasil  foi uma das 20 divisões e 16 brigadas aliadas compostas de canadenses, sul- africanos, indianos, neozelandeses, marroquinos, argelinos, além de franceses, italianos e poloneses livres e, particularmente, ingleses e americanos que integraram, no final da Batalha dos Apeninos, o XV

Grupo de Exércitos Aliados destinado a libertar a Itália do jugo nazi- fascista, bem

 como a fixar importantes efetivos alemães dos XIV Exército e Exército da Ligúria para impedir que atuassem nas frentes da Operação Overlod (invasão aliada da Normandia, em 16 de junho de 1944) e da Operação Anvil e depois Dragoon (invasão aliada pelo sul da França, em 15 de agosto 1944).

             Para a última foram rocadas algumas divisões francesas, cuja falta na Batalha dos Apeninos a 1ª DIE/FEB veio de certa forma minorar.

            Os brasileiros entraram em combate, em 18 de setembro de 1944, na proporção de um terço de seus efetivos e com o nome de Destacamento FEB, antes que houvesse completado o ciclo de instrução normal previsto pela doutrina americana. Eles atuaram na região da boca do cano da bota que a Itália representa.   O destacamento foi lançado ao norte do rio Sérchio para combater os alemães estabelecidos na Linha Gótica (280km), entre os mares Tirreno e Adriático.

                A 1ª DIE/FEB teve seu batismo de fogo através de seu Destacamento, em 18 de setembro ,na conquista de Camaiore, seguida de Monte Agudo e Monte Prano em 26 de setembro. O destacamento foi rocado mais para a direita no vale do Sérchio onde conquistou Fornaci e Barga.

                Em 11 de outubro lançou-se sobre Galicano que conquistou e consolidou. Daí lançou-se, em 30 de outubro, sobre Castelnuovo de Garfagnana onde foi repelido e retraiu sobre Galicano, tendo conhecido o seu primeiro insucesso, fato comum em tropas estreantes. Mas progrediu em 15 dias 40 km, capturou uma fábrica de peças de aviões, em Fornaci, fez 208 prisioneiros do rio Reno, onde recebeu uma frente de 15km, muito ampla, sobre a estrada 62, ao norte de Porreta Terme e que era dominada pelo Monte Castelo que impedia o prosseguimento do V Exército sobre Bologna.

             A seguir foi a operação contra Monte Castelo descrita no inicio que se constituiu na maior glória conquistada pelas armas brasileiras na Itália, em defesa da Democracia e da Liberdade Mundial .

             Terminado o inverno,   a 1ª DIE/FEB foi cooperar com o IV Corpo na conquista de saliente dos Apeninos em sua zona de ação, cortado pelo rio Marano, que integrava a Linha Defensiva Gengis-Kan e dominava a estrada 64 (Porreta Terme-Bologna), essencial ao abastecimento de 10 divisões do V Exército. Para a conquista do saliente no maciço onde se situavam as posições alemãs de Belvedere, Monte Castelo, Soprassaso, Castelnuovo, Gorgolesco, Mazzancana, Della Torracia, La Serra, Stª Maria Viliana, Torre de Nerone, Montese e Montelo foi elaborado o Plano Encore a ser executado pela 10ª Divisão de Montanha americana e 1ª DIE/FEB.

               O plano visava expulsar o inimigo do vale do Reno e após perseguí-lo no vale do rio Panaro. Os brasileiros deviam sucessivamente: capturar Monte Castelo com auxílio da 10ª de Montanha que devia capturar Belvedere e Della Torracia;

limpar o inimigo do vale do Marano; apossar-se de Stª Maria Viliana e capturar Torre de Nerone e Castelnuovo. O último, chave para liberar as comunicações do V Exército nos vales dos rios Silla e Reno.

            Em 20 de fevereiro, a 10ª de Montanha conquistou Gorgolesco e Mazzancana, o último, com auxílio de pilotos brasileiros do 1º Grupo de Caça (O Senta a pua!).

            Em 21 de fevereiro, como foi abordado,  a 10ª de Montanha e a 1ª DIE/FEB atacaram simultaneamente Della Torracia e Monte Castelo, objetivos que conquistaram sucessivamente. O primeiro como abordado, foi Monte Castelo, pelos brasileiros.

              Em 23 e 24 de fevereiro, os brasileiros travaram o encarniçado combate de La Serra. Em 5 de março caiu pela manobra contra Castelnuovo, o falado, traiçoeiro e famigerado saliente na rocha- Soprassaso, responsável pelas maiores perdas da FEB no inverno. Ele era o objetivo dos nossos pracinhas que o conquistaram com grande gana.

           Depois dele, veio a conquista pela 1ª DIE/FEB de Castelnuovo, base para a montagem de um ataque do V Exército sobre Bologna.

          A seguir, teve curso a Ofensiva da Primavera, de 14 de abril - 2 de maio, para libertar o norte da Itália e desfechada pelo XV Grupo de Exército Aliado.

         À 1ª DIE/FEB coube inicialmente conquistar, em 14 de abril, as alturas de Montese, Cota 888 e Montelo, com forte apoio de Artilharia e de Blindados e geradores de fumaça americanos. A reação da Artilharia alemã ali concentrada antes de ser destruída, para não cair em poder dos aliados, foi de grande e inusitada intensidade.

           Foi um duríssimo e disputado combate, o que é atestado pelas 426 baixas brasileiras (34 mortos, 382 feridos e 10 extraviados).  .Ai tombou morto o Aspirante Francisco Mega patrono hoje da Turma egressa da AMAN há 50 anos em 15 fevereiro de 1955, a qual pertencemos e cuja biografia abordamos na plaqueta Os 60 anos da AMAN em Resende: Resende:AHIMTB,1984 e no O Guararapes 44, 1 trim, 2005 e reproduzimos no Guararapes 45 .

         Em Montese, a 1ª DIE/FEB ajudou a romper a defensiva alemã nos Apeninos e conquistou a chave de acesso ao vale do rio Panaro, o que facilitou ao V Exército derramar-se sobre a planície do rio Pó, em Aproveitamento do êxito e logo a seguir em Perseguição. Sobre a conquista de Montese referiu o comando do IV Corpo de Exército aliado:

"Ontem só os brasileiros mereceram as minhas irrestritas congratulações. Com o brilho de seu feito e seu espírito ofensivo, a 1ª DIE/FEB está em condições de ensinar às outras divisões como se conquista uma cidade".

         A conquista de Montese ajudou a desmantelar a Linha Gengis-Khan. A 1ª DIE/FEB, em Aproveitamento do Êxito, conquistou o vale do médio Panaro, em 19

de abril e, Zocca, nó rodoviário que ofereceu forte resistência, em 20, Marano e Vignola em 23, onde foram recebidos os brasileiros aos brados de "Vivam nossos libertadores (Liberatori)” .A partir daí, teve início a Perseguição.

            Em solução singular, mas de grandes dividendos táticos, a 1ª DIE/FEB iniciou a perseguição com a Infantaria embarcada em veículos de sua Artilharia Divisionária e protegendo o flanco direito do V Exército.

           Em 24 de abril ela alcançou S. Paulo d’Énza. De 27-30, no vale do rio Taro, combateu com o inimigo em Colechio e em Fornovo di Taro, após o que executou manobra envolvente contra os alemães reunidos em Respício, onde eles receberam ultimato para rendição incondicional aos brasileiros.

          O inimigo rendeu-se em Gaiano, na região de Fornovo di Taro. Rendição que se caracterizou como ação de nível e repercussão estratégica, e foi recebida do experimentado general Otto Fritter Pico, veterano de diversos teatros de operações e comandante da 148º Divisão de Infantaria Alemã e do general Mário Carloni, comandante da Divisão Bersaglieiri, Itália, e, ainda, de sobras da 90ª Divisão Panzer.           Foram capturados 20.573 homens, dos quais 894 oficiais, e entre eles muitos veteranos do África Korps, ao par de copioso material bélico.

         Sobre este feito dos brasileiros comentou o general Mark Clark agora no comando do XV Grupo de Exércitos: "Foi um magnífico final de uma atuação magnífica". O Estádio da AMAN foi batizado com o seu nome.

            De 28-. Em 29 os russos entraram em Berlim e em 30, Adolf Hitler se suicidou. A 1ª DIE/FEB ocupou Alexandria a 30. Em 1º maio ocupou Casale, Solero, Salvatore e Costeleto, dia em que o Alte. Doenitz assumiu o poder na Alemanha. Em 2 ocupou Turim, terra natal do ten.-gen. Carlos Napion, patrono do Serviço de Material Bélico do Exército Brasileiro, e estabeleceu ligação com a 27ª Divisão Francesa em Susa. Neste dia houve rendição incondicional das tropas alemãs na Itália. Dia 8 de maio, Dia da Vitória Aliada na Segunda Guerra Mundial.

           A 1ª DIE/FEB foi a primeira tropa aliada a estabelecer contato com a Operação Dragoon, em Susa.

            De 8 de maio – 3 de junho, a 1ª DIE/FEB atuou como tropa de ocupação das regiões de Piacenza e Alexandria. Após, concentrou-se em Francolise para retornar ao Brasil, o que teve lugar em 14 de junho na cidade do Rio de Janeiro, onde foi recebida vitoriosa e triunfalmente pelo Brasil e passou sob um arco do triunfo encimado pela legenda – "A cidade às Forças Armadas Brasileiras".

          A atuação da 1ª DIE/FEB na Itália foi dividida em quatro fases, pelo seu oficial de operações Tem -Cel Humberto de Alencar Castelo Branco:

 I – Campanha do Destacamento FEB no vale do rio Arno; 2 – Campanha da margem oriental do rio Reno; 3 – Ofensiva sobre as defesas dos Apeninos; e 4 – Rompimento da frente e Perseguição.                                        

     A 1ª DIE/FEB integrou o IV Corpo com mais três divisões americanas: A 10ª de Montanha; a 1ª Blindada (Os tigres) e 34ª de Infantaria (Os cabeças-de-boi). Atesta também o valor do soldado brasileiro ,cruz encontrada após o combate de Castelnuovo e com esta inscrição expressiva em alemão – "Aqui jaz um herói brasileiro".

     Em 1962, o terceiro ano da Escola de Comando e Estado- Maior do Exército produziu a valiosa pesquisa crítica . O comportamento do combatente brasileiro na Itália, com vistas a dela tirar valiosos ensinamentos de Engenharia Humana.

          A pesquisa histórica crítica, baseada em ampla bibliografia então disponível e depoimentos de veteranos chegou a interessantes e relevantes considerações ou conclusões, que não podem ser desconhecidas do planejador, pensador e chefe militar do Exército Brasileiro. Por exemplo: a pesquisa concluiu que na FEB o combatente brasileiro não se adaptou e mesmo reagiu a normas disciplinares rígidas, confirmação de pesquisas anteriores sobre o mesmo tema na História Militar do Brasil. E mais, que ele se submete a liderança afetiva dos chefes que o comandam pelo exemplo e não aos ausentes espiritualmente, e insensíveis às esperanças, aspirações, imaginação e sentimentos de seus homens.

         Como fatores concorrentes para o bom desempenho do combatente brasileiro na Itália e que contribuíram para ele sentir-se valorizado socialmente alinhe-se:

 1 – Lutar no V Exército dos EUA, que dispensava grande atenção e valor à vida e ao bem-estar dos seus soldados e onde o prêmio e o castigo eram distribuídos com isenção e sem favores, além de que com presteza e oportunidade; 2 – Lutar em território com uma população histórica e tradicional, mas então vencida, dominada, submissa, torturada pela fome, desemprego e corrupção e com emotividade semelhante à brasileira; 3 – Sentir-se alvo de orgulho no Brasil, de estímulos de sua imprensa, de atenções das madrinhas de guerra, de desvelo familiar e dos brasileiros e atenções dos superiores; 4 – Ser alvo agora de interesse geral, boa assistência médica, alimentação jamais sonhada, dinheiro farto, roupa variada e farta e assistência religiosa; 5 – Lutar e ser bem sucedido contra considerado melhor soldado do mundo; e 6 – Desenvolvimento de fortes laços de camaradagem, na adversidade da guerra, com reflexos no moral elevado, disciplina consciente e sentimento de honra e de dever.

       A AMAN reverencia de longa data o Ataque de Monte Castelo no seu maior bairro acadêmico. E espalhados ao ar livre por diversos locais da AMAN depara-se com troféus capturados ao alemães pela FEB, cujo levantamento e localização a AHIMTB possui em seu acervo. E não pode ser esquecido que o Marechal Mascarenhas de Moraes comandou a Escola Militar do Realengo na década de 30, depois do Marechal José Pessoa, ambos, hoje, patronos de cadeiras na Academia de História Militar Terrestre do Brasil por suas valiosas contribuições literárias à História do nosso Exército.

 


Última alteração em 07-04-2006 @ 02:06 pm

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